Nem sei quem sou
Carta para quem for me ceifar
Esta carta sempre ficará aqui.
Não sei bem o que está por vir —
Nem no porvir, nem no abrir do dia.
O tempo não pára, nem mesmo pra tomar água.
Componho sempre que posso, e informo:
Informo à morte que venha, mas fique.
Fique viva, ou viva. Mas não fique.
Peço que aprecie a grande mentira da vida.
Mas não me esconda a verdade crua,
Nem me ofereça curas
Que desperdiçam minha solidão —
Muito menos me venda suas almas.
Junte-se em grupos de ceifadores,
Analisem-me… e, se um dia vier partir,
Que devas me levar junto a ti, peço.
Peco. E talvez — eu nunca nego.
Certa vez, ouvi um orador diante de uma multidão dizer:
‘Não sei a quem você machucou, decepcionou ou feriu. Mas hoje, eu lhe digo: siga em paz.’
Naquele instante, algo explodiu dentro de mim.
Que tipo de facilidade é essa que concede perdão a quem talvez nunca reconheceu o próprio erro?
Será que perdoar tão prontamente — sem uma reflexão, sem um pedido de desculpas — não alimenta uma geração que evita a responsabilidade?
Uma geração que acolhe argumentos vazios, que prefere o conforto de um perdão automático a encarar a dor da culpa e a necessidade do arrependimento?
O perdão é nobre, mas não pode ser banalizado.
Declarar “eu te perdoo” sem consciência pode impedir a evolução de quem precisa amadurecer.
E negar esse processo, em nome de uma falsa paz, é enfraquecer o pensamento crítico, é sufocar o aprendizado que nasce da dor.
Perdoar não é esquecer.
É entender, é aceitar, é permitir seguir…
mas sem ignorar a responsabilidade que cada um carrega pelas marcas que deixou.
“Não sei se ainda te amo, ou se só sinto falta de quem eu era com você”
Às vezes, eu não sei se é você que eu ainda amo…
ou se é a mulher que eu era do seu lado.
Eu me sentia linda com o teu olhar.
Firme com a tua mão na minha.
Viva com o teu desejo em mim.
Talvez eu tenha amado o reflexo que vi nos teus olhos.
E agora que você se foi,
eu tento descobrir quem eu sou sem você.
“Será que era amor...
ou só o reflexo de mim no seu olhar?”
NORMAL
Sei o que é comum
Normal não sei dizer
Amar sem ver a quem
Seria anormal?
Beijar e o amor reciproco
Isso eu sei que é comum
Um toque no rosto
Do humano no homem na mulher
Sentir-se protegido(a)
Guardado com o mais puro afeto
Mais que comum, louvável!
Isso inclusive se aprende com o pai e com a mãe
Que em dias corroídos por preconceito
Negam seu amor
Pois aquele que odeia
O amor alheio
Esse pobre sujeito
De atitude imoral
Que só entende o amor carnal
Se auto intitula normal
E faz de sua vida uma incoerente alienação.
Animal.
Quando criança achava que família era quem tinha o mesmo sangue, hoje eu sei que família é quem tem a mesma consideração.
Chores, ó menina,
Que não sei quem és,
Que não sei onde estás,
Que não conheço tua sorte,
Mas que sorte teria?
Junto às cinzas da tragédia,
Que desnuda tua alma,
Que acutila tua história,
Que traz somente uma atroz certeza,
A dor não passa, te rasga,
Compartilho aqui 4 chaves do Universo.
O que farás com ela, eu não sei.
Mas deixo aqui para quem quiser fazer bom proveito.
1. Tu és feito de Luz, e à Luz voltarás.
Na verdade, tudo é feito de luz. Toda a matéria no Universo é feita de luz. Isto significa que podemos transformar Luz em matéria.
2. Toda a Luz provém da Palavra.
A palavra é o Verbo. O verbo é som. O som é vibração. Mas essa é uma vibração que provém da mente. O som do verbo é mental.
3. O verbo é mental. Suas vibrações são sentimentos.
Os sentimentos promovem as vibrações que criam o som do verbo, que cria a luz, que cria toda a matéria. E o sentimento mais poderoso é o amor.
4. O tempo é uma ilusão.
O passado é algo que não existe mais.
O presente, por sua vez, dura menos que um instante.
Desapareceu no mesmo momento em que começou.
Já o futuro o que é?
Ainda não é.
E quando for, já não será mais.
5. A viagem no tempo é possível
Porque o tempo é uma ilusão.
E o que existe são projeções de sentimentos.
Se você viver uma situação de sentimento extremamente forte - como um trauma - você poderá regressar a um ponto no qual poderá recomeçar. Mas, provavelmente, deixará de existir neste plano e passará a existir apenas na nova realidade criada.
Quem és tu?
Não sei se és tu um anjo ou se és tu um diabo. Pois me sinto no céu quando estou ao seu lado, mas meu corpo queima como se no inferno quando encosto no teu corpo suado.
Por isso, a dúvida de não saber se és tu um anjo ou se és tu um diabo, apenas de uma coisa tenho eu certeza, quero que sejas sempre tu o meu amado.
Eu sei quem tu es!
Eu sei ! Eu sei da tua força voraz, Eu sei do poder oculto e desapercebido aos olhos destrutivos do mal. Eu sei, do estado letárgico que lhe embriaga os sentidos. Eu sei! Eu sei do seu poder! Eu sei das amarras que dominam os anelos da tu'alma. Eu sei quem tu és! Eu sei que virás! Eu sei que despertaras é ocupará seu espaço no corpo adormecido em sombrias noites sem luar.
Elucidar
Você é um mistério pequeno anjo…
Não sei o que falar de você, quem mente mais nessa história?
Eu ou você, quem engana mais?
Quem esconde, na verdade, ninguém sabe.
Somos como estrelas em diferentes pontos do universo.
Você me causa, tremores inexplicáveis.
Que eu mesmo, não compreendo.
Você é acostumado à balança multidão.
Eu simplesmente não entendo
Que você é um anjo forasteiro!
Que busca atingir corações!
Na verdade, o destino fez você cair na própria armadilha.
Tem que rir, para não chorar.
Você foi golpeado, com o mesmo toque que feria corações.
Sua alma gêmea, balanço seu coração como um pêndulo.
Se você pensa que ela machucou, nunca foi intenção dela.
Hoje, ela vive a pensar como que não notou o amor.
Que estivesse tão perto e tão longe!
Shirlei Miriam de Souza
As nossas estações são metamorfoses necessárias.
Não sei, de verdade, não sei quem vai estar comigo até o fim.
Quiçá, se estarei acompanhada ou só.
Mas de uma coisa eu tenho certeza: beijarei na testa todos aqueles que respeitaram meu florescer.
MIL
Não sei quanto tempo me resta
A vida é ótima ao lado de quem me ama
Quanto vale a importância dos minutos que vivo?
Mil a mil, vale mil
Pois apenas mil razões me deixaram aqui
Embora que, ainda há amor dos mil que me conhecem.
Mas se eu os fizer ficar falando
Surpresos e impressionados
irei saber que está funcionando
Com apenas um ou dois minutos
Talvez mil!
Pode ser que o mundo seja cruel demais
As palavras sejam perversas e nada contratíveis
Apenas não perda tempo com quem já foi
O ciclo sempre se renova
Eu tenho no meu coração a prova.
De onde vez, não sei.
Quem é, não sei.
Venho do nada.
Vai e vem.
Quem será?
É um novo amor, que ressurge!
Um amor verdadeiro.
Que apareceu no meu caminho!
Aguenta coração…
Um amor verdadeiro para viver.
"Sei que um dia vou achar engraçado tudo aquilo em que estou a passar hoje, quem me dera que fosse hoje."
Eu não tenho voz
E quando eu tenho
Ninguém me ouve.
Eu não sei a quem recorrer
O que fazer ou falar
Eles dizem: o lugar delas é em casa.
Mas eu não quero.
Elas têm obrigação.
Mas eu não acredito.
É dever delas.
Eu penso: e os nossos direitos?
Elas querem dominar o mundo.
Não é verdade.
É sim.
Queremos mudanças que nos favoreçam.
Oie, fiz esse poema pra descontrair, tomara que goste, quem saiba te faça sorrir, sei que terei muita sorte se isso conseguir!
Já te disse que gosto do seu sorriso? Bem acho que cansou desse elogio ouvir, então vou falar que gosto do seu jeitinho, quem saiba isso possa te atrair, também como seus cabelos são lindos e como seria bom te ter por aqui!
Desculpe a minha forma de ser ou talvez até de insistir, a verdade é que gosto de você e nem sei como agir, afinal até agora estou sem entender como Deus te trouxe até mim.
Olha, peço que não se assuste com as palavras que acabei de redigir, pois por mais que eu lute o poema sempre fica assim, as frases tem vida própria, acho que, de certa forma, é o coração querendo se exibir...
04/01/21
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