Nem Sabes Chegaste quando eu te Sonhava Poema
Quando eu o vi pela primeira vez
Com aqueles olhos profundos,
Parecidos aos de um animal feroz,
Eu fiquei tonta só de falar com ele
Quando faço amor contigo
é como se os planetas parassem
em suas órbitas, para que eu sentisse
toda a completude do seu eu junto ao meu "eu"!
Psicodélico!
Enquanto muitos tem, EU SOU.
Enquanto eles vem, já vou.
Não sou melhor que ninguém,
Quando estão pensando, já captei o lance.
Nem tenho o olho de Tandera, nem sou o Lion Man.
Mas minha visão é além do alcance.
Se vá
Quando nós nos olhamos pela primeira vez
Ela disse que eu a olhava como ninguém jamais fez
E é verdade
Ela era diferente
E ela dizia
"Você é linda e nunca vou deixar você ir embora"
Ela viu uma beleza que eu não enchergava em mim mesma
E eu não quis me ir
E quando acabou
Ela me ignorou
Me abandonou
Fugiu de tudo o que tinhamos
Ela disse que não me deixaria ir embora
Mas ela mesma foi
Eu mergulhei em um mundo de ser ou não ser;
Tive que escolher o que ser quando crescer.
Em mundo tão confuso, completo de tantos cursos,
Não sei o que quero ser e nem que profissão escolher.
Percebi que a carreira é um amor pra vida inteira, então escolhi trabalhar com mente porque gosto de gente.
Você sempre me chama de amor
eu fico tranquila e relaxo
mas quando me chama pelo nome,
umm... eu fico tensa
louca para beijar sua boca pra te acalmar porque sei que você está brava.
Quando chego com você
Eu vejo o lugar inteiro mudar
Querida, é isso o que você faz
Porque eu me lembro do entusiasmo,
De quando nós éramos para sempre
Antes de todos os ventos
De arrependimento e desconfiança
Agora estamos sentados no seu carro
E nosso amor é um fantasma
Odeio as notícias e o tempo
Tenho dezenove anos e estou ardendo
Mas quando estamos dançando, eu estou bem
Se tiver que abraçar,que seja hoje,o amanhã talvez não exista....
Chorar por mim quando eu estiver de partida para outra vida,não vai adiantar,pois nada mais poderá mudar.
Nem te ouvir eu poderei e ,se realmente estiver sendo sincero eu também não saberei. ..
Se houver arrependimento naquele momento não me peças perdão,mas se te alivia saber,não levo rancor,pois o meu coração vibra no amor. Também não leve flores,não sintirei mais o perfume e nem verei a beleza das cores...
Se em vida não estiver comigo,na partida não será mais preciso,não poderei mais ficar contigo e não poderás também ir comigo!
Um breve aviso
Quando eu morrer de repente
E você não ficar sabendo
Haverá de ter um pensamento
E uma aragem fina ti varrerá
E o teu rosto lindo sentirá
Um beijo frio do meu fim
Quando eu morrer de repente
EU O MAR.
Quando meu silêncio me gritou nas entranhas,
E vi o reflexo do meu rosto marcado pelos anos
Entendi feliz que não passei pela vida sem viver.
Vivi comendo os dias, varrendo dores, vencendo
Obstáculos, caindo e levantando.
Da janela vi o meu mar; meu porque sempre esteve
Bem ao meu alcance, beijando meus pés, ouvindo meus
Segredos no barulho cúmplice das ondas espumantes.
Agora vejo meu mar diferente de ontem; ontem não vi
As marcas do tempo, não vi que estou tão só quanto Ele.
Porém, não há remorsos, não há desapontamentos...
O tempo passou...
A vida me deu paixões relevantes, risos cheios de todos os sabores...
Não há razão para chorar a solidão...
Entre o barulho das ondas e a aparição espetacular da lua
Eu escrevo meus sonetos expondo ternuras passadas.
...Outra vez tiro os sapatos para sentir a vida da areia,
O beijo das ondas, o cheiro da maresia, a carícia do vento.
Caminho recitando poemas; recordo meus prazeres que ainda
me tiram um sorriso cínico e feliz dos lábios.
As pegadas deixadas? Deixo o vento apagar, são pegadas de
Um homem que dançou na chuva, brincou na lama, riu e chorou
sem sentir vergonha de viver a vida como se não houvesse amanhã.
Luly Diniz.
24/05/17
CHEIRO DE CERRADO
Quando a alvorada chegou, eu fui a janela
Sentei-me. O horizonte abriu, a vida arfava
Eu, ao vento, atraído, a essa hora admirava
E estaquei, vendo-a esplendorosa e bela
Era o cerrado, era a diversidade em fava
Céu róseo um mimo! A arder como vela
De pureza singela tal qual uma donzela
Que hipnotizava a alma, eu, observava
Então me perdi no perfume que exalava
O olhar velava com pasmo e com tutela
Aí, hauri toda a essência que fulgurava
E agora, fugaz, lembrando ainda dela
Sinto o cheiro, que na memória trava
Da alvorada do cerrado vista da janela
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, junho
Cerrado goiano
Quando eu era mais jovem, uma espada não é nada mais nada menos que uma espada e um golpe não é nada mais nada menos que um golpe.
Quando comecei a introduzir-me nas Artes Marciais uma espada já não era mais simplesmente uma espada e um golpe já não era simplesmente um golpe.
Agora que cheguei à compreensão das Artes Marciais uma espada não é nada mais nada menos que uma espada e um golpe não é nada mais nada menos que um golpe.
Sinceramente, eu não sei o que mereço,
A vida sempre me traz surpresa,
E quando me vem a tristeza,
Percebo que é apenas o início de um novo recomeço.
Quando chega sua hora você sente, eu me acalmo, fico em silêncio e se for preciso...me retiro.
Já saí da vida de muita gente, e pra algumas eu não dei uma boa explicação, talvez eu não seja muito boa nisso, ou talvez, nem fosse preciso, mas espero que cada um tenha entendido o momento, não é a falta de afeto por parte delas é a necessidade por minha parte.
E sabe o silêncio? Ele faz de você uma pessoa melhor em muitos momentos, é fato que as palavras são fundamentais, mas é no silêncio que você se conhece.
E falando em despedidas, por mais que eu tenha me afastado de algumas pessoas, elas tiveram o poder de permanecer até hoje em mim.
E quando o mundo me diz, espera, eu logo respondo:
-Esperar o quê?
Eu tenho pouco tempo, até que a passagem dessa alegria, se faça outono e então hiberne, e eu preciso esperar...
Agora é hora de aproveitar as insanidades sadias!
Quando descobri que era triste
As tardes ficaram mais azuis
Eu descobri. Eu sou triste
Depois que eu levei porrada
Depois de tanta ingenuidade
Dai Entrei numa fase estranha de
revirar as cores
De querer apagar a luz
Dai eu minha felicidade dependia de alguém
que nunca vinha, que nunca esteve ali
eu fiquei como os velhos palhaços do blues
igual o namorado que levou um bolo
ou um garoto perdido dos pais
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