Necessidade
Já parou pra pensar e reparou que a saudade é a necessidade de algo ou de alguém que um dia nos fez bem ou feliz, entretanto se não lembramos, se não vemos, acabamos não sentindo falta, com tudo não sentimos saudades nem muito menos necessidade, reviva, relembre, reveja, lugares,pessoas,viagens, paisagens, mesmo estando distante ou sem acesso assim por um momento serás feliz e darás um espanto naquilo que quando lembra faz o peito apertar ou faz com venha a se animar, sua energia te apresenta antes mesmo que venha a dar uma só palavra em algum lugar...
-Por João Elivaldo-
“Há uma liberdade silenciosa em viver sem a necessidade de aprovação. Quando percebemos que a voz alheia não define o nosso caminho, compreendemos que a verdadeira paz nasce no intervalo entre o que dizem e o que somos. A maturidade está em ouvir sem se abalar, seguir sem se justificar e lembrar que a dignidade nunca depende do aplauso de ninguém.
Reconhecer a necessidade de mudança é um ato corajoso e transformador. É o primeiro passo em direção a uma vida mais satisfatória e plena. É uma oportunidade para nos reinventarmos, aprendermos com nossos erros e expandirmos nossas habilidades e conhecimentos.
É importante estar atento aos sinais que a vida nos apresenta e não ter medo de reconhecer a necessidade de mudança. Somente através da mudança podemos evoluir, crescer e nos tornar a melhor versão de nós mesmos. A oportunidade de transformar nosso presente e moldar nosso futuro está ao nosso alcance - basta termos a coragem de dar o primeiro passo...
- Edna de Andrade
"A vida nos concede a honra de ensinar algumas lições, mas nos impõe a necessidade de aprender muitas outras. Quem deixa de aprender envelhece e quem continua aprendendo permanece jovem, ainda que os anos se acumulem."
"Uma vez, Richard perguntara a Delilah por que ela e Harper tinham a necessidade de reviver o passado com tanta regularidade. 'Isso lembra a gente de como as coisas estão boas agora, mesmo que não pareçam',..."
Livro Five Nights at Freddy's, Hora de Acordar. Autores: Scott Cawthon, Elley Cooper e Andrea Waggener.
Ref.: Página 32, último parágrafo, e página 33, primeiro parágrafo
Liberdade é um estado de ser
Há momentos em que a alma sente a necessidade de respirar, de romper as correntes invisíveis que a mantêm presa.
Liberdade não é um destino, é um estado de ser, algo que flui dentro de nós, esperando para ser reconhecido.
Não precisamos ir longe, apenas aprender a nos soltar, a nos permitir.
E quando a liberdade se apresenta, ela não grita — ela sussurra, suave, como uma brisa leve que nos envolve.
É no silêncio da mente que ela se revela, no instante em que nos libertamos da constante pressão de sermos algo que não somos.
E, nesse momento, tudo se torna possível: o peso do mundo desaparece, e somos simplesmente nós mesmos, inteiros, em paz.
Muitas vezes, buscamos fora o que está dentro de nós.
Mas a verdadeira liberdade não vem de conquistar, de ser mais, de ter mais.
Ela vem de abandonar, de desapegar, de aceitar que, no fundo, já somos completos.
E quando entendemos isso, nos tornamos capazes de viver de forma plena, sem medo, sem limitações.
Eu aprendi que ser livre não é um ato de rebeldia, mas um gesto de autocompreensão.
E, ao olhar para o que sou, vejo que a liberdade está em cada passo, em cada respiração.
Não é algo que se conquista, mas algo que se permite.
E quando me perco nesse estado, eu me encontro.
E sigo, sem pressa, sem pressões, apenas sendo.
Políticos que usam da necessidade das pessoas para se promoverem através da falsa filantropia, são dignos de nosso repúdio e desprezo.
"Às vezes, a necessidade nos faz parar e pensar: não, eu não posso só tentar, eu tenho que conseguir!"
A dor do vazio, de não sentir nada além da insuficiência, de carregar no peito a necessidade desesperada de ajudar e descobrir, a cada tentativa, que suas mãos parecem incapazes de alcançar quem precisa, de se olhar no espelho e enxergar apenas um peso, um incômodo, um fardo que ocupa espaço e consome o ar ao redor, uma ferida aberta que não cicatriza, uma dor silenciosa e solitária que dilacera a alma sem deixar marcas visíveis, enquanto muralhas erguidas pelo medo, pela culpa e pelo próprio sofrimento impedem que qualquer pessoa se aproxime, impedem que qualquer voz atravesse a distância, impedem que qualquer abraço encontre abrigo, e o mais cruel de tudo é saber que, por trás de toda essa escuridão, por trás de toda essa sensação de fracasso e impotência, existe apenas um desejo simples e sincero, o desejo de ser capaz de aliviar a dor de alguém, de ser útil, de ser suficiente, de estender a mão e fazer diferença, mas permanecer preso entre aquilo que o coração implora para oferecer e aquilo que a alma acredita jamais conseguir entregar, condenado a assistir o mundo através das próprias ruínas, carregando a sensação devastadora de que tudo o que você é nunca será o bastante para realizar tudo o que você mais deseja ser.
NOITES SEM LUA
Saio pela noite escura
sem a necessidade de um adeus.
Sem esperar clarear o dia,
Pois até a Lua se perdeu.
Na escuridão dessa procura ,
Descobri nos olhos teus,
Alguns amores apenas duram
Até o Sol aparecer.
O ser humano, tem necessidade de outro ser. Custa a espera, tão demorada, tão inquietante,
espera.
Não entendo, mas, eu sendo ser,
também inquieto-me, na espera.
Queremos está juntos.
Na vil sordidez, e na abundância dos corações, está junto,
é sempre o maior conforto,
inesplicavelmente.
"Não devemos permitir que a necessidade de satisfazer uma prioridade leve-nos a prática de ilícitos penais"
A participação em grupos, seja qual for, nada mais é do que a necessidade de obter a aprovação de outras pessoas ou, por vezes, de conseguir a aceitação de algo que não se consegue manifestar sozinho com a força desejada.
“A mãe atípica se torna especialista por necessidade, advogada por sobrevivência e militante porque o mundo ainda não aprendeu a incluir.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mentira clínica pode esconder uma verdade afetiva: a necessidade desesperada de ser visto, cuidado e reconhecido.”
Do livro Síndrome de Munchausen — A Dor Fabricada, o Sofrimento Real: Uma Jornada entre o Engano e o Pedido de Socorro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O paciente que fabrica a dor muitas vezes não inventa a necessidade de cuidado; inventa uma forma de torná-la impossível de ignorar.”
Do livro Síndrome de Munchausen — A Dor Fabricada, o Sofrimento Real: Uma Jornada entre o Engano e o Pedido de Socorro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
