Necessidade

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A honestidade intelectual
é uma condição necessária
ou é uma
necessidade condicionada?...

Em ambos os casos ...
por que é tão difícil
para as pessoas lidarem com ela?!...

Não sabe se algo quer? Tenha necessidade, busque e confira as coisas, não importa levantar ou ressaltar o conhecimento, respeito e atenção das coisas; não é questão de sentir desinteressado.

“Para Vencer deve-se;


Improvisar o que precisa;


Adaptar a sua necessidade;


E superar a sua própria realidade”

1625
"De facto, não entendo essa dependência, essa necessidade que muitas Mulheres têm de Homens. Eca! Até Minha Dentista e Minha Cirurgiã são Mulheres, como todas por aqui, menos Eu, HeHeHe!"

“Nem sempre mudamos de escolha por necessidade; muitas vezes mudamos porque negociamos conosco mesmos.”

As cicatrizes de minhas falhas são como espinhos na alma, mas também me lembram da necessidade de buscar o perdão e a misericórdia de Deus.


(ver Salmos 32:5, Efésios 1:7 e 1 João 1:9)

“Manter-se vivo é necessidade. Sentir-se vivo… é arte.”

Não há necessidade de se entrar em discussão quando alguém falar algo errado, nem ainda trair a verdade, há um caminho intermediário. Você pode simplesmente dizer: "Eu creio de outro modo; mas penso e deixo que pensem; não sou a favor de contendas sobre este ou outro assunto”.

John Wesley
POTTS, J. M. Seleção das cartas de João Wesley. São Bernardo do Campo: Imprensa Metodista, 1991.

Nota: Carta para a Srta. March (março de 1760).

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⁠Os iguais, a matemática e a filosofia


Agilson Cerqueira


A necessidade de equivalência progressiva do pensamento sempre será uma genialidade medíocre quando a ele for atribuída a satisfação explícita do singular sem lógica do raciocínio!

Ninguém muda por outra pessoa,
muda por necessidade interna.

A necessidade de atenção é uma prisão invisível. Ela se veste de carinho, mas carrega correntes. É o abraço que aperta demais, o olhar que exige retorno, a presença que não aceita ausência.
Quem vive dela respira como quem pede ar emprestado, mas nunca aprende a respirar sozinho. É um fogo que consome o outro, um pedido constante que se transforma em cobrança, um amor que deixa de ser encontro para se tornar sufoco.
A atenção, quando exigida, perde sua beleza. Deixa de ser gesto espontâneo, se torna obrigação. E nada é mais pesado do que amar por dever, do que olhar por imposição, do que estar por medo de abandono.
A verdadeira liberdade nasce no silêncio, na confiança de que existimos mesmo sem testemunhas. O olhar do outro é presente, não necessidade. O afeto é ponte, não corrente. E só quando aprendemos a nos bastar, a atenção deixa de ser sufocadora e se transforma em encontro, leve, vivo, inteiro.

Há relações que se constroem em torno da necessidade constante de validação, como se o amor precisasse ser confirmado a cada instante, em cada gesto, em cada palavra. O coração inseguro pede provas sem cessar, não por falta de afeto recebido, mas por não saber confiar no que já foi dado. E assim, o vínculo se torna frágil, porque nenhum sentimento resiste ao peso da cobrança incessante. O outro, sufocado, carrega uma responsabilidade que não lhe pertence: sustentar a insegurança alheia, preencher vazios que não são seus, ser presença mesmo quando precisa de ausência. Surge então o vitimismo, essa máscara que transforma carência em acusação, que coloca a culpa no outro por amar e não saber amar. O amor vira palco de exigências, e cada ausência é interpretada como abandono, cada silêncio como desamor. Mas amar não é vigiar, não é exigir, não é transformar o outro em espelho da própria falta. Amar é liberdade, é maturidade para suportar o silêncio, é confiança que se sustenta mesmo na distância. Quem não sabe amar acaba confundindo entrega com posse, e presença com obrigação. E nesse labirinto de insegurança, o sentimento estranho cresce, até se tornar insuportável. Só quando se entende que o amor não pode ser prisão, que o outro não é responsável por validar a cada segundo o que já existe, é que nasce a possibilidade de um encontro verdadeiro. Amar é caminhar lado a lado, sem correntes, sem culpas, sem cobranças. É deixar que a chama aqueça sem consumir, que a presença seja escolha e não sentença, que o vínculo seja poesia e não peso. Porque amar de verdade é saber que o outro é livre, e ainda assim escolher ficar.

Tatianne Ernesto S. Passaes

Reflexão sobre a necessidade de aprovação


A necessidade de aprovação dos outros é como uma lente que distorce a forma como enxergamos a nós mesmos. Quando cada palavra dita ou cada gesto realizado é medido pelo impacto que terá nos olhos alheios, a vida se torna uma busca incessante por validação externa. Nesse processo, a autenticidade se perde: deixamos de agir conforme nossos valores e passamos a viver em função das expectativas dos outros.
Essa dependência nasce, muitas vezes, da insegurança. O medo de rejeição faz com que a pessoa se agarre ao elogio como se fosse oxigênio. No entanto, quando questionada sobre essa fragilidade, a tendência é negar. A negação funciona como uma defesa: admitir a insegurança seria reconhecer uma vulnerabilidade que parece insuportável. Mas negar não elimina o problema; apenas o oculta.
O paradoxo é que quanto mais buscamos aprovação, menos livres nos tornamos. A vida passa a ser guiada por um roteiro escrito por terceiros, e não pelo próprio coração. A crítica fere, o silêncio incomoda, e o elogio se torna indispensável. É um ciclo que aprisiona.
Romper esse padrão exige coragem. Coragem para aceitar que a insegurança existe, para reconhecer que não é possível agradar a todos, e para compreender que o valor pessoal não depende da opinião externa. A verdadeira liberdade surge quando a pessoa aprende a se validar internamente, a se olhar com compaixão e a aceitar suas imperfeições como parte da jornada.


Tatianne Ernesto S. Passaes

Políticos que usam da necessidade das pessoas para se promoverem através da falsa filantropia, são dignos de nosso repúdio e desprezo.

Toda generalização desesperada é uma falácia excludente, muitas vezes regada de necessidade de aprovação e segundas intenções venenosas

Há uma necessidade de impor limites quando invadem meu mundo sem permissão.

⁠Quem é do bem não tem necessidade de ficar provando isso, já quem é do mal fica a todo instante fazendo demonstrações de bondade!!!

A ganância se veste de necessidade, enquanto a indiferença se mascara de "falta de tempo".

O ser humano transformou a compaixão em uma fraqueza a ser explorada e a cautela em uma necessidade.

Já calei rancor por necessidade de seguir, o perdão foi tática e libertação, caminho mais leve por ter largado peso.