Necessidade
Queria te dizer que te amo
Mas não vejo necessidade nisso
Se te digo, vai embora
É melhor esperar
O amor brota alguma hora
Incertezas ainda me rodeiam
E não quero me precipitar
Não mais
Cair na própria armadilha...
Meio idiota?
Talvez
Prefiro não saber de novo
Dizer que essa minha confusão é amor
É ainda mais confuso do que eu
Prefiro me jogar nos braços do destino
Se ele me segurar bem
Se não...
Caio eu mais uma vez nesse precipício
[do amor
É certo que quanto maior é a
causa da dor, maior se faz
a necessidade de para ela
encontrar consolo, e este
ninguém pode me dar, além de ti.
Tu és a causa de minha pena,
e só tu podes me proporcionar conforto.
Só tu tens o poder de me entristecer,
de me fazer feliz ou trazer consolo.
Nascer, morrer. Fome, sede. Necessidade de relacionar-se. Isso é o que está no botão automático, independe. Todo o resto é manual, dependente. Muito!
A loucura é uma necessidade das pessoas pela loucura que a vida é, no entanto, elas reprimem essa vontade de serem loucas e vivem num estado estóico inconsciente para se mostrarem normais. Por esse motivo elas vão se refugiar na igreja, que é um espaço aceito para extravasar essa vontade: para rodar, gritar, enrolar a língua, elevar os braços a um céu vazio, chorar, conversar com o inanimado; enfim, se livrar do acúmulo de loucura para voltarem ao mundo da razão.
Às vezes a necessidade de mudança é tanta que as pessoas ficam freneticamente loucas para a chegada de um novo ano. Nossa vida não vai ser melhor simplesmente pela chegada do ano novo.
Não é o ano novo que vai chegar com algo especial para nós, é nossa vontade de mudar que vai proporcionar um ano especial para nós...
Só podemos perceber uma mudança em nós quando reconhecemos nossos erros e só reconhecemos nossos erros quando temos um encontro com o Espírito Santo de Deus que nos convence do pecado.
Lembranças, saudades, vontades e amores
Necessidade de ser lembrada.
Angústia, medo, remorso, infernizando-se para eles
Por eles? Instintos sufocados, morte certa
Vontade de ser agrupada.
Pedaços do que fui confrontam metades do que jamais serei
Completa, inteira, suficiente.
A dor do não ser, do nunca estar, do nunca partilhar
Felicidade! Poderei um dia encontrar-te?
Do teu mel, algum momento, provarei?
Só sonhar.
Torpor, inércia, falsa calmaria
Um momento de sossego compensa uma vida de agonia?
Sonhei com você a noite passada, daí a necessidade de dizer que me perdoei pela série de erros cometidos. Acho que perdoei seus erros também. E espero que você me perdoe.
No sonho, várias cenas, cenários e situações se embolaram e embaralharam completamente minha cabeça. Primeiro nos víamos de longe e a cada sonho (foram vários na mesma noite) você chegava mais perto. No último nos tocávamos, e foi tão real quanto dois anos atrás.
Eu não lembrava do seu rosto, acredita? Ok, talvez evitasse lembrar. Ele apareceu sem convite e inesperadamente abriu meia dúzia de feridas.
Acordei cansada, exaurida pela tentativa de te fazer ficar. Doem tantas dores quando penso em você. Talvez porque não nos despedimos. Talvez porque eu não saiba mais quem você é. (Eu soube algum dia?)
Estou bem melhor agora. Sou mais feliz. Não tão magra, mas com certeza mais completa. As coisas saíram mais ou menos como eu queria: faculdade, projetos, trabalho. E você, como o tempo tratou suas expectativas?
Se a gente se encontrasse hoje acho que eu seria mais séria e menos corajosa. Chamo de maturidade.
A nossa história é tão feia e ao mesmo tempo tão importante pra mim. Pensar em você fecha minha garganta, arranha minha paz, me dá vontade de chorar. Sofro porque sei que nunca haverá um final feliz. E olha, não falo de um enredo romântico. Falo de nós, do que éramos e de como nos transformamos em nada um pro outro. Você era meu melhor amigo e só havia descanso na sua voz, no seu abraço, no seu sorriso. Eu lia Drummond e tinha certeza de que ele havia escrito aqueles poemas pra você.
Fico me perguntando se destruí tudo sozinha e a resposta é sempre a mesma: não. Acho que estragamos juntos. Estragamos quem éramos. Estragamos a história. Graças a deus Drummond está morto e não pode testemunhar nossos vacilos.
Cavei um buraco tão fundo que só recentemente consegui sair dele. Acho que cheguei a sentir raiva por isso: enquanto eu cavava, você vivia. Foi difícil entender que a única opção válida é viver.
Não te espero, nunca esperei. Não penso em voltar. Não tenho ilusões. Não amo mais. E mesmo assim dói. E mesmo assim… Nem sei.
Por que não agimos como adultos? Por que não culpamos um ao outro, cuspindo os erros e apontando os defeitos, dizendo que estaríamos melhores sozinhos?
Eu falaria alto, você diria que faço escândalo e que cansou. Fingiríamos que foi consensual e ambos chorariam abraçados ao travesseiro por alguns dias, até restar só birra e saudade.
Mas nós simplesmente sumimos, como aqueles rostos estampados em caixas de leite nos filmes americanos.
Você sumiu da minha vida e passou a existir apenas aqui dentro. Em certo ponto eu nem sabia discernir o que era lembrança e o que era invenção.
Odeio você. Amo você. Sinto raiva. Sinto sua falta. Não tenho a menor ideia do que sinto.
Se Drummond estivesse vivo eu pediria ajuda para um poema com ponto final
Enquanto eu estiver vivo, tenho essa necessidade do cinema, sou movido pelo cinema. O cinema para mim é um instrumento radical de autotransformação. É a mais ativa vacina contra a mediocridade, essa coisa à qual o homem está condenado. Para mim o cinema nada tem de sétima arte – o cinema para mim é uma travessia, é um transe.
Quando a necessidade do meio ambiente superar a necessidade do consumo, a importância da consciência ambiental ficará evidente no mundo.
Eu não entendo essa necessidade absurda das pessoas em rotular tudo que vêem e ouvem, é muita ignorância.
Se você esperar ser sempre confortado pelos outros
sentirá o peso dessa necessidade.
Se tiver uma necessidade constante de ser ouvido,
ninguém poderá satisfazê-la por completo.
Em vez de buscar conforto nos outros,
conforte-os e escute o que as pessoas ao seu redor
têm a dizer.
No processo de ajuda,
você será curado.
Na busca do Caminho
A necessidade de encontrar o caminho
Parece ser algo vital
Que nos custa uma vida inteira
Na busca de acertar
Na busca de não errar
Eis que a vida passa
E tudo parece clarear
Descobrimos que não existe o “acertar”
Descobrimos que não existe o “não errar”
Existem apenas “escolhas”
Que trazem consigo
Renuncias e conseqüências imaginadas
Algumas que trarão felicidade
Outras que darão as amargas
Dores da decepção
E é importante não esquecer
Que todos têm o direito de escolher
E essas escolhas são essenciais
E nos servem de guias
Para encontrar o caminho da realização.
Angústia...
Um abismo,
Parede de espinhos,
Escuridão,
À procura de algo,
A necessidade de algo.
Algo que não se sabe.
Não sabe o que é,
Nem onde encontrar.
Nem mesmo, se realmente existe.
Falta fôlego,
FOR - ÇA...
A vontade é de GRITAR
Quando o que consigo é apenas sussurrar
E pensar: um dia, isso há de acabar!
E que dizer de uma frase assim: a poesia existe para satisfazer a necessidade de poesia dos poetas? Escândalo, loucura e anátema! Quando, em minhas palestras, chego nesse ponto, instala-se o tumulto, que deixo desenvolver-se um pouco para valorizar a frase que vem a seguir. – Um momento. Poeta não é só quem faz poesia. É também quem tem sensibilidade para entender e curtir poesia. Mesmo que nunca tenha arriscado um verso. Quem não tem senso de humor, nunca vai entender a piada. E concluo: – Tem que ter tanta poesia no receptor quanto no emissor. Nesse auge, a multidão prorrompe em aplausos e me carrega em triunfo até o bar mais próximo, onde beberemos à saúde de todos os poetas-produtores e todos os poetas receptores do mundo. Saúde a vocês que fazem, saúde a vocês que curtem, pólos magnéticos por onde passa a faísca da poesia.
Seja bem-vindo.
Me vi numa necessidade enorme de te proteger, de cuidar de você, mesmo nem sabendo se conseguiria ou como poderia fazer para que você estivesse aqui em meus braços. Te sentir crescendo e mesmo ainda informe em alguns momentos você se mostrou ser um lutador e guerreiro. Me subestimou e também a medicina que ainda que tenha-nos dado esperança, através do que poderia não era tão segura e Enxergamos em Deus; por saber na certeza que você é um milagre, que a cada fração ou milésimo de segundos do dia, você fazia com que mesmo em meus piores temores, você crescia fazendo-me sentir a existência de algo extraordinário em mim.
E hoje aqui você chegou mostrando a todos que, quando Deus escolhe alguém para vir a este mundo, não importa as lutas, as dificuldades, tudo o que tem que ser superado para se estar no seu lugar reservado e de direito...
Então seja bem-vindo a esta família e que se cumpra em toda a sua trajetória o que já vem sendo cumprido desde o seu nascimento, que por onde passar seja tudo transformado e conquistado de uma forma a abençoar a todos que estiverem ou passarem por breve momento em sua vida théo José hoje e sempre em nome de Jesus.
Ricardo Baeta.
