Natureza

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Essência Primordial

Natureza, entranhas do meu Ser.
Parte de mim é a Natureza.
Quando meu folêgo de vida se esvair, livre.
Quero que meu corpo volte para dentro de ti, ó Natureza!
Pertencemos ao todo e somos o todo e o nada, jamais individual.
Resista Mãe Natureza de toda destruição,
Estamos aqui os que te amamos e das tuas entranhas saimos.
Eu cuido e te admiro como minha maior paixão e pertencimento.
Eu te amo Natureza, em sua perfeição imperfeita.
Mesmo nas partes da cadeia alimentar, e das suas vulnerabilidades,
Isso tudo, em toda sua pureza,
Em sua essência, és minha essência!

- Ramile Godon

A natureza é a essência dos sensíveis.


- Ramile Godon

A natureza constrói em silêncio. O homem, muitas vezes, destrói sem pensar.

A política, ao que parece, traz à tona o lado desconfiado da sua natureza.

No entanto o clima se modifica, havendo perspicazes nas trilhas. Natureza que constrói vossos caminhos, transformando as consciência em um evolucionismo. Mas criam uma cultura, cuja a sociedade não expressa os ideais funcionais. Ausências de oportunidades construtivistas, mas as emoções não foram sentidas. Despertares de uma ilusão egípcia, onde a escravidão era surpreendida.

Hoje procura-se pela natureza, mas a soberba destrói as destrezas. Lutam pela preservação, no intuito de manter a própria extinção. Ideologias que divergem na vida, mas forças malignas que ditam as vidas. Junção de pensamentos, onde a reunião foi de eterno sofrimento. Mas seguem por trilhas perdidas, demonstrando as vertentes de tais vidas. Como não pensar na sociedade, onde à cultura se desfaz em meio uma enxurrada de ideais?

Requisitos de um artigo constitucional, mas à natureza não expressa o jornal. Prensas à todo vapor, mas os solos perdem um vapor. Instabilidade no ciclo da água específica, cuja a química corporal foi inespecífica. Molde de um tempo antigo, onde o ouro era subtraído. Mas o solo esquenta, pelo desespero de vossas vivências. Árvores que perdem suas raízes, mas produzem contextos. Falta de ar em um tempo vigente, onde a fotossíntese não foi suficiente.

Oferendas dadas para uma crença, mas as energias estão alteradas na natureza. Manipulação de pensamentos não evoluídos, e os(as) guias se tornam escravos(as) esquecidos(as). Retrocesso na capacidade de raciocinar, e as obsessões transmitem energias de insatisfação pecaminosa. Ganância pelas folhas e pedras de um ambiente devastado, mas perdem a saúde em vossos vícios temporários.

"Logos de uma era Pré-Socrática, na qual à natureza se demonstrou de imensa valorização."

"Olhem para a natureza, mas não esqueçam dos reflexos de tal existência."

"Concentração nos ensinamentos índigenas, mas devastaram à natureza magnífica."

"Natureza que se altera, em meio ao inferno de uma ideia. Mas não acreditamos em Lúcifer, pois Hades é descrito como um líder. Espiritualidade que concentra energias de natureza reprimida, onde o espiritismo dita as doutrinas não vividas."

Rochas ígneas que se desprendem da montanha,
na qual optamos por uma crença chamativa.
Natureza que mostra seu intenso brilho,
no topo da própria montanha.


Mas percebemos uma diferença,
em baixos de nossos pés.
Trazendo dificuldades no entendimento daquelas oscilações.


Fumaça lançada por "kutacam",
que afugenta os maus espíritos.
Mas algo está diferente,
pois o livro não revela uma parte da história.


Prefácio de um período milenar,
na qual os acontecimentos não se tornam fatos.
Mas seguimos um instante,
de imensidão não revelada.

"Fanatismo pelas matérias, provenientes de uma natureza devastada. Consciência que se perde, no usufruto dessa mesma análise."

" A esperteza coloca comida na mesa, até que à inteligência cega destrua a natureza."

Filosofia de dúvidas relacionadas ao sentido da existência da natureza e dos seres vivos, mas atravessamos por tempos de incertezas vividas pelos pensadores mais renomados. Cada estudo da sabedoria nos demonstrou uma interconectividade, entre os seres vivos e os espaços, em um tempo alternado.

Porém os caminhos de construtivismos do pensar, nos remontou as etapas de diversos pensares. Entretanto nos expressamos através de capacidades relativas ao nosso próprio desenvolvimento temporal. E assim nos inspiramos em um ambiente estimulante, seja através de uma simples observação até uma vivência prática na natureza revelada.

Consciência dividida em etapas, onde uma conjuntura de opiniões se unificam em papiros e vossos livros. Mas como não pensar nas origens de objetos que despertam sensações corporais em cada seres vivos? E entramos em um ciclo contínuo, mas outras dúvidas surgem em um círculo de transformações magníficas.

E por um instante optamos olhar para cima, onde os olhos não conseguem visualizar. Universo de imensa variabilidade, e indivíduos se arriscam para descobrir o que acontece nesse imenso espaço. Assim ressurge os pensares, onde não se sabe ao certo, as origens dos primeiros olhares. Mas o tempo nos contempla com seres vivos exemplares e tentamos entender as manifestações individuais, sendo estas à origem dos comportamentos coletivos em espaços detalhados. Seriam as células unicelulares e procariontes uma junção de poeira cósmica?

Invadem seus meios de comunicação, a fim de obterem informações. Porém à natureza mostra vossas mentalidades e tentamos relembrar dos gênios da humanidade. Mas continuamos à modificar uma vasta floresta, atrás de pedras inseridas nos próprios seres vivos e assim nos tornamos cegos intelectualmente, pois uma pedra modificada, nos apresenta uma folha descolorida.


Lembramos de Martin Cooper e sua invenção comunicativa, mas temos de pensar no descobrimento dos minerais, nos remetendo à mais de 3.000 anos atrás. Porém fatos inesperados levantam questionamentos, onde Sócrates nos faz ler seus pensamentos. Mas deixamos de acreditar no próximo, onde uma cultura expressa suas convicções Sofistas. Conflitos de interesses, e vamos atrás de Rudolf Steiner, mas "Quem mostrou pela primeira vez à espiritualidade no planeta?"


No passado precisaríamos ser Nômades, a fim de obter tal informação, mas nos tornamos sedentários. E assim obtemos novos aprendizados, uma parte usando uma linguagem simbólica e outros(as) usando uma linguagem consensual. Mas um grupo invade à biblioteca e resolvem escanear todas as obras literárias, informações que antes eram obtidas pela memorização pessoal, passam a ser memorizadas por um sistema de máquinas.
Nisso surgem as semelhanças de capacidades humanas, até que assemelham as imagens. E surge uma nova dúvida, "Seria Deus uma máquina?"

"Ações institivas cujo o tempo se assemelha, natureza de variabilidade mas emoções corrompidas pelas próprias atitudes."

O abandono também faz florescer.
Assim é a natureza.
Tira a água, tira o sol,
e mesmo assim a raiz insiste.
A dor vira caule.
A saudade vira pétala.
E de repente você entende:
não era fim. Era primavera.
(Saul Beleza)

Quando observamos guerras, violência, corrupção, abandono de animais, destruição da natureza e tantas outras tragédias, será que estamos olhando para a ausência de Deus ou para o reflexo das decisões humanas acumuladas ao longo das gerações?