Nascemos sem Pedir e Morremos sem Querer Entao
Não nascemos admiráveis, mas nos tornamos admiráveis por meio de nossas ações. Os seres não são medíocres desde o nascimento, mas se tornam medíocres por meio de suas ações. Se houver alguma diferença entre os seres, essa diferença está apenas em suas realizações.
Nem sempre nascemos num lugar bom ou crescemos com uma mentalidade correta, mas quando buscamos a Deus e sua justiça percebemos que o passado, as raízes e a cultura doméstica nos afasta de dEle. Assim devemos renovar nossa mente e buscar um novo nascimento para nos tornar filhos de Deus e viver a verdade. Lembrando de onde saímos, contudo não esquecendo que o amor a Deus é acima de todas as coisa.
INTENSA QUE FALA NÉ?!
Nascemos assim, com células e células a mais de intensidade no corpo. Somos 800 ou 8000, tudo ou nada, agora ou nunca. Se AMAMOS alguém, exageradamente é com poder de um bom coração. Mas se deixamos de amar, querer alguém, é na mesma intensidade. Fica estampado na cara a nossa falta de simpatia a alguém que emana energia ruim. Quando estamos felizes é exageradamente na mesma proporção do amor ,não conseguimos nem conter o sorriso que fica preso de orelha a orelha, mas se estamos triste é com o mesmo exagero e aí choramos como se o mundo fosse se desfazer. Furacão, calmaria nada pouco ou morno. O problema é que quando vem desenganos, decepções , deslealdades nos sentimos arrebentados tudo é em dobro,e a dor é latente... Ser intensa é pular sem olhar e se arrebentar acreditando em quem nos cerca. É sofrer com a dor dos outros, é exagerar literalmente em tudo. Para NÓS os intensos não tem meio termo o NÃO É NÃO!
A vida é uma constante mudança. Desde o momento em que nascemos, somos submetidos a mudanças contínuas, algumas grandes e outras pequenas, que moldam quem somos e quem nos tornamos. No entanto, há uma verdade que permanece constante: nossa essência.
A essência de uma pessoa é o núcleo de quem ela é, suas características fundamentais que permanecem inalteradas ao longo do tempo. Ela pode ser vista como a soma de nossas crenças, valores, personalidade e caráter. Essas coisas são a base do que nos faz únicos e especiais, e elas permanecem conosco independentemente das mudanças que possamos enfrentar na vida.
Embora a essência seja inerentemente constante, ela pode ser influenciada pelas mudanças que ocorrem em nossas vidas. Por exemplo, experiências traumáticas podem mudar a maneira como vemos o mundo, mas não mudam nossos valores centrais. A idade pode trazer maturidade e sabedoria, mas não muda nossa personalidade.
Assim como a vida é uma jornada de mudanças, a essência é uma jornada de autoconhecimento. Conhecer e entender nossa essência é fundamental para tomar decisões e escolhas que nos levem em direção a uma vida plena e significativa. Quando estamos alinhados com nossa essência, sentimos uma sensação de paz e propósito em nossas vidas.
No entanto, nem sempre é fácil permanecer fiel à nossa essência em um mundo em constante mudança. A pressão da sociedade, a influência dos outros e as exigências do trabalho podem nos desviar do nosso verdadeiro eu. É importante lembrar que a mudança pode ser boa, desde que não sacrifiquemos quem somos no processo.
Em resumo, tudo muda, mas a essência permanece a mesma. A essência é a base de nossa identidade e é a força que nos permite crescer, aprender e evoluir. Conhecer e honrar nossa essência é fundamental para levar uma vida significativa e autêntica.
Desde o momento em que nascemos, somos submetidos a mudanças contínuas. No entanto, há uma verdade que permanece constante: nossa essência.
ORGANIZANDO O CAOS
Nascemos em forma de um verdadeiro caos
E procuramos vida a fora encontrar equilíbrio
Procuramos urgentemente nos organizarmos
Até para sobrevivermos e vivermos em sociedade.
Se não houvesse limites e uma certa ordem
Creio que a existência de todos nós seria
Ainda mais precarizada e improvável.
Tudo se está dito nas primeiras palavras.
E se tudo posso, acabo invadindo o espaço do outro
Que acaba sendo privado de liberdade
Ao ter seu espaço por mim invadido.
Para convivermos como seres parcialmente normais
Apesar de sermos animais carnívoros e as vezes irracionais
Não podemos nunca renunciarmos a cultura.
Num mundo repleto de contradições, o maior erro inato nos invade, pensamos que nascemos para a felicidade, e assim, de decepção, enchemos a estrada.
Desde cedo nos dizem que o mundo é generoso, que há muito a nos oferecer, a conquistar, e acreditamos mesmo que há tanto a ser encontrado em um mundo cheio de encantos, ingerimos ingenuamente a ilusão de que o mundo nos preenche, mas descobrimos, desiludidos, o vazio, onde a promessa de alegria não se mantém. Não atoa trazem os idosos em seu olhar, expressões de desapontamento, tão sombrias assim, pois sabem que o mundo não traz consolo, e a felicidade não está nos planos. Eles carregam consigo a expressão da desilusão, o peso do sentimento de acreditar que a felicidade era o destino a nos encontrar.
A vida, que não possui valor intrínseco, segue adiante pelas necessidades que temos, e pelas ilusões que nos mantêm em movimento, sempre em busca de algo que nem sabemos bem o quê.
A felicidade, ilusão dos planos traçados, não está contida no nosso percurso comum. Buscar ser feliz soa como ambição vazia, pois a felicidade é dádiva, é presente do além, que o cosmos nos brinda com momentos de pura sorte. Ditadura da alegria, busca incessante pela felicidade ideal, enquanto descobrimos que é no aprendizado que está o real.
E a dor? Ah, a dor é companheira fiel, realidade fundamental, verdadeira. Por vir, há dores e mortes, inevitáveis passagens, e em face desses desafios, quem seremos nós? A jornada revela nossa verdadeira natureza, revela a força que abrigamos em nossos seres, exige respostas que não temos, nos faz questionar o que somos de verdade.
Nas contradições, encontramos lições, as acolho como sábios e íntimos irmãos.
O mais cômico é que em meio a esses paradoxos enxergo a beleza do viver, e surge outro grande paradoxo, o de sorrir diante da dor.
Não é difícil perceber que a dor em si não nos arrasta ao abismo do niilismo, pelo contrário, revela sua função vital, ao confrontar-nos com o que é mais profundo. A dor nos impele a questionar e buscar respostas, e é a arte que converte lágrimas em pensamentos grandiosos, sofrimentos em ensinamentos, e esse em sabedoria.
Vencer todos os dias? A escolha é sua!
Em nossa vida, nascemos já com a ideia de que temos que VENCER... Propósitos que não entendemos, mas que o sistema nos força a pensar que a vitória é o caminho do sucesso!
Sucesso eu acho que é cada manhã você acordar ,é uma vitoria se tiver saúde, depois família, amigos...
Se pelo menos tiver uma destas coisas, já uma realização , só de estar vivo já é a maior vitória.
Não são as suas conquistas que o tornam mais vitorioso e sim as coisas que consegue manter ao seu lado dia a dia, como voltar para casa, ter uma família te aguardando, isso para mim é vencer.
O alicerce da vida é fincado na terra desde que nascemos, e tudo nela feito só se esvai quando qualquer lembrança do feito deixar de existir.
Desenvolvemos no correr do tempo o nosso olhar como único, pessoal e distinto. Nascemos com eles bem limpos, iguais a todos, mas aos poucos lhe damos pequenas marcas, manchas ou lentes que até deturpam aquilo que se vê, sempre em prol daquilo que se quer ver.
Todos nós nascemos campeões naquilo que acreditamos, por isso você deve acreditar firmemente em algo.
Não nos intitulamos Xamãs, nascemos Xamãs, honramos a ancestralidade e os ensinamentos. Reconhecemos a nossa parte curandeiro, o dom de elevar o espírito e agradecer a beleza da vida.
Não se torna um Xamã, não há escola que possa te tornar um Xamã, não se está Xamã, se É Xamã.
Filhos de Xamâ
Não se tornam Xamãs só porque nasceram desta energia.
Ser Xamã é uma responsabilidade imensa, é cuidar, é amar, é ajudar os outros na evolução sem medo, sem julgamentos, sem críticas. Ser Xamã é ouvir a voz interior, a voz dos seus ancestrais ensinando às vezes com duras palavras, outras de forma amorosa que o verdadeiro caminho é o da verdade e do Amor.
Ser Xamã é Ser Gaya em todos os aspectos não para agradar o outro ou para mostrar o quanto você é “salvador da natureza”, pois está beleza e do ego e a natureza não precisa ser salva.. É Ser Gaya em essência. E nutrir seu ventre de coisas boas e sair espalhando pela estrada que passar. E reconhecer o Ser que é... reverenciar, honrar e amar todos os Seres!!!
Nós nascemos da mistura
E todos temos defeito.
Vamos deixar de frescura!
E acabar com preconceito.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Não nascemos para morte
E sim pra felicidade
Nascemos para viver
E para imortalidade.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
25/03/2024
🌞
"Nós nascemos um para outro.
Basta ver em nosso olhar.
Mas vivemos separados;
como o sol e o luar.
O importante lembrar que o brilho
do êxtase deles é tão grande que
aconselha-se não olhar para o céu nesse momento...
Seus olhos podem cegar de ver
tanto amor."
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