Nascemos sem Pedir e Morremos sem Querer Entao
Criamos raízes profundas em solos onde não nascemos, muitas vezes sem perceber a força desse vínculo. A solidez de um novo lar ou de uma nova fase se constrói no silêncio do cotidiano. Só tomamos consciência do tamanho dessa fundação quando aceitamos o risco temporário de perder o que já se tornou fixo, firme e real. É na vulnerabilidade do desapego que descobrimos onde o nosso coração realmente fincou base.
E TUDO JÁ ESTAVA ESCRITO...
Quando nascemos trouxemos junto um bloquinho de notas, lápis e uma borracha.
E vamos anotando nossa história, algumas vezes corrigimos, outras vezes apagamos e muitas vezes arrancamos uma folhinha e refazemos novamente e assim o bloquinho vai terminando. Então, decidimos comprar um caderno bonito e bem encadernado e com bastante folhas para passar tudo a limpo, mas aí a gente se dá conta que o lápis já está sem ponta e gasto (de tanto usar e apontar) e a borracha já nem existe mais…
Por que?
- Tudo já estava escrito!
A PRIMEIRA CORDA BAMBA
(Entre o cordão umbilical e o aprendizado da queda.)
Nascemos em uma corda bamba chamada cordão umbilical. Caminhamos entre acertos e erros e, até encontrar a perfeição, levaremos muitos tombos; o equilíbrio exige muita disciplina.
Lu Lena / 2026
O RASCUNHO DEFINITIVO
(A ilusão de que podemos passar a vida a limpo)
Quando nascemos, trazemos conosco um bloquinho de notas, um lápis e uma borracha.
Ao longo dos dias, vamos anotando nossa história. Algumas vezes corrigimos o que foi feito; outras, apagamos. Muitas vezes, arrancamos uma folhinha inteira para refazer o caminho, e assim o bloquinho vai diminuindo.
Chega um momento em que decidimos comprar um caderno bonito, bem encadernado e com muitas folhas, com a intenção de passar tudo a limpo. É aí que nos damos conta: o lápis já está gasto e sem ponta de tanto usar, e a borracha já nem existe mais...
Por quê?
Porque tudo já estava escrito!
Lu Lena / 2026
"Nascemos de ventres potentes para sermos livres, não para sermos alvos. Onde há consciência, não há espaço para o desrespeito."
— Ginho Peralta
"Nascemos de mulheres para sermos seus aliados, não seus algozes. Respeitar o feminino é honrar a própria origem."
— Ginho Peralta
Segundo Shakespeare, nascemos chorando nesse teatro de loucos.
Eu nasci negando.
Nego tudo, nego a origem.
Nego o passado, nego o presente, nego o futuro.
Nego a ideia de túmulo eterno,
a ideia do pó que volta ao pó.
A intensidade do pensamento é tão grande, tão imensa,
mas a gente pensa que isso, essa energia etérea,
aprendeu a migrar para outros mundos,
outros fundos, outros abismos.
E aí, mesmo essa ideia que seria sublime, confortante, eu nego,
porque não há plenitude na mente que estaciona
e aceita qualquer coisa como verdade absoluta.
Nasceram originais, não queiram ser cópias
Todos nós, seres humanos, nascemos livres e iguais perante a lei, mas na nossa essência, somos todos diferentes uns dos outros. Cada um nasce com as suas características físicas, mentais e emocionais distintas das do seu vizinho. Acontece, porém, que o ambiente em que vivemos nos vai moldando e, muitas vezes, nos igualando ao companheiro de jornada na mentalidade, na maneira de atuar perante o mundo e os outros.
E, aqui, é que está o problema: tornamo-nos cópias uns dos outros, produtos da mesma fornada. Não nos queremos distinguir, porque temos medo do julgamento dos outros, somos cordeiros muito bem comportados. Não estou a defender revoluções, apenas, que sejamos originais, que pensemos pela nossa cabeça, que ajamos de acordo com os nossos valores e características únicas.
Nascemos originais, não queiramos ser cópias.
A vida não é a busca de um fardo pesado para se carregar, nascemos para ser livres e não escravos, podemos mudar e buscar algo mais leve sempre que necessário.
Nascemos para evoluir verdadeiramente como seres detentores de alma e coração, junto ao Criador de todas as coisas e nada a mais. Há coisas que não tem preço e nos são providas gratuitamente, desde que saibamos enxergar o outro lado da moeda!
[20 pras 3 da tarde
numa quinta-feira abafada]
Nascemos tarde demais, para dizer alguma coisa que nunca foi dita. Mas podemos trabalhar com a forma de dizê-la.
Talvez, apesar da consciência, o humano seja apenas mais uma espécie primitiva, no limiar da evolução, aguardando o empurrão para evoluir.
Desesperada por atribuir sentido a tudo, em um universo que não se importa com o significado de nada.
18/04/23
Michel F.M.
O sentido da vida é a morte. Nascemos para morrer e seguimos em direção a esse destino. Mas o que nos leva até ele são as escolhas que fazemos em vida. Cada escolha gera consequências, e essas consequências se tornam nossas lições.
O que aprendemos ao longo da vida é o que deixamos quando partimos. E, no fim, o que realmente fica não são bens ou conquistas, mas os afetos que espalhamos pelo caminho.
Nascemos da argila da terra moldada por mãos estelares e animada pelo sangue do Sagrado; por isso, carregamos o infinito em um corpo que se desfaz.
Reno Fioraso
"A agressividade é inata e não adquirida em humanos. Nascemos com uma tendência a nos tornarmos agressivos, assim como os chimpanzés. E a manifestação de agressividade é contagiante aos pares."
Nascemos dentro de um avião em queda livre. Poucos paraquedas, muitas vozes gritando que não merecemos nenhum.
O dilema é entre o egoísmo de se salvar ou a nobreza em se sacrificar.
"Eu e aqueles dois 'nascemos há dez mil anos...' Mas somente um de nós é vivo!"
Frase Minha 0119, Criada no Ano 2007
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
