Nao Vou Mentir
Quem é ela na noite escura?
É a luz que não se apaga!
Quem manda no meu silêncio?
É o nome dela ecoando na alma!
O que faço quando o mundo pesa?
Eu penso nela e sigo em frente!
Quem segura minha coragem?
O amor que aprendi a chamar pelo nome dela!
Se eu cair, quem me levanta?
Ela, mesmo sem saber!
Se eu sangrar por dentro, quem cura?
O sorriso dela, mesmo distante!
Por quem vale lutar até o fim?
Por ela!
Por quem o coração não recua?
Por ela
— minha guerra,
minha paz, minha vitória!
O princípio da finalidade não se apresenta como um elemento constitutivo, mas sim como um guia regulamentador, que orienta e estrutura a nossa compreensão do mundo, permitindo-nos discernir significado e propósito nas complexidades da existência.
Não é a abundância de posses que nos enriquece, mas sim a liberdade de prescindir do supérfluo, permitindo-nos viver com simplicidade, gratidão, generosidade, e encontrar a verdadeira riqueza na essência da vida.
Minha essência não se molda mais às superficialidades do mundo. Ela se tornou uma casca dura demais para intenções dúbias. Isso afasta, inevitavelmente. O autoconhecimento liberta, porque nos devolve a consciência e o poder de escolher aceitar, ou não, certas interações.
O Silêncio como Morada do Ser
Oh, o silêncio…
Não apenas a ausência de sons,
mas a presença plena do que é essencial.
Quando tudo ao redor se cala,
o ser humano reencontra a si mesmo —
e compreende que a quietude
não é um vazio, mas uma forma mais alta de existência.
No silêncio, a consciência se expande.
Ali descobrimos que a paz não é algo a ser alcançado,
mas algo que sempre esteve disponível,
embora oculto sob o peso do barulho e da pressa.
O silêncio nos devolve o centro,
recoloca cada pensamento em seu devido lugar
e revela a profundidade que o cotidiano tenta encobrir.
O tempo, nesse espaço silencioso,
mostra-se não como inimigo,
mas como mestre da revelação.
Ele nos ensina que só existe um instante real: o agora.
E é somente nele que podemos agir, compreender e transformar.
É por meio do tempo
que a sabedoria se desdobra lentamente,
quase imperceptível,
como uma chama que cresce sem alarde.
Essa sabedoria — a mais elevada das virtudes humanas —
não se adquire por excesso de palavras,
mas pela escuta atenta do próprio ser.
E, quando finalmente silenciamos,
percebemos que há em nós
algo que não é afetado pelo tumulto do mundo:
uma centelha do divino,
uma presença íntima e eterna
que só se revela a quem tem coragem de ouvir o próprio silêncio.
"Não é só a troca, é o vazio que fica.
Como se eu tivesse sido colocada numa prateleira esquecida,
enquanto a novidade brilhou mais que a história.
E eu sei, ninguém substitui ninguém,
mas dói quando percebo que ocupei um espaço provisório
naquilo que, pra mim, parecia ser eterno."
Carrego no peito um vazio que pesa,
lembranças cortam, a mente não sossega.
Entre saudade e silêncio, sigo em frente,
coração cansado, mas ainda resistente.
Já chorei no escuro, já quis sumir,
mas encontrei no abraço razões pra existir.
Minha rede me ampara
quando a queda ameaça,
me segura firme,
transforma dor em graça.
Sou feita de queda,
mas também de coragem,
na dor escrevo versos, tatuo a paisagem.
E mesmo que a vida me teste
sem fim,
eu sigo inteira,
sigo sendo… eu, Lucci, enfim.
Marca que Floresce em Mim
Não foi no corpo que aprendi quem sou,
foi na alma lugar onde a dor vira rito,
onde o silêncio fala alto e o tempo guarda memórias
que às vezes voltam como vento antigo.
Mas mesmo quando a vida pesa,
meu coração insiste em pulsar bonito.
Carrego cicatrizes que ninguém vê,
mapas secretos de quedas e renascimentos;
já caminhei quebrada por dentro,
já temi o escuro dos meus próprios pensamentos.
E ainda assim, no meio do medo,
descobri que existe luz no meu movimento.
Hoje sei: não sou só o que doeu,
sou o que resistiu, o que cresceu, o que escolheu ficar.
Sou raiz que treme, mas não se desfaz,
sou coragem que aprende a respirar.
E mesmo com marcas que moram na alma,
eu sigo viva e sigo a me reinventar. ✨
O que Permanece em Nós
Não é o peso do ouro que conta,
nem o som das coisas que juntamos
é o perfume das atitudes
que fica no coração de quem caminhou ao nosso lado.
Somos feitos das sementes que espalhamos:
gestos de cuidado, coragem e ternura,
cicatrizes que viram aprendizado,
silêncios que se transformam em cura.
Que a memória sobre nós
não fale de números ou conquistas frias,
mas de vidas tocadas pela nossa presença,
pela fé, pela bondade, pela alegria.
Porque a herança acaba com o tempo,
mas o que nasce dentro das pessoas floresce:
o amor que damos, esse não termina
é o legado que permanece.
✨Entre o tempo do corpo e o tempo da alma🍂
Maturidade não tem a ver com idade, e sim com postura. Há quem acumule muitos anos de vida, mas pouca bagagem interior
Porque maturidade não está na numeração da idade, mas na forma de agir: tem gente que soma anos, mas não evolui na consciência.
Entre o tempo do corpo e o tempo da alma,
é a postura que mostra quem já cresceu.
Porque a idade passa, mas a consciência fica,
e a maturidade nasce do que a gente escolheu.
(...)Você não foi capaz de me dar prazer, só me quebrou.
Brincou com meus sentimentos.
Eu duvidei, sim… mas me reconstruí(...)
O fato de termos laços de sangue
não me obriga a amá-lo.
Há pessoas que, se não fossem nossas parentes,
não seriam nada nossas.
Nem sempre perdoar
significa permanecer.
Cortar laços com quem te faz mal
não é frieza
é proteção.
Às vezes precisamos do distanciamento mínimo
para não ser feridos,
para não ser magoados de novo.
O fato de termos laços de sangue
não me obriga a amá-lo.
Há pessoas que, se não fossem nossas parentes,
não seriam nada nossas.
A mulher elegante não discute
com quem precisa da mentira
para sustentar a própria identidade.
Ela escolhe a paz.
Ela escolhe a si.
Não se complica,
não se prende a conflitos:
prefere o silêncio,
a resposta interior,
a força e o respeito próprio.
Nem sempre perdoar significa permanecer;
às vezes, é preciso tornar-se inacessível não por orgulho,
mas para impedir que a ferida se repita.
Não somos terreno baldio
para o lixo afetivo de ninguém.
Morena linda, de cachinhos na cabeça,
entre passos e remelexo, não para de aticar.
Morena linda, com rostinho de menina,
faz biquinho de deboche, provocando com o olhar.
O sanfoneiro que tocava o xote pouco bom do trote se perdeu do norte,sem poder se encontrar.
E a gorda feia, tipo uma baleia com fogo nas ventas, repetia a todos que aquilo não era dançar.
Todo digno cavaleiro rosa-cruz como bom pastor sabe que a maioria dos tesouros que persegue não serão encontrados isoladamente sem a acolhedora lua cheia, pois não são para hoje e muito menos para este mundo.
