Nao Vou Mentir

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Amiga como você eu nunca vou esquecer, porque o lugar desse tipo de amiga é no coração, e tudo que está no coração para mim é eterno, inesquecível!

Cansada de gritar. Acho que vou latir

⁠Querem saber? Existe o inferno e existe um lugar pior que o inferno. E eu vou me lembrar de tudo. Não vou esquecer nada.

Hoje vou apagar
do meu calendário
dois dias:
Ontem e Amanhã!
Ontem foi para aprender!
Amanhã será uma conseqüência
do que posso fazer hoje.
Hoje enfrentarei a vida
com a convicção de que este dia
nunca mais retornará.
Hoje é a última oportunidade
que tenho de viver intensamente.
Já que ninguém me assegura
que amanhã verei o amanhecer.
Hoje terei coragem para não deixar passar as oportunidades que se apresentam, que são as minhas chances de triunfar!
Hoje aplicarei a minha riqueza mais apreciada: O meu tempo!
Meu trabalho mais transcendental:
A minha vida!
Passarei cada minuto apaixonadamente para transformar este dia num único e no melhor
dia da minha vida!
Hoje vencerei cada obstáculo
que surgir no meu caminho
acreditando que vencerei!
Hoje resistirei ao pessimismo
e conquistarei o mundo
com um sorriso
com uma atitude positiva
esperando sempre o melhor!
Hoje farei
de cada humilde tarefa
uma sublime expressão!
Hoje terei meus pés sobre a terra
compreendendo a realidade!
E as estrelas cintilarão
para inaugurar o meu futuro.
Hoje usarei o tempo
para ser feliz!
Deixarei as minhas pegadas
e a minha presença
nos corações queridos!
Venha viver comigo
uma nova estação
onde sonharemos
que tudo o que nos propomos
pode ser possível!
E ousaremos brindar
a próxima manhã
com a certeza
de um dia melhor.

Nunca sei ao certo o que vou ser de um minuto para o outro.

E quando te perguntarem como é possível, vou sorrir e dizer, que o propósito de Deus é mais forte do que a incerteza da humanidade!

Quando vou dormir, meu coração está em perfeita paz e tenho um sono bem tranquilo porque Deus, meu Senhor, me dás a mais perfeita segurança. (Salmos 4:8)

Podem me ferir. Eu nem vou piscar, porque sou uma rocha. Podem me deixar no escuro. Eu sou uma rocha com luz própria. Não quebro e não viro cinzas… porque desafio a natureza. Eu sobrevivo. Eu sou… um diamante!

PEÇO SILÊNCIO

Agora me deixem tranquilo.
Agora se acostumem sem mim.

Eu vou cerrar os meus olhos.

Somente quero cinco coisas,
cinco raízes preferidas.

Uma é o amor sem fim.

A segunda é ver o outono.
Não posso ser sem que as folhas
voem e voltem à terra.

A terceira é o grave inverno,
a chuva que amei, a carícia
do fogo no frio silvestre.

Em quarto lugar o verão
redondo como uma melancia.

A quinta coisa são os teus olhos,
Matilde minha, bem-amada,
não quero dormir sem os teus olhos,
não quero ser sem que me olhes:
eu mudo a primavera
para que me sigas olhando.
Amigos, isso é quanto quero.
É quase nada e quase tudo.

Agora se querem, podem ir.

Vivi tanto que um dia
terão de por força me esquecer,
apagando-me do quadro-negro:
meu coração foi interminável.

Porém porque peço silêncio
não creiam que vou morrer:
passa comigo o contrário:
sucede que vou viver.
Sucede que sou e que sigo.

Não será, pois lá bem dentro
de mim crescerão cereais,
primeiro os grãos que rompem
a terra para ver a luz,
porém a mãe terra é escura:
e dentro de mim sou escuro:
sou como um poço em cujas águas
a noite deixa suas estrelas
e segue sozinha pelo campo.

Sucede que tanto vivi
que quero viver outro tanto.

Nunca me senti tão sonoro,
nunca tive tantos beijos.

Agora, como sempre, é cedo.
Voa a luz com suas abelhas.

Me deixem só com o dia.
Peço licença para nascer.

Pablo Neruda
Presente de um poeta

Vou te dar a escolha que eu nunca tive.

INESQUECÍVEL AMOR.
Perdoa-me por insistir, e dizer tantas vezes que vou te esquecer.
E volto a te escrever.
Por não cumpri a promessa que te fiz de não mais te procurar.
Sinto-me enganada por este coração...
E percebendo a minha insanidade de achar que suas palavras eram belas
e me caiam como melodia...
Puro engano... Eram palavras ásperas e fúteis...
E mesmo assim volto a te escrever, só para sentir um pouco de você...
Para ver o seu sorriso ao longe, e assim aquietar meu coração de vez.
Mas de você tenho só o silencio que se rompe com o som dos teclados,
depois de passar horas pensando se devo novamente reviver o passado.
Ingrato TU ES! Oh doce criatura, pois a cada encontro tudo que você disse destruiu em um breve momento todo o encanto de harmonia, e meu coração ficou despedaçado.
Não encontro mais aquele jovem de palavras doces... Onde estais? Perdeu-se na ilusão.
Pensas tu oh! Doce criatura que deixaria levar-me pelo pecado da carne? Engana-te, pois meu coração só sabe amar e entregar-se por amor... Seja como for! Perdoa-me por ainda alimentar este inesquecível AMOR.

"Mesmo que morramos carnalmente,
Mesmo que deixemos de existir para o mundo,
Pra alguém, vou sempre viver.
Enquanto alguém que lembrar de mim viver,
Viverei no mesmo corpo, no mesmo coração.
O amor é capaz de retardar a morte,
Principalemte pelo fato de a alma de todos ser imortal."

Eu vou apagar esse sorriso do seu rosto sabe tudo

Eu sei que algum dia vou conseguir sair daqui
Mesmo que demore a noite toda ou cem anos
Preciso de um lugar para me esconder, mas não consigo encontrar nenhum por perto
Quero me sentir vivo, lá fora não consigo enfrentar meu medo

E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o voo.

Eu prefiro ficar fingindo que estou bem, porque sei que vou sofrer mais ainda ao esperar que alguém se importe comigo.

Vou te beijar, te morder e sorrir entre os beijos. Porque, além de safado, também sou meigo.

Eu sou tipo. Tipo. Sou tipo uma granada, mãe. Eu sou uma granada e, em algum momento, vou explodir, e gostaria de diminuir a quantidade de vítimas, tá? Eu sou uma granada. Só quero ficar longe das pessoas, ler livros, pensar e ficar com vocês dois, porque não há nada que eu possa fazer para não ferir vocês; vocês estão envolvidos demais, por isso me deixem fazer isso, tá? Não estou deprimida. Não preciso sair mais. E não posso ser uma adolescente normal porque sou uma granada.

Hazel Grace
GREEN, J. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012

Nota: Frase do personagem do livro "A Culpa é das Estrelas" de John Green

...Mais

Vou te cobrar em dobro cada beijo e cada afago que está fazendo falta. Quão grande é a falta que me fazes, se soubesses somavas a mim e nunca mais sairia do meu domínio. Mas não é tão simples assim, sua dívida ainda será multiplicada pelo triplo de segundos que estás longe, elevada ao quádruplo da ausência que me causou, e somada ao número de pensamentos que te desejam perto de mim. Queria subtrair essa distância, e dividir contigo todos os meus sorrisos, carinhos e dengos.Talvez essa equação insana leve algum tempo até ser totalmente calculada. Mas espero desenvolvê-la com sabedoria para obter um conjunto positivo de alegrias, realizações e aprendizado. Ainda que não conheça direito a fórmula pra te conquistar, estarei aqui pensando, testando, buscando a melhor maneira de te ter só pra mim.

GOSTO QUANDO ME FALAS DE TI

Gosto quando me falas de ti... e vou te percorrendo
e vou descortinando a tua vida
na paisagem sem nuvens, cenário de meus desejos
[tranqüilos

Gosto quando me falas de ti... e então percebo
que antes mesmo de chegar, me adivinhavas,
que ninguém te tocou, senão o vento
que não deixa vestígios, e se vai
desfeito em carícias vãs...

Gosto quando me falas de ti... quando aos poucos a luz
vasculha todos os cantos de sombra, e eu só te encontro
e te reencontro em teus lábios, apenas pintados,
maduros,
mas nunca mordidos antes da minha audácia.

Gosto quando me falas de ti... e muito mais adiantas
em teus olhos descampados, sem emboscadas,
e acenas a tua alma, sem dobras, como um lençol
distendido,
e descortino o teu destino, como um caminho certo, cuja
primeira curva
foi o nosso encontro.

Gosto quando me falas de ti... porque percebo que te
[desnudas
como uma criança, sem maldade,
e que eu cheguei justamente para acordar tua vida
que se desenrola inútil como um novelo
que nos cai no chão..."

(Do livro "Quatro Damas" 1ª Edição, 1965)