Nao Vim para Satisfazer suas Expectativas
Gosto das pessoas sinceras,
Daquelas conhecidas como as SEM máscaras.
As que Não escondem sua verdadeira face,
E sentimentos mais confusos.
Gosto de gente com "coração de carne".
Te perde em mim e te acho pra semrpe
Esuqeça do passado não se preocupe com o Futuro
Por que hoje vou te dar motivos pra sonhar acordada por toda a eternidade
Não só Shakspeare aprendeu com o tempo
Eu aprendie que naõ existe razões suficientes para uma busca excesiva,aventurando-se a um futuro tão imprevisivel,deixando de aproveita de um presente maravilhoso e cheio de oportunidades unicas,que se não aproveitadas e saboreadas devidamente podem acabar trnsformando-se em frusatações sem medida.
Não tenho medo de me expor. Não tenho medo de jogar na tua cara meus defeitos, nem muito mesmo minha dor. Não tô nem ai. Em mente só a necessidade de entender o ilógico como o mais acertado, afinal somos feitos de carne e osso e isso dói. Mas a dor já mora aqui há algum tempo. Não te quero, não quero tua voz, nem teus abraços, tua pele, teu cheiro, nem muito menos tua irritante mania de ser imperfeito, érr… nem esse teu lado irônico e cruel. Nunca quis. Sou simples, introspectiva, criança demais kk e o que quero com você eu já tenho, e o que eu sinto quando venho aqui e leio tuas coisas isso não se pode arrancar, só me pertence. Perdi o teu olhar mas não a tua essência.
ps: … e eu com essa péssima mania de achar que o mundo todo é plateia de um circo onde o palhaço sonhador e sem graça sou eu. Pelo ou menos eu faço rir.
Duas pessoas discutirem e não chegarem a uma conclusão igual, é a melhor prova de que cada ser humano tem o seu valor e identidade própria.
Se você não tem intimidade comigo, não chegue me xingando de “brincadeira”, porque você só vai me causar asco.
Eu não controlarei ou restringirei coisas que eu não entendo.
Agora eu percebo que sou melhor e mais forte...
(Wherein Lies Continue)
Tudo que acontece tem um motivo e uma razão para acontecer. A vida não é tão simples como se pensa, mas se fosse, qual seria a graça de vivê-la ?
Quando um amigo morre, uma coisa não lhe perdoamos: como nos deixou assim sem mais nem menos, assim no ar, em meio de algo que lhe queríamos dizer ou – pior ainda – em meio do silêncio a dois no bar costumeiro? Que outros hábitos, que outras relações terá ele arranjado? Que novas aventuras ou desventuras de que não nos conta nada?
