Nao Vim para Satisfazer suas Expectativas
Que toda energia negativa que chegar até aqui tome o caminho de volta! Aprendi que não se deve ficar com o que é dos outros!
Não sofremos por amor, sofremos apenas por gostar demais de pessoas que não valorizam nossos sentimentos.
As pessoas não dão valor àquilo que elas acham que pode ter a qualquer momento. Só dão valor quando perdem, procuram e não acham mais o que tanto lhe fazia bem! Se você tem uma pessoa assim, dê valor enquanto ainda pode, pois amanhã pode ser tarde demais!
Pode não parecer corajoso, mas as vezes evitar o conflito é uma das coisas mais corajosas que alguém pode fazer.
Joseph Conrad uma vez escreveu: "Quem sabe o que felicidade verdadeira é? Não no sentido convencional, mas no terror puro. Para os solitarios ela usa uma máscara. O indigente mais miseravel abraça alguma memoria ou um pouco de ilusão".
O grande professor indiano Nisargadatta Maharaj disse uma vez: “A sabedoria me diz que não sou nada. O amor me diz que sou tudo. Entre os dois, minha vida flui”. “Não sou nada” não significa que há uma árida terra de ninguém interior. Mas sim que, com estado desperto, estamos abertos para um espaço limpo, desimpedido, sem centro ou periferia — em nada separado.
Se somos nada, não há realmente nada para servir como barreira para nossa ilimitada expressão do amor. Sendo nada, assim, também somos, inevitavelmente, tudo. “Tudo” não significa auto-engrandecimento, mas um reconhecimento decisivo de interconexão; não somos separados.
Tanto o espaço limpo e aberto do “nada” quando a interdependência de “tudo” nos desperta para nossa verdadeira natureza. Essa é a verdade que tocamos quando meditamos, um sentido de unidade além do sofrimento. Está sempre presente; precisamos, meramente, ser capazes de acessá-lo.
Mesmo que não entenda o que Deus está fazendo por mim, acredito que seja lá o que for que Ele esteja fazendo, sempre será algo maior e melhor.
Demonstrações de amor podem parecer piegas aos olhos de quem não ama. Mas, aos meus, são como as cores do por do sol; renovam minha alma.
A desconfiança é traiçoeira. Acreditar nela não garante a verdade sobre os fatos... E se não der crédito nunca... Corre o risco de ficar cego.
Aquilo com que não estou satisfeito, dificilmente consigo julgar apto a ser comunicado a terceiros, especialmente na filosofia natural, onde o fantasiar é interminável.
Não sinto mais impulsos amorosos. Posso sentir impulsos afetivos, ou eróticos - mas amorosos, sinceramente, há muito tempo. É estranho, e não me parece falso, mas ao contrário: normal. Era assim que deveria ter sido desde sempre. E não se trata de evitar a dor, é que esse tipo de dor é inútil, é burro, é apego à matéria. Sei lá. E não sei se me explico bem."
