Nao Vim para Satisfazer suas Expectativas

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⁠as vezes eu chego a me perguntar
Como posso te amar tanto?
E não ter me amar o mesmo tanto?

Como eu penso tanto em você
Que acabo esquecendo de mim
Como cuido tanto de você?
Se eu nem tenho cuidado de mim?

Como pode eu ter entregado meu coração
Sem conhecer o seu e saber a sua intenção?

Como pode eu ter gostado
De alguém que não mora longe
E sim se esconde, e vive fugindo de mim?

Inserida por Larissaloraschi

⁠Uma só voz
Ouça essa voz!
Venha, escuta esse gemido!
Espera, não é um gemido, é um choro...
Passou...silêncio!
Ouça novamente, agora um grito!
Correria abafada, vozes caladas.
Está escutando esse suspiro de dor?
Ou será que tudo não foi um grande mal-entendido?
Aquilo que prefere ser escondido:
Mas por que e por quem?
Será que o medo tem algo a haver com isso?
É que a batalha a que nós pertencemos,
Com muitas vitórias e lutas desde o princípio,
Precisa olhar mais atentamente e incluir a quem não está tendo voz.
A quem esteve aqui desde o início, passando seu conhecimento e coragem.
Na luta feminina com tantas conquistas e batalhas a serem travadas;
Nossa vitória somente será plena,
Quando não houver nenhuma mulher sendo silenciada!
E por fim estivermos ouvindo o clamor de: Marias, Odetes, Rosas, Yaras, Aruanas, Potiras, Flavias, Carolinas, Alikas, Amais, Ashias.
Psiiiii, escuta esse barulho!
Não querem que nós escutemos. Mas, assim como nós já estivemos, elas estão pedindo uma oportunidade para lutar!

Inserida por MarcelainePorteiro

⁠e quando eu tiver te esquecendo
Vê se não me manda mensagem,
Pega todos seus sentimentos e bagagens e leve com você

Inserida por Larissaloraschi

⁠sera o silêncio a resposta de tudo?
Porque então eu não consigo ficar quieta?


Porque eu sempre digo o que sinto e o quanto este sentimento me afeta?
Me perdoa mas pra mim também é difícil.


Amar você virou meu novo vício

Inserida por Larissaloraschi

⁠Não quero que minha passagem pela terra deixe apenas lembranças vagas; preciso fazer o suficiente para que sintam saudades.

Inserida por josue_josue

⁠A trajetória do empreendedor e empresário não é um caminho tranquilo. São perdas, recomeços, erros e acertos, angústias, sonhos, mas, acima de tudo, uma vontade insaciável de fazer acontecer, de entregar algo que verdadeiramente gere valor para as pessoas e para si mesmo.

Camila Farani
Desistir não é opção. São Paulo: Editora Gente, 2021.
Inserida por pensador

⁠Se você não sabe aonde quer chegar, todos os caminhos vão estar errados. Se não tem estratégia própria, sempre será a estratégia de alguém.

Camila Farani
Desistir não é opção. São Paulo: Editora Gente, 2021.
Inserida por pensador

⁠aprender a amar
e não a ver as outras pessoas
como um lar.

Inserida por iisafontes

⁠⁠Amor , eternidade e Deus
tem a mesma essência,
não termina Nunca...

⁠Faça uma eliminação na sua vida, retire tudo que não te ajuda.

Inserida por Jose123sev

⁠Um escritor não sabe disfarçar!

Inserida por BiancaChromiec

⁠Sim, não sei o tamanho da sua dor. Não sou capaz de compreender tudo o que passa dentro da sua cabeça, mas se precisar de um amigo, sou todo seu.

Inserida por luisvicthorino

⁠Hoje é Dia dos Professores, é impossível não reconhecer a importância desses verdadeiros heróis do conhecimento. São eles que estendem as mãos, abrem portas e, com sua dedicação, tocam corações.

É uma oportunidade para agradecermos a esses profissionais incríveis que nos inspiram e nos motivam todos os dias. Suas mãos estendidas, suas portas abertas e seus corações tocados são verdadeiras dádivas, presenteando a sociedade com a força transformadora da educação.

Celebremos os professores, homenageando-os e lembrando-nos da importância de valorizá-los. Cada sorriso, cada conquista e cada lição aprendida são o reflexo do trabalho árduo e apaixonado desses verdadeiros heróis do ensino. Mais do que nunca, eles merecem nosso carinho, gratidão e reconhecimento.

Inserida por EdnadeAndrade

⁠Achar o eu não consigo é fácil,
Difícil é saber achar o eu vou conseguir.

Inserida por Wallace01

⁠"Eu não sei que dizer quando alguém me pergunta como estou ,e se digo que não sei explicar,que é só uma dor que sufoca me deixa triste e sem ânimo, sem vontade de continuar existindo"

Inserida por Juliiiii

Oferecer aumento somente quando o colaborador pede demissão, não é valorizar, é apenas medo de perder para a concorrência.

Inserida por estermorgan16

A grama do vizinho parece mais verdinha, pois não conseguimos olhar através das janelas.

Inserida por estermorgan16

As empresas ainda não perceberam que as pessoas não tem prazo de validade e o futuro do trabalho tem cabelos brancos.

Inserida por estermorgan16

⁠Aprenda a não ser Reativo! Pessoas Reativas se tornam Vítimas de seus Próprios Sentimentos.

Inserida por GideonCosta1810

Escopos da vida

Mais uma vez; sozinho!
Estive ontem, também; sozinho!
Amanhã não posso estar diferente.
Afinal de contas, todos os meus amanhãs
Serão sempre, sozinho.

Passei pela vida sem ter religião e nem amigos.
Ou talvez tivesse amigos; mas todos, sem religiões.

Não, não tenho arrependimentos!
Estou hoje entre a covardia de ser eu mesmo
E o mistério que é a covardia de não ser ninguém.
Ainda que para isto; eu me torne subitamente alguém.

Tenho vivido de fronte à tantas portas,
Portas que ninguém mais consegue passar...
Que não passam, porque diante de mim nada passa.

Estou indiferente a mim mesmo.
Porque tudo aquilo que não posso ser
Hoje eu sou!

Mas sem pais.

Ah, se ao menos tivesse um pai.
Se ao menos tivesse um pai, teria os ombros mais leves.
Como um pássaro carregado pela mãe.

Estou sozinho, sendo um bonifrate imaginário, sem imaginações.
Sem imaginações, porque na minha vida nada muda.
Nada melhora e nada piora, nada é novo!
Tudo é velho e cansativo, com a minha alma.

Sou um escritor que faz versos que não são versos.
Porque se fossem versos, teriam melodias e métricas.

Ah, escrever, sem versos e métricas, como a vida.
Ao passo que os meus não-versos prosseguem,
A inabilidade caminha rumo ao meu coração.
Este castelo fantasmagórico, este lugar de terra cinza.

Tudo na minha literatura é velho e cansativo.
Como o autor deitado em uma cama esticado como uma cuíca.
O silêncio do meu quarto fatiga os ouvidos do meu coração.
A minha vida é uma artéria atulhada de lembranças solitárias.

Lembro-me que ao nascer...

O médico olhou-me aos olhos e parou de súbito.
Caminhou pelo quarto e sentou-se em uma cátedra.
Ergueu as mãos ao queixo, apoiou-se fixamente sobre ele.
E ficou ali a meditar profundamente.
Passou-se o tempo e tornei-me infante.

Subi ao céu, observei o mundo e aconteceu;
Deitei o mundo sob os meus ombros.
Depois desci ao pé de uma árvore e adormeci.
Quando acordei estava a chorar de arrependimento.
Na casa que eu morava, já não havia ninguém.

A minha mãe diziam ter ido ao céu; procurar-me!
Não tendo me encontrado, tratou logo de nunca mais voltar.
E por lá ficou, e nunca mais a vi.

Nunca soube por que o destino inóspito lhe tirou a vida...
Se o altruísmo materno é a metafísica de toda a essência
Ou se abúlica vivência é pela morte absorvida,
Não seria à vossa morte um grande erro da ciência?

Talvez um pai!
- Meu pai perdeu-se nos meus ombros,
Era um fardo que eu sustentara sem nunca tê-lo visto.
Todos os meus sonhos e ambições nasceram mortos.

Descobri que a alegria de todos; era o mundo sob os meus ombros.
Olhavam-me e riam-se: Apontavam-me como a um animal.

Quando resolvi descer o mundo dos meus ombros,
Percebi que a vida passou; e nada de bom me aconteceu.

Não tive esperanças ou arrependimentos.
Não tive lembranças, culpas ou a quem culpar.
Não tive pais, parentes e nem irmãos.

E por não tê-los; este era o mundo que eu carregava aos ombros.

Este era eu.
Sozinho como sempre fui.
Sozinho como hoje ainda sou.

Um misantropo na misantropia.
Distante de tudo aquilo que nunca esteve perto.
Um espectador que tem olhado a vida.
Sem nunca ter sido percebido por ela.

A consciência dos meus ombros refletida no espelho
Demonstra a reflexibilidade desconexa de quem sou.
Outra vez fatídico, outra vez um rejeitado por todos.
Como a um índio débil que o ácido carcomeu.

Ah! Esse sim; por fim, sou eu.

Eu que tenho sido incansavelmente efetivo a vida.
Eu que tenho sido o fluídico espectro de mim mesmo.
Eu que tenho sido a miséria das rejeições dos parentes.
Eu que tenho sido impiedoso até mesmo em orações.
Eu que... – Eu que nunca tenho sido eu mesmo.

Ah! Esse sim; por fim, sou eu.

Ouço ruídos humanos que nunca dizem nada.
Convivo com seres leprosos que nunca se desfazem,
Desta engrenagem árida que chamamos mundo.

Ah, rotina diária que chamamos vida.
Incansáveis restos de feridas que sobrevivem,
Nesta torrente da consciência humana.⁠

Inserida por AugustoGalia