Nao Tente Adivinhar o que

Cerca de 616310 frases e pensamentos: Nao Tente Adivinhar o que

"Bons princípios permanecem sem sentido enquanto não se transformam em hábitos."

“Aceite que errar é parte da vida; aprenda com seus erros, mas não permita que o medo de errar impeça você de viver, agir e evoluir.”

Diz o ditado: quem não se arrisca não petisca. E quem se arrisca por demais, pode acabar com as mãos e com o coração vazios.

Não há príncipe ou princesa encantada. Quando a nuvem cor de rosa se dissipa, vem a realidade e mostra que a vida não é um conto de fadas. Portanto, deixe de ilusões!

Doação não compra AÇÃO

Trauma sem entendimento vira dor e sofrimento; dor não acolhida produz no outro a mesma ferida.

“Se fizer bobeira, não vai pro céu.” Menino Bento

Olhei para aqueles olhos castanhos que há tempos me fizeram corar, suspirar e perder a fala e não senti nada, nem um frio na barriga, nem um estremecimento, nem uma aceleração do meu ritmo cardíaco. Senti como se ele fosse a pessoa mais normal e comum do mundo, não aquele alguém especial, só mais uma pessoa no planeta. E com a mesma frieza que ele me tratara dei as costas pensando "tchau pessoa normal,vou colher algumas flores para enfeitar o meu jardim", "tchau pessoa normal,vou achar meus amigos e curtir essa festa", "tchau pessoa normal,vou ser feliz sem você".

Deus não é egoísta, mas deseja ser o primeiro em seu coração.

Não priorize ser um grande pregador sem antes priorizar ser um grande homem.

⁠Não importa o tamanho do começo: quem sabe administrar com responsabilidade aprende o segredo de investir para multiplicar.


Amanda tamiris da maia

Não importa quantas vezes fui ao chão, apenas importo com os motivos que me fizeram se levantar!

Sinta-se orgulhosa. Eu não te troquei por ninguém! E quem dorme comigo na metade do colchão vazio é a saudade...(Patife)

⁠Não dá pra reclamar de violência, deslizando os dedos sobre a Morte ou os Traumas Iluminados de alguém.






Porque, nessa claridade azul, há mais que uma morte à mesa.






A primeira é a visível — os corpos entregues ao espetáculo.






A segunda, a sensível — a alma dos que assistem, lentamente embotada.






A terceira, a coletiva — o apodrecimento ético de uma sociedade que transforma tragédia em passatempo.






E a quarta… a mais cruel — a que quase sempre se esconde no brilho da própria tela, comprada às vezes no mercado negro, com o preço invisível da dor de quem a perdeu.






Há quem, sem perceber, alise o sangue seco nesses vidros, julgando a partir da zona confortável de sua poltrona, o mesmo crime que alimenta.






Banquete farto, servido à luz fria do progresso —
onde cada toque é um gole de conforto e uma migalha de culpa.






É o Banquete das Mortes Iluminadas!

O fato de ninguém ser obrigado a fazer companhia para ninguém não é licença poética para abandonar na solidão quem estava na solitude.

Há uma diferença deveras silenciosa, mas profunda, entre estar só e sentir-se sozinho.

A solitude é uma escolha, um espaço de encontro consigo mesmo, onde o silêncio não pesa e a ausência de vozes não se transforma em vazio.

A solidão, por outro lado, muitas vezes surge quando aquilo que era abrigo se torna isolamento, quando a liberdade de estar consigo cede lugar à sensação de ter sido deixado para trás.

É verdade que ninguém tem o dever de permanecer onde não deseja estar.

Relações não podem ser sustentadas por obrigação, e afeto não floresce sob imposição.

Mas reconhecer essa liberdade não significa ignorar o impacto que nossas ausências produzem na vida de quem caminhava ao nosso lado.

A maturidade das relações não está apenas no direito de partir, mas também na responsabilidade de compreender o que a partida representa.

Muitas vezes, a pessoa que parecia bastar-se não era alguém que dispensava vínculos; apenas havia aprendido a conviver bem consigo mesma.

Confundimos independência com invulnerabilidade e acabamos acreditando que quem aprecia a própria companhia não sente a falta da companhia alheia.

Sentir falta, entretanto, é parte inerente da experiência humana.

Nem mesmo os mais autossuficientes são imunes ao afeto, ao pertencimento ou à dor das rupturas.

Existe uma delicadeza que deveria acompanhar os encontros e desencontros da vida: a consciência de que passamos pela história dos outros deixando marcas.

Algumas são lembranças leves; outras, cicatrizes profundas.

Não se trata de permanecer por pena, nem de carregar responsabilidades que não nos cabem.

Trata-se de agir com humanidade suficiente para não transformar nossa liberdade em descuido e nossa escolha em negligência emocional.

Porque, no fim das contas, a verdadeira consideração não está em nunca partir.

Está em não esquecer que, enquanto estivemos presentes, ocupamos um espaço real na vida de alguém.

E que a forma como saímos desse espaço pode determinar se aquela pessoa continuará habitando sua própria solitude ou será empurrada para uma solidão que nunca escolheu.

Não se preocupe todos os ingressos para a vida desejada estão com hora marcada, aguarde a sua.

“Perder a cabeça não é desculpa para não resolver o problema”.

“O Mentiroso é convencido pelos seus pensamentos que é honesto porque não tem vergonha ao afirmar a verdade.”

“Não sou um ioiô para ficar indo e voltando nas mãos de quem só quer brincar comigo.”

“A leveza da bailarina está nos pensamentos e não no corpo.”