Nao Tente Adivinhar o que

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⁠O feminismo não prega ódio a homens ou modelos de comportamento. Isso é desinformação.
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O feminismo apenas luta por justiça, igualdade, direito à liberdade e respeito. Onde isso é ruim?

Inserida por audreybueno

Metade do que ensinamos não é útil nem interessante, não sabemos a diferença entre educação e opressão, ⁠o direito à Educação é, na verdade, uma obrigação, não investimos na formação continuada dos professores e nem em recursos que enriqueçam a ESCOLA.

Nossa solução: retirar os celulares dos alunos.

Inserida por audreybueno

A maternidade não é um projeto privado. É sempre, infinita e exaustivamente, pública.

Orna Donath
Mães arrependidas: uma outra visão da maternidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.
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Inserida por audreybueno

⁠Uma mulher, depois de ter um filho, renuncia a muitas coisas às quais um homem não renuncia.

Orna Donath
Mães arrependidas: uma outra visão da maternidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.
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Inserida por audreybueno

⁠1. Não gostar da MATERNIDADE não é o mesmo que não gostar dos filhos. Você pode odiar ser mãe, mas sentir o coração explodir de amor pelos filhos.
2. A ambivalência acompanha todas as relações humanas.
3. Você não precisa amar a maternidade para ser uma boa mãe.
4. Não gostar de ser mãe é normal, afinal, mães e escravos têm muito em comum.

Inserida por audreybueno

Diagnóstico não é rótulo, é GPS.
Rótulo é o seu olhar.

Inserida por audreybueno

⁠O objetivo da educação inclusiva não é tornar todas as crianças iguais, e sim valorizar e respeitar as diferenças que existem em todos nós.

Inserida por audreybueno


DIAGNÓSTICO NÃO É RÓTULO, É MAPA.
Sem mapa, como saber onde ir?
Porém, isso não significa que se deva revelar um diagnóstico a qualquer um. Nem todos farão bom uso da informação.
PRESERVE-SE.

Inserida por audreybueno

Não deveríamos ter que advocar pelo direito de INCLUSÃO.


Precisar transformar
o EXERCÍCIO DO BEM e da JUSTIÇA
em lei para que sejam feitos
não é sinal de evolução,
e sim de decadência da humanidade.

Inserida por audreybueno

A genética é uma fdp* sanguinária e sociopata, que não tem a menor cerimônia em transformar a vida de muitos num terror desde o primeiro dia de suas existências,


MAS... vamos ser gratos.

Inserida por audreybueno

⁠ESCOLA APRENDIZ


A escola diz que o aluno não quer aprender.
Mas a escola também não.
A inclusão segue tentando ensinar à escola uma lição:
Se não conhecemos bem a realidade de alguém,
A EMPATIA deve ser nosso GUIA.
Se nos dizem onde dói, perguntamos como ajudar.
Em vez de dizer apenas que é preciso se acostumar.
Se lidamos com pessoas, elas não cabem em fôrmas.
Se a escola semeia a sociedade do futuro,
O que colheremos, então, se a escola não puder
Aprender com a inclusão?

Inserida por audreybueno

A ESCOLA SABE APRENDER?


A inclusão segue tentando ensinar
Que a realidade do outro não se pode julgar
Se nunca percorremos certa rodovia,
A EMPATIA deve ser nosso GUIA
Se nos dizem onde dói, perguntamos como ajudar
Mas a escola diz apenas
Que é preciso se acostumar
Se a escola semeia a sociedade do futuro,
Mas em vez de solidariedade constrói um muro,
O que colheremos, então, enquanto civilização
Se a escola não puder aprender com a inclusão?

Inserida por audreybueno

⁠Sem outros humanos, não sou mais o Outro. Experimento como é ser universal. Nem forte, nem fraca: sou o resultado dos meus gestos. Não sou mais meu rosto, minha idade, meu nome. Desaprendo a tentar caber. Isso demanda disciplina, porque ainda penso dentro dos limites das línguas que conheço, ainda faço associações com as fotos, os livros, os filmes que já vi.

Tamara Klink
Bom dia, inverno. São Paulo: Companhia das Letras, 2026.
Inserida por pensador

⁠Não sei mais descrever o que pensei, o que temi, antes de o frio ser tão presente quanto o ar, antes de a solidão ser minha maior companheira, de o silêncio ser a canção que mais escuto, que mais repito, já não sei mais como era a vida antes de a saudade sumir.

Tamara Klink
Bom dia, inverno. São Paulo: Companhia das Letras, 2026.
Inserida por pensador

⁠Tenho raiva das palavras. Parece que tudo que escrevo é invenção, porque as palavras não são as coisas, são um punhado de manchas e senhas.

Tamara Klink
Bom dia, inverno. São Paulo: Companhia das Letras, 2026.
Inserida por pensador

⁠Eu te amo. De um jeito tumultuado, desesperado, que corrói e dá medo. Mas não começou no momento em que te vi. Começou… antes disso. E… estou com medo. E eu não tenho ferramentas para lidar com isso, mas você me faz sentir coragem. Você me faz sentir tudo. Sei que você não precisa de um homem. Mas eu com certeza preciso de você.

Inserida por pensador

⁠Não sei como é apostar num "para sempre", mas sei de uma coisa. Vocês são a prova de que, às vezes, a vida joga a nosso favor.

Inserida por pensador

⁠Há mistérios que prefiro não desvendar.

Tamara Klink
Bom dia, inverno. São Paulo: Companhia das Letras, 2026.
Inserida por pensador

Tristeza

Ela não bate ao chegar
Adentra o coração e começa a fariar
Ali faz morada
Coloca entulhos de toneladas
Angústia, mágoa, dor
Tudo isso sem pudor
O peito aperta
Ficamos pior que uma favela
Alguns dizem que é doença
Outros que é coisa da cabeça
Remédio não conheço
Ou talvez conheça
Pode ser que ele venha
De um lugar distante
Ou da foto da estante
Então existe cura
É o amor, que loucura
Mas onde o encontro?
Procuro o tempo todo
Mas no fundo eu sei
Que mais uma vez
Vou chorar por não te ver..

Inserida por adrianoaugustosilva

Alegria não é euforia ou sorrisos, mas sim a certeza da paz interior.

Inserida por adrianoaugustosilva