Nao Tente Adivinhar o que
Bonitos não são as pessoas que nascem somente
na aparência e sim aquele(a) pessoa que
Acha dentro da outra um amor sincero.
“Princesa sem príncipe não existe, e conto de fadas sem final feliz muito menos, então deduzi que o encanto não acabou, ele nunca existiu, e é tolice acreditar nisso tudo”
Para que não se possa abusar do poder é preciso que, pela disposição das coisas, o poder freie o poder.
Relacionamentos não são fáceis. Às vezes você tem que ouvir monólogos intermináveis sobre a migração dos triceratops, mas vale a pena para você ter um amigo pra vida toda. E às vezes você tem que comer uns cupcakes nojentos com a sua cara desenhada, mas vale a pena pra fazer a sua mãe sorrir. Às vezes você tem até que dar um desconto pro seu pai, mesmo que ele insista em falar só de chaves de fenda o tempo todo, porque, mesmo que ele não acerte sempre, pelo menos ele tenta, muito mais do que você imagina.
Elementar meu querido Sherlock Holmes,
Elementar que não mataram o sistema,
que não mataram a Helena, não mataram a Inês,
Elementar que a marca não condiz,
que a lupa está suja, que a morte aconteceu,
Elementar que PC é o suspeito, e
o peru foi devorado, elementar que que o fraco sempre sofre, o covarde se escondeu, o bandido sempre nega,
Elementar que Sherlock não existe, tudo isso é uma tolice, invenção de Sir Arthur Conan,
Elementar que a fama superou, que o filme foi gravado, que o mistério acabou,
Elementar que o mordomo é inocente. Quem matou aquela moça, foi algum psicopata,
Elementar que a suspense compensou.
autor - Diógenes Oliveira
"Porque, quando é amor...
A chuva não molha
O vento não leva
O tempo não apaga
A distância... o que quer mesmo dizer isto?!".
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TRES PROFUNDEZAS DA ALMA.
Há emoções que não se anunciam. Elas chegam como uma névoa espessa, silenciosa, cobrindo os contornos daquilo que antes parecia sólido. O coração, então, perde sua linguagem comum e passa a pulsar em um idioma antigo, feito de ausências, reminiscências e pressentimentos. Sentir, nesse estado, já não é apenas reagir ao mundo. É ser atravessado por ele.
O abismo não se abre sob os pés. Ele se revela dentro. É uma fenda íntima, cavada ao longo dos anos por tudo aquilo que foi silenciado, negligenciado, adiado. Ali repousam os afetos não correspondidos, os gestos que não retornaram, as palavras que nunca encontraram voz. Quando o homem olha para esse lugar, ele não vê apenas dor. Ele vê a si mesmo, sem as máscaras que o protegeram e o aprisionaram.
E então surgem as lágrimas. Não como um gesto, mas como uma rendição. Elas descem sem pedir licença, traçando no rosto a cartografia de uma história que não pôde ser dita de outro modo. Cada lágrima é uma ruptura com a rigidez, uma recusa em continuar fingindo força onde só há exaustão. Elas não explicam. Elas revelam.
Há um instante, raro e devastador, em que emoção, abismo e lágrimas se encontram. Nesse ponto, o homem não pode mais fugir. Tudo o que ele evitou o envolve com uma clareza quase insuportável. E ainda assim, há uma estranha dignidade nesse encontro. Porque ali, no fundo mais escuro, algo começa a se reorganizar. Não como consolo fácil, mas como verdade incontornável.
Poucos permanecem nesse lugar sem se fragmentar. A maioria retorna às distrações, às superficialidades que anestesiam. Mas aquele que suporta permanecer, ainda que ferido, descobre uma forma mais austera de existência. Uma vida que não se sustenta em ilusões, mas em consciência.
E quando finalmente as lágrimas cessam, não por ausência de dor, mas por esgotamento do engano, resta um silêncio diferente. Não mais o silêncio do vazio, mas o da compreensão. Um silêncio que não consola, mas sustenta.
Porque há dores que não pedem alívio. Pedem apenas que sejam vividas até o fim. E é nesse fim, tão íntimo quanto inominável, que o ser se reconhece, não como queria ser, mas como verdadeiramente é.
Não devemos nos preocupar em como as coisas são, mas nos maravilharmos por elas serem, por existirem.
Não é a sociedade que determina o futuro das pessoas, são as pessoas que determinam o futuro da sociedade.
É preciso amar não por um instante, só casualmente,
mas sempre até o fim.
De amar casualmente somos todos capazes,
até os malvados.
Ando com saudade do meu sorriso.
Aquele que só aparece quando estou com você...
Sorriso bobo, descontrolado.
Aberto.
Igual às portas do meu coração...
Às vezes você me pergunta
Por que é que eu sou tão calado
Não falo de amor quase nada
Nem fico sorrindo ao teu lado.
Se não deu certo, tenta de novo. Se for pra acontecer, mesmo que com muito trabalho rola! SE FOR PRA DESISTIR DESISTA DE SER FRACO.
Se tem alguma coisa que estou aprendendo com essa louca existência é não julgar o próximo. Não nego que já julguei os outros, e muito, e que atire a primeira pedra quem nunca julgou. É inevitável, entretanto, com o tempo, acredito que seja controlável. Julgamento é uma opinião egoísta sobre algo que idealizamos, e tendemos a nos decepcionar e ficar irritados quando as coisas ou as pessoas não são como queremos. As pessoas são o que são, mas nós somos tão cegos que construímos imagens falsas, criamos armadilhas para nós mesmo. A culpa é toda nossa. Sim, é nossa. Não deixamos os outros serem como são, e qualquer mudança de atitude de outrem já é motivo para desconfiança. Mas o que é isso? Por que apenas não respeitamos a personalidade do próximo sem questionar? Todos têm seus altos e baixos, mas somos tão egoístas por natureza, que qualquer detalhe é motivo para ficarmos exacerbados. Viemos de uma cultura que não tem por princípios aceitar o indivíduo como ele é, e o julgamento torna-se a palavra chave quando se trata de seres humanos. Seriamos tão mais felizes se esquecêssemos de viver a vida do outro e vivêssemos a nossa própria vida, nossa própria privacidade, nossa liberdade. Todos temos o direito de errar, de falhar, e de ser aceito pelo modo que agimos, mas nunca de julgar e sermos julgados. Se agimos de tal modo, por mais impulsivamente que seja, é o modo que, naquele momento, queríamos ter agido. Não existe o certo, não existe o errado, não existe presente, futuro. Cada momento vivido é passado, e é lá que começam as raízes de nosso maléfico ato de julgar. E se pararmos para pensar, julgar não faz sentido, julgar faz sofrer. Compreender e respeitar deveriam ser o topo da pirâmide. É difícil no começo, é necessário paciência, mas isso tudo é adquirido através da experiência. Deslizes acontecerão vez ou outra, somos humanos e propensivos a errar, mas é com o tempo que obtemos a maturidade suficiente para entendermos que o julgamento não nos leva a lugar algum, aliás, é um passo atrás de tudo que acreditamos. Deixar as pessoas ser como são, sem criar expectativas, curtir cada momento, seja ele bom ou ruim, sem pressão. Vamos aprendendo a lidar com as diferenças, ninguém é dono de ninguém, ninguém é dono de si.
Por isso que os nossos velhos dizem: "Você não pode se esquecer de onde você é e nem de onde você veio, porque assim você sabe quem você é e para onde você vai". Isso não é importante só para a pessoa do indivíduo, é importante para o coletivo.
" Amar não é ser egoísta, é tantas, tantas vezes o sacrifício de nós próprios! A dedicação de todos os instantes, um interesse sem cálculo, uns cuidados que em pequeninas coisas se revelam e o pensamento constante de fazer a felicidade de quem se ama. "
Amar não é difícil. Difícil é relacionar-se. Já nascemos com o dom de amar, temos é que nos dedicarmos a arte de se relacionar.
Você pode ensinar uma cobra venenosa a comer das suas mãos, mas não pode tirar dela seu gosto por morder.
