Nao Tente Adivinhar o que
Eu só tenho rancor de mim mesmo, e sinto a solidão, não sou santo, mais também não sou demônio, apenas sou eu, e mesmo assim não agrado a todos, e eu tento ao máximo fazer isso, eu tento me agradar e não me agrado, o sorriso das pessoas agora são falsos e impuros, que saudade do tempo que vivia feliz sem me preocupar com a vida, sem a tristeza e solidão em meu coração, que saudade do tempo que não volta mais, de brincar até tarde e chegar sujo em casa, de dormir com o pé preto kk, e sentir o abraço da minha vó mais uma vez, sinto saudade de tudo. De todos os momentos de felicidade, e agora não acredito mais nessa palavra, pois são momentos passageiros, tudo na vida é passageiro, e agora eu só penso em não acordar mais, e ver que todos só iriam se importar comigo se eu estivesse morto. Eu mesmo já não me sinto capaz de confiar em ninguém, nem em mim mesmo, só em Deus, porque a mesma mão que você aperta hoje amanhã te apunhala pelas costas, assim foi como Jesus confiou em judas, acreditou tanto que no fim foi traído. O mundo que vivemos não devemos confiar nem na nossa própria sombra!
Sequestro da fé da própria razão
Não cruza os caminhos do seu coração
Das matas saí
Nas matas entrei
Nas matas me encontro
Com o guardião rei
"Aquele que mais se sente abandonado não clama por socorro de forma ostensiva. Em seu coração, ele deseja mentiras sinceras e gestos que, mesmo que momentâneos, o ajudem a escapar da solidão"
Pesadelos não mais
Afogo-me no azul deste sonho calmo.
Um céu coberto de estrelas…
A chuva foi chover bem longe daqui
Só há mais pesadelos vindos por não estares aqui.
Ansiedade calada, permeada de esperança.
Esperança que encarcera a dor passada.
Esperança que tem uma estrada florida preparada.
Deixaste-me na inércia do tempo
Não pensaste em me privar de dor por nenhum momento…
Não procuraste driblar o mal que sabias iria me causar…
Deixaste a vida com lutas meus dias temperar.
Descortino o futuro…
Desembrulho versos.
Minhas mãos não se entregam:
Plantam flores.
Entreabrem novos horizontes...
Neles, pintam risos de todas as cores.
Ânsia requintada, em qualquer momento se harmoniza a caminhada.
A política pautada nas negociações partidárias, não se caracteriza como um processo que usa a retidão como uma linguagem em prol do bem social, mas um caminho reacionário para a manutenção da supremacia de uma minoria.
Há sempre algo a menos,
um vazio que não se preenche.
Cada esforço é inútil,
como água que escapa entre os dedos.
Tudo o que faço desmorona,
antes mesmo de ser concreto.
O que sinto é um eco distante,
de algo que nunca foi completo.
Caminho, mas não chego.
Falo, mas não sou ouvido.
Tudo que sou é metade,
um esboço, um rascunho esquecido.
No peito, uma constante falta,
um peso de existir sem razão.
E mesmo quando busco alento,
só encontro mais solidão.
Anoites que eu não durmo os pensamentos me consomem e o único medo que tenho é o de fracassar, mas eu sei que dentro de mim sempre haver algo que vai me impedir de desistir, eu sei que vou chegar aonde eu quero, eu já fui um fracassado e sei bem o sentimento, e nunca mais eu volto a sentir isso novamente, pois mesmo que eu fraqueje DEUS sempre me dar forcas.
Nada é mais paradoxal: dizem que não devemos julgar, mas são os primeiros a apontar o dedo. Pregam a igualdade, mas impõem regras que excluem. Essa fé de fachada esconde uma hipocrisia gritante.
Por que sim? Por que não? Por que tudo clama por polarização?
Eu gosto dos adjetivos, da intensidade que inferem ao objeto de seu louvor, mesmo que pequenos se elevam em importância!
Não existe apenas sim e não, existe a terceira opção que é inominada, e não significa morta e morna, apenas é, sendo, e respeito é a conclusão que penso como certo!
Mas o que é certo ou errado? É tanta subjetividade que já não consigo digerir! Penso que pode ser apenas para tornar a vida difícil, ou pior seria se pensássemos da mesma forma.
Como um analfabeto que alfabetiza o outro, está sou eu! Assim eu vivo, eu sigo, aprendo e desaprendo, aberta ao novo, ao mais novo, depois eu morro.
Acho q a lua cheia em Gêmeos me afetou, já estou no desconexo sem álcool, e nem preciso do álcool pq q vida já está tão tóxica qualquer outra substância se tornou desnecessária.
Quando descobrimos que agradar todo mundo além de impossível é desnecessário e que não precisamos ser perfeitos para sermos aceitos, que ser nós mesmos sem subterfúgios, máscaras ou artimanhas é suficiente, a vida se torna muito mais leve.
Não ter tempo para mim é metáfora de morte. Porque tempo a gente tem, o que a gente não tem é o interesse em destina-lo a determinado evento.
Quando a tristeza bater na sua porta, não finja que você não está. Convide-a para entrar e tomar um chazinho. Escute o que ela tem a dizer e lembre-se: ela é apenas uma visita!
A educação é, por natureza, um exercício estético. Mesmo que não estejamos conscientes disso, enquanto educadores, ainda assim estamos envolvidos num projeto naturalmente estético. O que pode acontecer é que, desatentos ao aspecto estético da educação, nos tornemos maus artistas, mas, não obstante, artistas de algum tipo, na medida em que ajudamos os educandos a ingressar num processo de formação permanente.
