Nao tenho o Direito de Magoar Ninguem
O Amor
O Amor é uma dadiva de Deus,
O Amor não se compra, não se vende e tão pouco se obriga,
O Amor não bate, não xinga e não humilha,
O Amor se conquista com muito carrinho e atenção.
O Amor é doce tão doce tal como mel,
Se o Mundo tivesse mais Amor, ele seria bem diferente,
Não haveria mortes e nem guerras,
Se o Mundo tivesse mais Amor, as Pessoas viveriam em Paz,
Em Paz com a Natureza e em Paz com Sigo mesmo.
A Amor é uma dadiva que nos foi concedido,
E devemos zelar por desse Amor, Pois sem ele não somos Nada.
O vazio já não te vê mais
Ele cansou de correr atrás...
De alguém que nunca quis viver na paz
Agora seja a sua própria luz ou escuridão
Aprenda a suportar sentimentos que te trouxeram para essa doce solidão
Sempre existirá frieza, mas ao mesmo tempo existe seres excelentes cheios de gentileza
As leis da escola estão tão desgastadas perante o aluno que se o professor pode eu posso.O aluno não reconhece superioridade. Ai do professor que levou um lanche especial, terá que se esconder para comê-lo.
O pior luto que pode acontecer não é quando perdemos alguém ou algo, mas quando perdemos a nós mesmos.
Perdoar não é esquecer ou ter amizade com a pessoa que te prejudicou ou te feriu, mas sim uma decisão consciente de libertar-se de um peso que você não tem obrigação de carregar e a você foi destinado sem sua permissão.
Todo sujeito que acha que é culto porque teve boas notas na universidade ou na escola militar não tem a menor idéia do que é cultura.
Universidade, especialmente no Brasil, dá apenas formação profissional, quando muito, CULTURA é SEMPRE E INVARIAVELMENTE AUTODIDÁTICA.
Mea Culpa
Não duvido que o mundo no seu eixo
Gire suspenso e volva em harmonia;
Que o homem suba e vá da noite ao dia,
E o homem vá subindo insecto o seixo.
Não chamo a Deus tirano, nem me queixo,
Nem chamo ao céu da vida noite fria;
Não chamo à existencia hora sombria;
Acaso, à ordem; nem à lei desleixo.
A Natureza é minha mãe ainda...
É minha mãe... Ah, se eu à face linda
Não sei sorrir: se estou desesperado;
Se nada há que me aqueça esta frieza;
Se estou cheio de fel e de tristeza...
É de crer que só eu seja o culpado!
Logos
Tu, que eu não vejo, e estás ao pé de mim
E, o que é mais, dentro de mim — que me rodeias
Com um nimbo de afectos e de idéias,
Que são o meu princípio, meio e fim...
Que estranho ser és tu (se és ser) que assim
Me arrebatas contigo e me passeias
Em regiões inominadas, cheias
De encanto e de pavor... de não e sim...
És um reflexo apenas da minha alma,
E em vez de te encarar com fronte calma,
Sobresalto-me ao ver-te, e tremo e exoro-te...
Falo-te, calas... calo, e vens atento...
És um pai, um irmão, e é um tormento
Ter-te a meu lado... és um tirano, e adoro-te!
Amor Vivo
Amar! mas d'um amor que tenha vida...
Não sejam sempre tímidos harpejos,
Não sejam só delirios e desejos
D'uma douda cabeça escandecida...
Amor que vive e brilhe! luz fundida
Que penetre o meu ser — e não só beijos
Dados no ar — delírios e desejos —
Mas amor... dos amores que têm vida...
Sim, vivo e quente! e já a luz do dia
Não virá dissipa-lo nos meus braços
Como névoa da vaga fantasia...
Nem murchará do sol á chama erguida...
Pois que podem os astros dos espaços
Contra débeis amores... se têm vida?
Tese e Antítese
I
Já não sei o que vale a nova idéia,
Quando a vejo nas ruas desgrenhada,
Torva no aspecto, à luz da barricada,
Como bacchante após lúbrica ceia...
Sanguinolento o olhar se lhe incendeia;
Respira fumo e fogo embriagada:
A deusa de alma vasta e sossegada
Ei-la presa das fúrias de Medeia!
Um século irritado e truculento
Chama à epilepsia pensamento,
Verbo ao estampido de pelouro e obuz...
Mas a idea é n'um mundo inalterável,
N'um cristalino céu, que vive estável...
Tu, pensamento, não és fogo, és luz!
II
N'um céu intemerato e cristalino
Pode habitar talvez um Deus distante,
Vendo passar em sonho cambiante
O Ser, como espectáculo divino.
Mas o homem, na terra onde o destino
O lançou, vive e agita-se incessante:
Enche o ar da terra o seu pulmão possante...
Cá da terra blasfema ou ergue um hino...
A idéia encarna em peitos que palpitam:
O seu pulsar são chamas que crepitam,
Paixões ardentes como vivos sóis!
Combatei pois na terra árida e bruta,
Té que a revolva o remoinhar da luta,
Té que a fecunde o sangue dos heróis!
Porque é que Adeus me disseste
Ontem e não noutro dia,
Se os beijos que, ontem, me deste
Deixaram a noite fria?
Para quê voltar atrás
A uma esperança perdida?
As horas boas são más
Quando chega a despedida.
Meu coração já não sente.
Sei lá bem se já te vi!
Lembro-me de tanta gente
Que nem me lembro de ti.
Quem és tu que mal existes?
Entre nós, tudo acabou.
Mas pelos meus olhos tristes
Poderás saber quem sou!
A dúvida me gerou fé! Fé na vida por viver, por entender que muros guardam passagens. Eu não precisava ultrapassar esse obstáculo para vencê-lo, apenas entendi que deveria voltar pelos caminhos de onde vim, e refazê-los, ao em vez de simplesmente segui-los.
"Ando só", conforme a música de Engenheiros. Mas não porque fui esquecido por todos: simplesmente me fiz esquecer para muitos.
A minha nova turma não frequenta bares. Na verdade, foi por essa galera que parei de beber e de ir a bailes.
É um tipo bem peculiar de amizade, da qual não espero retorno, e minha satisfação é exclusivamente servir.
Não sei se posso chamar a isso de relação. Porque o que há, de fato é uma simbiose: minha existência tem por objeto a vida de minhas filhas.
Talvez a isso eu deva chamar amor.
Eu não consegui sentir sua energia dessa vez; apenas observei um sorriso distante, preocupado e recheado de incertezas. Como sempre, eu só queria demonstrar que estaria do seu lado, mesmo estando longe, mas sempre por você.
Agradeço que alguns planos não saíram tão bem como esperava.
Porque foram justo esses contratempos que me ensinaram a tomar mais impulso para voar mais alto.
A Benção de Cada Dia ...
Não sei para onde vou,
Mas sei que estou indo
Pelos mares do Mundo, sem bússola e nem sextante,
Completamente às cegas,
Atravessando a imensidão de águas,
Às vezes calmas, às vezes revoltas, então
O leme quebra, já é noite
Agora, completamente à deriva,
Deixo me entregar as correntes
Tenho fé, elas me guiam,
Por fim me encontro,
Sou levado para uma luz
Se parece com um candeeiro ao longe,
Aproximo e vejo que é um farol.
Essa corrente que me norteia é Deus,
Enfim chego a Terra firme a Vida.
E nesse momento tenho paz.
Francisco Marques 13.04.19
Num País de malucos molúsculos, é de fato muito , muito difícil escolher o doido certo, capaz de não errar a pedrada.
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