Nao tenho o Direito de Magoar Ninguem

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Em meu coração rígido tenho milhões de terabytes de frieza.

Sim, tenho defeitos
Sim, sou imperfeito
Sim, também já errei
Sim, amei, e desamei
Sim, sou apenas mais um
Sim, de todo sim
Sim

Às vezes eu nem tenho motivos para chorar, mas eu choro!Feito uma criança grande.Querendo aquele brinquedo que não pode comprar ou ter.Às vezes eu fico em silêncio entre quatros paredes ouvindo o som da música que não toca no rádio.Às vezes eu quero ficar sozinho, abraçado com meu travesseiro, pensando na vida e nas coisas que já fiz ou já fui um dia.Às vezes eu tenho vontade de largar tudo, fugir de tudo.Ir a procura de algo que faça mais sentido do que a própria vida!Às vezes eu grito no silêncio.Se afogo em lágrimas.Penso no amanhã mesmo não querendo pensar em nada.Às vezes eu desabafo em palavras escritas.Às vezes eu quero continuar e outras vezes eu quero desistir.Às vezes eu quero falar que amo e outras vezes eu não quero falar nada.Às vezes eu quero ser super herói e outras vezes eu quero não mover um dedo por nada ou por ninguém.Às vezes eu acho que nem existo, mas outras vezes acho que nasci para fazer a diferença nesse mundo.Seja em um mínino ou grande detalhe.

Unica certeza que tenho que hoje virei um TRATOR que pode ajudar a terra no seu plantio como pode passar por cima de alguém me TRAIU.

De bobo só tenho a cara.
Ah, e o coração

Ela me manda um boa noite
e amanhã eu tenho um bom dia.

Na real, tenho um pouco de inveja de gente que ainda acredita que o mundo pode ser um lugar melhor.

Eu tenho um costume estranho, ou talvez só um pouquinho diferente, de destacar partes de livros que leio e conectá-las a outros enredos. Ainda que não seja sobre a minha vida, a ideia de deslocar o drama de outra pessoa ou personagem faz com que eu me sinta capaz de fantasiar histórias que eu gostaria de ter vivido ou que eu gostaria de ter sentido. Numa dessas, enquanto lia e movia o celular com maestria num café vazio no meio da cidade, me deparei com a dramática sentença que mudou minha semana:
“Existe uma linha sútil entre adaptação e apego.”
Fui atingido por um trem em altíssima velocidade no exato momento em que terminei a leitura do ponto final. Será que eu sou uma dessas pessoas que se deixa levar por um comodismo barato que se apodera de algumas relações afetivas? Nah, eu sempre estive acima disso, pensei com ingenuidade. Mas a volta de ônibus pra casa foi turbulenta. Enquanto o motorista derrapava pela décima vez por uma via molhada, eu derrapava pra dentro de mim pensando em como seria possível distinguir apego de outra coisa.
A adaptação é o período correspondente à calmaria dos relacionamentos. Você sabe do que eu falo, é quando o namoro dá uma estacionada de leve e as coisas parecem todas iguais. Não que isso seja ruim, pelo contrário, parece que finalmente a gente achou aquele amor com sabor de fruta mordida, calminho, bom pra passar os domingos juntos e construir alguma coisa edificante e sólida e, pera, será que isso não é só uma desculpa pra não admitir pra mim mesmo que as coisas têm sido todas iguais e que aquela chama toda, aquele amor-combustível que movia a gente, pode ter chegado ao fim? Não, não é a rotina em si, é quando o sentimento estaciona. Imagina que o sentimento não evoluiu durante a coisa toda e que o desgaste vai batendo, arranhando, sujando a lataria.
Não é nem um pouco fácil, pelo menos pra mim, perceber e admitir isso. Paixão e apego podem ser sentimentos parecidos quando não se tem certeza do que se sente e de como funciona o nosso fluxo emocional. Pra mim calmaria significa morte decretada de um casal. Quando a gente passa a semana sem se falar, coisa e tal, e isso não incomoda nem um pouco. Quando a gente começa a se questionar se sentiria falta ou não, e acaba não sentindo mesmo. Tá, eu sou confuso, mas talvez você também seja e esteja nessa. Talvez seja uma tendência natural dos librianos (ou do zodíaco inteiro).
Descobrir se o namoro se tornou puro apego é complicado. Ainda mais quando bate aquela vontade de ir embora, porque, do contrário, a gente ficaria à beira de uma estrada pedindo carona, já que o carro não tem mais rota, nem combustível, nem motoristas aptos a conduzir o veículo. Pior do que descobrir, é o ato de admitir pra si mesmo. Sério, quem em sã consciência jogaria um balde de água gelada num castelo de areia que foi construído com tanto carinho? Talvez alguém que conseguisse fazer metáforas melhores que as minhas e alguém que quisesse ser realmente feliz. Sabe, tenho a impressão de que o apego faz a gente ficar mais pelo outro do que por nós mesmos, como bons samaritanos. Mas a verdade é que bate um medo danado de perder tudo aquilo, perder o outro, perder o companheirismo. Bate um medo danado de ficar sozinho, de ter feito burrada e errado, de sentir falta (você vai sentir, com certeza) e coisas do tipo. Admitir que é apego congela a gente, e é preciso coragem pra sair dessa inércia e resolver correr atrás de outra chance de ser feliz (ou quebrar a cara).
Digo, olha pra esse motorista do ônibus no qual estou, ele claramente não sabe o caminho, mas tá tentando chegar lá. Pode demorar, a gente pode reclamar, ele pode se sentir confuso, mas vai que ele chega. Na pior das hipóteses, ele liga o GPS ou pede ajuda pra alguém. E não é tão diferente assim na vida real. A gente não precisa ser vilão, eu acho. Basta explicar tudo direitinho, agradecer pela estadia, explicar que não existe culpa, que você quis se dar mais uma chance de ser feliz e sentir tudo aquilo que as pessoas merecem sentir: um arrepio na barriga enjoado que nem parece aquele bonito que é descrito nos livros de romance. Explica isso, fecha a porta do carro com carinho e assume a responsabilidade de pegar o seu futuro nas mãos e fazer o que bem entender com ele. Vamos acabar descobrindo sozinhos se foi bom ou ruim, se foi a decisão certa ou não, se era amor ou se era apego. Se era apego, bom, bem-vindo de volta à trilha. Se era amor, mantenha a calma: você só vai precisar achar um jeito diferente de achar a estrada de volta pra casa.

Compadece-te de mim, meu Deus. Tenho repetido os mesmos erros, caído nas mesmas armadilhas. Eu grito porque não posso mais suportar o peso de lutar por mudança e não vencer a batalha. Porém, Senhor, não sou merecedor das maravilhas que Tu tens permitido acontecer em minha vida, sou estrangeiro numa terra cheia de doenças, de sofrimento, de pessoas sem amor... Mas pela Tua Graça permaneço em pé, acordei mais uma vez e recebi outra chance. Deus, eu quero agradecer porque Tu tens sido meu refúgio, minha fortaleza e socorro em meio à tribulação, quero pedir que Teu espírito permaneça sempre comigo e mesmo que eu venha a enfrentar as maiores dores e os piores problemas, minha fé e esperança em Ti nunca balancem ou desapareçam. Pai, perdoa não só os meus, mas os pecados de todos os teus filhos, salva-nos deste mundo, instrui-nos e renova as forças dos que clamam por Ti. Permita que possamos estar mais perto da Tua glória, não demore, vem depressa, Senhor, nosso corpo padece em meio aos desvios que cometemos. Ouve-nos e nos auxilia conforme a Tua vontade. Amém.

Vc desnuda meus pensamentos..
quando me olha profundo nos olhos..
arranca de mim o que eu tenho por dentro..
estremece , provoca, me atiça..
por fora..

O que me faz ter duvidas, quando tenho a certeza do amor que sinto?
Porque em meio a tantas alegrias sempre deixo um pé atrás?
Não tenho respostas
e mesmo assim a cada manha um dia novo se faz,
um pensamento novo, uma certeza nova, um animo novo,
Mas o mesmo motivo de amar, o mesmo amor.

Estou em paz comigo mesma, com as minhas escolhas e a minha vida. Sou grata por tudo que tenho, tudo o que EU SOU, e tudo o que eu estou me tornando. Obrigada meu DEUS por me transformar e ser uma pessoa melhor a cada dia!

"Porque tenho estado em silêncio toda a minha vida."

Tenho um coração que bate em outro corpo!

- Meu estilo e pesado
e faz tremer o chao.
Minha palavra vale um tiro
Eu tenho muita munição.

Mano Brown

Tudo muda
Nada mudou hoje
Talvez eu precise de você,
Despeje uma xícara de café, baby, eu tenho algo a dizer para você,
Eu sou uma alma quebrada, eu sou um livro aberto.
Com muitas páginas arrancadas fora.
E eu ando através do fogo, mas eu tenho sede de verdade.

Deixei-me ser modelado pela arte, pela fé, pela literatura e tenho em minha alma uma mesclagem de tudo isso. Quem sou? Não sei! Sou um desconhecedor de mim.

Tenho medo de perder meus amigos por um vendedor de flores. E sabes por que? Porque meu discurso inteligente, minha forma de organizar as palavras podem não ser mais oportunas e convincentes que uma rosa vermelha. Nos meus argumentos só os ofereço rosas escuras e desencantadoras.
Não posso definir minhas amizades à metafísicas, pois percebo que há mais sabedoria em um bouquet de flores que em um cesto de palavras organizadas e sujas.

EU ÁFRICA

Acorrentado pela escravidão...
Tenho marcas, sou marco,
Na face trago traços,
Sofrido negro afro.

Acorrentado pela escravidão...
Refém do fenótipo, nasci no cortiço,
A dor me traga, é tanto sacrifício,
Nada me revigora, resta-me o vício.

Acorrentado pela escravidão...
Agonizando eu sigo ermo,
E sinto a falsa liberdade num terno,
Preso no aflitivo quilombo hodierno.

Acorrentado pela escravidão...
Minhas ideias: estanques,
A morte: um baque,
Então suspiro ao som dos atabaques.

Acorrentado pela escravidão...
Venho do Saara, aro a seara,
E enquanto a ferida não sara,
Jogo minha capoeira odara.

Acorrentado pela escravidão...
Com açoite, os senhores tolhem,
E enquanto a dor não aboli,
Meu ópio é o folclore.

Acorrentado pela escravidão...
Minha sina é rastejar,
Na lavoura a dançar,
Dois pra lá, dois pra cá.

Acorrentado pela escravidão...
Conquisto a alforria,
Viro escravo da alegria,
Minha prisão: a fantasia.

Acorrentado pela escravidão...
Perdido, mergulho em teu mar,
Afogo-me em teu branco olhar,
E encontro-me em tua íris negra.

Acorrentado pela escravidão...
Tenho meus desejos cerceados,
Tenho o meu samba censurado,
Mas não calo: sangro os meus versos calejados.

Tenho Aprendido que em tempos de escuridão Jesus é o meu sol , que me aquece e me livra da solidão !