Nao tenho o Direito de Magoar Ninguem
Não tenho mais tinta
Minha pena está seca
Mas para dizer que a amo
Escrevo até com gotas do meu sangue
Não posso parar de escrever meus poemas
O diário é meu melhor amigo
Nas suas linhas eu escrevo minha dor
Todo o sentimento que me deixa triste
Triste por tanto odiar o fato de amar
Amar e não poder minha índia beijar
Ela ama outro...
O que devo fazer, Pai?
Devo encerrar minha jornada?
É esse o fim de toda a história?
Nasci com a pretensão de ser reconhecido
E deixarei que tudo acabe dessa maneira?
Da mesma forma que os fracos morreram?
Amando e nunca sendo amado
Chorando e sofrendo por serem tão fracos
Eu não agüento mais, leve-me para casa
Serei apenas mais um nesse cemitério
Nem minha mãe chorará por mim
Eu não quero lágrimas de pena no meu túmulo
Ele é frio, nada irá sentir
Assim como a criança iludida que fui um dia
Sonhando em crescer, para depois amar
E hoje arrependido
Querendo fazer o tempo voltar
Mas como é impossível, peço então para ele rápido passar
Para que essa guilhotina possa logo me decepar...
O MEDO
Não temo a maioria das coisas que as pessoas temem. Não tenho medo da doença, pois a tenho driblado toda uma vida. Não temo a morte: para mim, ela nada mais é do que a janela para outra vida. Não temo assaltos, pois já doutrinei bandido com arma em meu estômago. Não temo perder bens materiais, porque já os perdi muitas vezes e nunca fui ligada a eles. Não tenho medo de perder entes queridos, pois sei que todas as chagas um dia cicatrizam e fica apenas a saudade. Não temo a solidão, pois gosto muito de minha companhia. Não temo luta alguma, pois, embora pacata, tenho alma de guerreira.
Mas temo as pessoas que não me olham nos olhos. Elas são perigosas, pois são falsas. Temo as pessoas infelizes, que vivem amarguradas, sempre se queixando, sem o deslumbramento diante da vida, pois costumam ser cheias de fel e derramam o seu veneno por onde passam. Temo as pessoas cheias de si, pois sabem enganar os tolos com palavras empoladas e poses de reis. Temo as pessoas usurárias, pois vivem em torno do próprio umbigo. Temo, também, as pessoas que ficam “em cima do muro”, sem jamais se posicionarem.
Não temo os animais, pois eles sabem perceber a brandura de um coração humano. Tenho medo dos homens! Da sua arrogância, da sua ambição, da sua hipocrisia, da sua raiva contida, de seus desejos frustrados, da ausência de compaixão e amor. Ah, pode haver coisa mais perigosa que um ser humano, cujo coração é um deserto, sem fontes e plantas? Há coisa pior que o desamor? Ele é o pai de todos os desatinos, de todas as guerras, de todos os relacionamentos mal-sucedidos. O desamor é perigosíssimo. Ele promove a injustiça, a desigualdade, a tirania, o apego, a usurpação das identidades, os preconceitos.
Peço sempre a Deus que perdoe essas criaturas, pois não sabem o que fazem e nem conhecem a si próprias. Entretanto, peço, também, que me livre delas, pois não lhes suporto a vibração.
Hoje, é muito comum escutarmos a frase: “O mundo está um horror!”. Mas não é o mundo! Embora ferida de morte, a Mãe-Terra continua se doando a seus filhos. Continua em sua órbita, obedecendo às leis do Universo. Todo o horror está no coração dos homens secos, áridos, impiedosos.
Amo pessoas! De toda a Criação o ser humano é a que mais me encanta. Ele é o único capaz de coisas grandiosas. Mas o temo quando ele perde a ética e vive sem Deus no coração. Quando ele perde o respeito, a dignidade, a esperança.
Entretanto, ainda não perdi a fé, pois, afinal de contas, em todos nós mora a Centelha Divina. Assim, sou uma mulher que ama a vida e vive sem medo, pois não construí minha casa sobre a areia, mas sobre a rocha. E os anjos estão sempre a me visitar. Além disso, procuro espalhar as sementes do bem e, com certeza, só poderei colher Amor.
Eu sou quem anda perdido
não tenho asas, nem abrigo
cadê você? cadê você...
Cai, as folhas mortas sobre a minha dor
e eu sinto tanto a sua falta amor
cadê você? Cadê você...
Tenho certeza que vou te encontrar não sei o dia e nem a hora mais sei o lugar, sei que você está bem e mesmo assim isso não me impedi de dizer.Eu Te Amo...
Eu não sou aquilo que voce espera que eu seja,
eu apenas sou o que eu tenho que ser
E talvez as tais injustiças que você diz que cometo
Não sejam tão injustas assim...
E as que eu venha a cometer, sejam apenas desculpas pra
você desaparecer e não assumir as culpas que cabem a você
Talvez isso seja apenas um pretesto pra mim te esquecer...
Palavras insanas e fora de ordem você volta a dizer
e eu mais uma vez vou embora sem te entender
Talvez seja apenas uma razao pra eu perceber o quão melhor eu vivo sem você
Sobre as Sombras
Não tenho como fugir! Por onde eu ando, ela está presente. Por onde você anda, sua sombra está presente.
Muitas vezes a minha sombra me agrada, pois vejo o desenho de uma companheira, amiga e, se eu não fico esperta, ela anda na minha frente, de tanto que ela deseja ir adiante, rumo ao infinito! Com sol ou com chuva, de dia ou de noite, ela está lá me convidando para seguir viagem. Uma viagem que não tem tempo de duração definido, não tem destino certo, não se sabe quem continuará a viagem ou se alguém mais vai se aproximar. A única coisa que se tem – mas é preciso atenção, são sinais de para onde seguir.
Outras vezes a sombra me irrita, não quero que ela me acompanhe, pois me atrapalha, me impede, me limita! Aí eu penso: esta não é a minha sombra!
Neste caso, os papéis se invertem. Eu estou o desenho, eu sou a sombra de uma as-sombra-ção. E eu fico uma sombra pequenininha...
Só que eu descobri que esta as-sombra-ção é mais medrosa do que o medo que transmite. Aí, eu grito e ela corre! Mas a as-sombra-ção é tinhosa. Teima em voltar.
Aí eu já não grito mais... Eu é que corro, porque não quero estar e nem ser sombra. E ela não me pega mais, porque aprendi a ser mais rápida que ela.
Agora, depois de aprender a lidar com a as-sombra-ção, fico muito feliz em ver minha legítima sombra.
Não tenho necessidade de nenhuma outra fé senão a minha fé nos seres humanos. Estou tão absorto no milagre da Terra e da vida sobre ela que não posso pensar no céu nem nos anjos. Tenho o bastante para esta vida. Se não há outra, basta esta para que tenha valido a pena eu ter nascido ser humano.
Eu não tenho caminhos novos a ensinar, mas tenho outras maneiras de caminhar! Isso implica em novas atitudes colocadas em ação, inovação!
Não tenho nenhuma paixão, pois a paixão é um sentimento passageiro!
Tenho sim grandes amores, que são impossíveis de serem escritos e compreendidos.
Tenho aprendido algo com os "limitados": Que não há limites que não sejam ultrapassados diante da dedicação, força e sobretudo, AÇÃO"
Dizem que o amor é cego. Que besteira! Tenho muita pena daqueles que não sabem que os olhos do verdadeiro amor se encontram no coração!
Não posso querer julgar à mim mesma pelo o que sou ou fiz de errado, simplesmente tenho que encontrar nos meus próprios problemas a solução para resolve-los de uma forma reflexiva sobre tudo que existe de bom e mal dentro de mim, e compreender a si mesmo e tão gradativo, quanto ao ato de perdoar...
A minha vida anda tão preta e branca, e o pior é que não sei se quero colori-lá ou não tenho as cores certas para isso.
Ando confusa diariamente. Deixa assim estar.
As vezes me sinto um ser humano complicado.Não tenho religião certa,não tenho amigos confiáveis e nem um sentimento tão puro.Me ofendo com facilidade .Não gosto de opniões alheias e gostaria de nascer na época P&B .
No que tenho de pior sou uma cacofonia. Uma massa de huidos humanos que não se somam numa sinfonia de um ser integrado. No que tenho de melhor, porém, o mundo canta para mim e através de mim como um cristal.
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