Não tenho medo
Lanço-me agora nesse salto
Eu já não tenho medo do escuro
Escolho um caminho confortável
E mostro o meu lado mais seguro
Às vezes sou um pouco atravessado
A minha voz urgente te dizendo
Que eu já não tenho tanto tempo assim
E o que sobrou do tempo pra mim
Não tenho medo de ninguém me julgar errado desde que a minha consciência esteja em paz com Deus e os princípios bíblicos estejam preservados.
Hoje não tenho medo do amanhã. Ontem eu tive, hoje o tempo mostrou que não adiantou nada. O amanhã é mais interessante do que nossa capacidade humana pode prever. O tempo é o senhor dos dias. Então o importante é viver com os pés no agora e a cabeça onde você quiser. Amanhã tem mais para viver e ser feliz independente do tempo. O tempo não é matéria, ele passa por nós dia a dia, deixa suas marcas, ensina suas lições e nos faz compreender o momento, o instante, o agora.
Proporção inversa
Não tenho medo do tempo.
Quanto mais envelheço por fora
mais me renovo por dentro.
Não tenho medo da vida. Acredite que a vida vale a pena e a sua crença ajudará a concretizar esse fato
Salvar a mim mesma? Da morte? É isso? É esse o motivo pelo qual vim até aqui? Eu não tenho medo de morrer. Houve tempos em que eu aceitei a morte.
(Alice Liddell)
Não tenho medo de arriscar, embora seja eu cauteloso e prudente, de senso de justiça; sei a hora da investida neste curto espaço do existir antes de sumir.
Não tenho medo da pessoa que treinou 1.000 tipos de chutes, eu tenho medo da pessoa que treinou 1.000 vezes o mesmo chute.
Texto de 2013
MEDOS
Já não tenho medo do asfalto quente
ou do transeunte de olhar descontente.
Muito menos do remédio ruim
que nem é tão amargo assim,
como no dito Rei de Roma.
Já não tenho medo do escuro,
antes o que não vejo, pois não decepciona.
Já não tenho medo dos que me falam pelas costas,
não merecendo nem um olhar de soslaio.
Com as mãos apenas esfrego, como quem retira o pó,
pó preto e nojento da hipocrisia humana.
Já não tenho medo de fantasmas,
a bulir com a imaginação.
Se há o que temer, temo aos vivos,
ou temeria, se não fossem
zumbis ignorantes e deveras distraídos,
seguindo a mesma direção, atraídos por um cão,
o cão da Ilusão...
Não tenho medo mais do abismo,
do destino impreciso,
daquele por onde andei pelas beiradas
nas noites mal iluminadas,
a pensar nos confins, nos fins e desafins.
Pois o abismo
onde a vida dia desses se perdeu,
esse abismo sou eu!
Parece loucura não tenho medo da morte.
Tenho muita curiosidade. Como será esse desencontro com a vida?
Sobre meus demônios? Eu geralmente não os dou ouvidos e eles vão pra longe. Eu não tenho medo, tenho autocontrole. O segredo é os deixar solitários e fingir que eles não existem.
