Não tenho medo
Não tenho medo que o povo chamado Metodista um dia deixe de existir, tanto na Europa como na América; mas tenho medo que existam somente como uma seita morta, tendo a forma de religião, mas sem poder.
O Silêncio do relógio:
O medo que eu sentia se desfez no cansaço,
eu já não tenho medo da morte, nem do fim.
Antes eu tinha, mas hoje o tempo é escasso,
e o peso do que carrego já transbordou de mim.
Eu desconto a minha dor nas pessoas, eu sei,
e por isso eu evito me aproximar delas agora.
No silêncio dos muros que eu mesmo levantei,
espero o momento de, enfim, ir embora.
Pois algum dia ficarei off-line para o resto da vida,
uma ausência que o mundo não saberá explicar.
E na alma cansada, uma certeza incontida:
sei que não existe uma cura para a minha doença,
apenas o silêncio que me ensina a parar.
Ficar só não
é uma opção,
Não tenho
medo de amar,
apenas cautela
de desencontrar:
a autopreservação.
Temo perder
o discernimento
daquilo é um
'breadcrumbing',
e correr o risco
de ficar acostumada
a receber pouco
e deixar de ser
gentil comigo mesma.
Não tentar não
é uma opção,
mas uma solução
de autopreservação
quando falta opção:
o melhor é me poupar.
Temo perder
a coragem necessária
de desarmar sempre
que for preciso
quando houver
um 'love bombing',
e acabar me arriscando
num caminho sem
volta onde me perca
e eu me esqueça.
Não temo voar com
ou sem companhia,
tenho autonomia
e brevê de poesia:
quero um amor que
venha com harmonia.
Enquanto isso dou
a mim mesma
o amor romântico
não por egoísmo,
e sim para lapidar
o meu equilíbrio
para sempre discernir
o quê é ou não é um
amoroso compromisso.
Não tenho medo de dizer o que penso, no dia em que me ver com medo de me expressar, ou estarei seguindo o "efeito manada", ou eu já terei "batido com as botas".
Não tenho medo da escuridão, pois aprendi a acender luzes dentro de mim, sou lanterna própria, sou fogo interno, sou chama que não se apaga.
Eu não tenho medo da dor, tenho medo da ausência de sentido, porque sofrer sem direção é como existir no vazio absoluto, e eu já me perdi vezes demais dentro de mim, mas foi nesse labirinto que encontrei pequenas razões para continuar.
Eu tenho muitos medos, mas não tenho medo de falar oque meu coração pede, aprendi com a vida que não devemos dormir sem dizer oque sentimos, porque podemos não ter a chance no dia seguinte.
Não tenho medo da morte da decepção e da saudade, o que me assusta é a vida a confiança e a presença.
Entenderei sempre a morte como um complemento da vida, uma consequência daqueles que viveram, é este viver que me assusta, é durante a vida que definimos quem somos, deixamos nossas marcas e são essas marcas que me assombram, os erros em vida ficaram marcados “e depois da morte, nunca mais cometerei erros”.
Não tenho medo de me entregar,se eu cair vou me levantar novamente e seguir em frente...Não tenho medo de sofre não tenho medo de chorar, e eu não vou envelhecer triste e sozinha...Nunca entrarei na solidão...
Não tenho medo da dor,
não corro do obvio,
sou aquela que com o vento voa
e com as ondas brinca de amor.
FATO Tenho Medo De Muitas Coisas ! Mais Uma Coisa Que Não Tenho medo e Faço De Tudo Para ser , é Ser Feliz . Não desisto de meus sonhos e não fujo da realidade sei que para PESSOAS sou um Ser Diferente ! Sou Aquele Que Pro Onde Passa, o Tempo se Fecha e As Pessoas Correm ! Porem Essas Pessoas Que Correm De Mim e Não Vou Com Minha Cara Me Jugas por Aparentar Ser Algo Ruim , Mais não Tem coragem e nem a boa vontade de vir me conhecer e nem se quer da oportunidade de eu mostra quem eu sou ! Sera Que Posso Ser Feliz ? Sera Que Da Para Entender isso ? .
Sei que ao rumo de felicidade irei ter muito obstáculos e armadilhas mas também sei que com minha força de vontade e com minha fé irei passar por cima de tudo ! não sera um problema para mim... o que me importa é a minha felicidade custe o que custa eu sei que vou ser feliz .
NÃO DESISTE DOS SEUS SONHOS POR UM SIMPLES OBSTACULO ! MESMO QUE TENHA QUE SE MACHUCAR PASSE POR CIMA E CONTINUE SUA VIDA A PROCURA DA FELICIDADE
A noite tenta consumir meu coração é me fazer calar. Mais digo uma coisa, não tenho medo do escuro e nem de trevas alguma. Cuidado, meu coração não é tão inocente como você imagina.
