Não Tenha Medo de Mim

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Cuidado com o ódio que sente por mim, ele pode fazer com que você se apaixone por mim.

Toda a vossa crítica sobre mim é natural, pois muitos edificaram a própria identidade à minha sombra; porém, esqueceram-se de que também sou feito de falhas, de histórias não contadas e de um passado que me antecede e me define. Furucuto, 2026.

"Tudo aquilo que os meus alunos dizem sobre mim, sobre a forma como lecciono e vivo o processo de ensino e aprendizagem da Matemática, é apenas a metáfora que a vida escolhe para falar de mim quando já não estou presente." (FURUCUTO, P. D., 2026).

Um dia um amigo disse para mim
a vida é uma piada.

Não sei eu, mas se fosse por mim, a tolice deveria ser considerada um crime! Como um país pode ter tantos tolos?

Perdoe-me, não volto pra levar as mágoas que guardaste pra mim.
🧩

Tenho tudo que declarei pra mim no silêncio 🤐🪐,mas
não tenho nada do que contei como segredo que ia comprar 🧟‍♂️
🕳️

Uma vez Miss...


Tudo começou no instante em que um olhar alheio enxergou em mim a faísca que nunca fora acesa. Uma conversa despretenciosa, um convite audacioso e de repente, uma escolha que reescreveu meu futuro.


Dias atrás, voltando para casa de patinete, vi meu reflexo na vitrine de uma loja: ombros caídos, a coluna curvada pelo peso das horas, como se o cansaço do dia me puxasse pra baixo.


No mesmo instante, a memória dos treinos do concurso para Miss veio à tona: Mantenha a postura! Cabeça erguida! Ombros para trás! Pés alinhados! Sorria sempre!


Ergui o corpo como quem resgata um trono esquecido! Sorri, corrigi a postura e levantei a cabeça, para manter firme a coroa fictícia que jamais deveria sair de seu posto!


Eu quase pude sentir o peso solene da coroa sobre minha cabeça. Não o peso de um metal frio, mas o denso e nobre peso da responsabilidade. O respeito profundo ao título e a cada olhar que me elegeu, o orgulho de carregar o nome da minha cidade no peito e a gratidão eterna à mentora que enxergou a lapidação que a pedra bruta pedia.


Desde então, trago a passarela para a calçada.
O carisma, a solidariedade e a gentileza deixaram de ser apenas vestimentas de concurso para se tornarem a essência da minha integridade, ensinando me a manter sempre a cabeça erguida, sustentando minha coroa, mesmo diante das batalhas mais difíceis.


A verdadeira postura da uma Miss precisa transbordar pelos poros, indo muito além do título.


Ser Miss moldou a mulher que sou e me ensinou a atravessar as tempestades com elegância.
Então, ajusto minha coroa, firmo os passos e sigo acenando para a vida!


E todos notam! Todos enxergam que há algo diferente.


E se eles fossem um pouco mais perceptíveis, com certeza notariam o peso que carrego em minha cabeça, porque...


UMA VEZ MISS, SEMPRE MISS!
(frase de Andrea Ferreira, The Look Models)

Dentro de mim


Demétrio Sena - Magé


Mora dentro de mim, eu sei que mora
uma fauna impossível de conter,
sou a flora sombria dessa fauna
que não sei responder de qual espécie...
Correm dentro de mim, demônios tantos,
e tão tontos que sempre se atropelam,
não há santos na sombra de quem sou
entre vastas folhagens; galhos fartos...
Caem dentro das minhas armadilhas,
mas conhecem meus truques e se livram,
as matilhas de todo e qualquer bicho...
Ando fora de mim, porque não tenho
uma vaga na minha escuridão;
nem perdão por fugir do próprio ser...
... ... ...


Respeite autorias. É lei

Cansei de andar pela vida,
Buscando um lugar distante de mim,
Cansei de andar esquecido,
Sem notar que havia um jardim na esquina.
De repente os meus olhos perceberam os acenos,
De repente o mundo parecia pequeno...
Descobri me perdendo que eu estava distante,
Não porque me faltava,
Mas porque eu procurava
Afastando os meus passos
Dos que já me encontravam....

Talvez o sentido já estivera em mim mais sai procurando-o por ai, talvez você leitor encontre o sentido no amor, talvez as estrelas saibam o sentido do brilhar, talvez a lua sinta a dor de não poder nadar no mar apenas o observar, talvez nem o sol suporte o seu calor, mais não é sobre astros é sobre como talvez você se incomode com o sentido de ser você em um mundo que julga até a sua própria dor.

Diga para mim onde esta a moça bela
Onde foi a Cinderela linda flor deste jardim
Chegou primeiro e foi a ultima a partir
Com seu jeito meigo sempre fez a amizade surgir
Menina assim tão modesta tão singela
São pessoas com a gente especialmente ela

Pai olha pra mim
Preciso tanto de ti

Pai sei que errei
E o quanto falhei

E agora venho clamar
Por sua graça e amor sem par

Pai estende sua mão, quero seu perdão, sem ti nada sou

Pai ouça meu clamor, te imploro o favor, oh meu salvador.

Pai eu sei que falhei
Por ti não busquei

Pai eu busco a ti
Quero voltar a sorri

Pai estende sua mão, nos trás salvação, vem morar em mim
Pai por Cristo Jesus, e o sangue na cruz, que seja assim.

Até o fim.

Por que vives em mim?


Conto os dias desde que partiste,


mas partiste apenas de corpo.


Tua alma ficou.


Assim como teus olhos,


tua boca,


teus trejeitos.


O que faço sem ti?


Apenas vivo.


Espero, a cada dia,


o retorno do meu amor.


Desistir de ti não me passa pela mente.


Machucaste-me fundo —


e eu também te machuquei.


Perdoo-te todos os dias,


assim como me perdoei.


Não posso fazer mais nada.


Mas o que posso, não canso de fazer:


amar-te com tudo o que tenho a oferecer.

Para mim, o maior tédio do amor é quando você está ao lado de alguém especial e sente uma paz enorme, gigantesca... Aquela paz que vem de Deus, sabe? Você só quer ficar ali o resto do dia, deixando as horas passarem, porque do lado dela o mundo para!


Raphael Denizart

hereditário, até mim.


Meu filho, minha filha, eu ainda não sei como será o seu rosto, se você vai carregar os meus olhos, o meu sorriso ou alguma mania tão parecida comigo que vai me fazer parar por alguns segundos diante de você tentando entender como alguém que ainda nem existia conseguiu carregar alguma parte de mim, mas existe uma coisa que eu já sei antes mesmo de conhecer a sua voz, você nunca vai precisar olhar para dentro de si procurando uma razão para o meu amor. Eu quero que você cresça sabendo que foi desejado antes de ser visto, amado antes de ser tocado e esperado antes mesmo de ter um nome, porque eu conheço o estrago que a dúvida pode fazer quando ela cresce junto com uma criança.


Eu sei como é olhar para os próprios pais e não entender por que o carinho parece tão difícil de alcançar, como se existisse alguma distância invisível entre você e as pessoas que deveriam ser o seu primeiro abrigo. Passei boa parte da infância tentando compreender coisas que uma criança nunca deveria precisar compreender, observando meu pai, observando minha mãe, tentando encontrar algum sentido nas dores que existiam dentro daquela casa e que, embora não tivessem começado comigo, acabavam chegando até mim.


Meu pai tinha as próprias feridas, os próprios erros e as próprias maneiras de fazer o mundo pesar sobre quem estava perto dele, e minha mãe carregava as consequências de muitas dessas coisas dentro dela, junto com a sensação de ter perdido uma parte da própria juventude e de ter precisado amadurecer em lugares onde talvez só devesse ter vivido. Eu era pequeno demais para saber separar a dor dela da minha, então muitas vezes aquilo que machucava minha mãe encontrava em mim um lugar para continuar existindo, e eu recebia sentimentos que não sabia nomear, muito menos entender de onde vinham.


Hoje eu consigo olhar para isso com outros olhos e perceber que ela também era uma pessoa tentando sobreviver às próprias circunstâncias, mas naquela época eu não tinha essa capacidade. Eu só sabia que alguma coisa estava errada e, como toda criança que ainda não conhece a complexidade dos adultos, comecei a procurar a resposta em mim. Talvez eu tivesse feito alguma coisa. Talvez eu não fosse bom o bastante. Talvez se eu fosse diferente, mais obediente, mais quieto, mais fácil de amar, alguma coisa dentro daquela casa finalmente encontrasse paz.


Foi assim que algumas culpas cresceram comigo.


A culpa por não conseguir proteger minha mãe, como se fosse responsabilidade de uma criança impedir a dor de um adulto. A culpa por sentir raiva de quem também estava sofrendo. A culpa por ter precisado de afeto justamente quando as pessoas ao meu redor estavam ocupadas demais tentando sobreviver às próprias dores para perceber que eu também precisava ser cuidado. E, enquanto outras pessoas podiam simplesmente atravessar a infância, eu fui aprendendo cedo demais a observar o ambiente, medir palavras, perceber mudanças de humor e tentar descobrir quando era seguro simplesmente existir.


Eu não quero isso para você.


Quero que a sua infância tenha espaço para ser infância, que você possa desperdiçar uma tarde brincando de alguma coisa que eu não entendo, que possa voltar para casa cheio de histórias inúteis e maravilhosas, que possa se apaixonar pela primeira vez sem medo de contar, errar sem imaginar que o seu erro vai fazer alguém deixar de amar você e crescer sem precisar descobrir cedo demais como os adultos escondem suas próprias dores.


Quando alguma coisa acontecer, eu quero que você pense em mim como alguém para quem você pode correr, não alguém de quem precisa se esconder. Se o mundo te machucar, eu quero conhecer a ferida antes de perguntar quem teve razão. Se você fizer alguma coisa da qual tenha vergonha, quero que a primeira coisa que encontre nos meus olhos seja a certeza de que aquilo não mudou o lugar que você ocupa em mim. Se um dia você não souber o que está sentindo, quero que possa sentar ao meu lado em silêncio e ainda assim sentir que não está sozinho.


Porque eu sei o que acontece quando uma criança aprende que precisa resolver tudo dentro dela.


Ela cresce.


E leva essa criança consigo.


Durante muito tempo eu carreguei a sensação de que precisava ser forte antes mesmo de saber o que força significava, e talvez parte dos problemas que vieram depois tenham nascido justamente dessa falta de colo, dessa dificuldade de acreditar que alguém poderia ficar quando eu deixasse de ser conveniente, dessa necessidade de procurar nos outros aquilo que deveria ter aprendido primeiro dentro de casa. A ausência de afeto não desaparece quando a infância termina, as vezes ela apenas muda de roupa e passa a aparecer nos relacionamentos, nas escolhas, nos medos, na maneira como alguém ama e até na maneira como espera ser abandonado.


Eu não quero que você precise aprender amor pela falta dele.


Quero que você aprenda pelo excesso.


Quero que você saiba que pode ser amado sem produzir nada em troca, que pode existir sem precisar provar o próprio valor, que pode discordar de mim sem perder meu respeito, que pode seguir uma vida completamente diferente da que eu imaginei e ainda encontrar em mim alguém torcendo por você. Não quero criar uma versão de você que corresponda às minhas expectativas, quero conhecer a pessoa que vai nascer quando você descobrir quem é.


E se algum dia você se parecer comigo, que seja apenas nas coisas bonitas que eu conseguir deixar para trás. Talvez você tenha meu rosto, minha voz, meus gestos ou alguma mania que vai fazer sua mãe rir porque ela vai reconhecer imediatamente de onde veio, mas eu não quero que você precise carregar aquilo que me feriu só porque veio antes de você. Você não é a continuação das minhas dores, assim como eu não deveria ter sido responsável pelas dores dos meus pais.


Eu passei muito tempo tentando não me tornar aquilo que me machucou e descobri que não basta fugir de uma herança para quebrá-la, é preciso olhar para ela de frente, reconhecer onde ela deixou marcas e decidir conscientemente o que termina ali. Eu não posso mudar o pai que tive, não posso devolver a infância que perdi, não posso apagar as vezes em que precisei entender sozinho coisas que deveriam ter sido explicadas com carinho, nem posso voltar no tempo para abraçar aquele menino e dizer que nada daquilo era culpa dele.


Mas posso fazer uma coisa que talvez seja ainda mais importante.


Posso impedir que ele continue existindo através de você.


Se algum dia eu errar, quero que você veja em mim alguém capaz de reconhecer o próprio erro. Se eu estiver errado, quero que minha idade não seja uma desculpa para estar certo. Se você me mostrar uma dor que eu não consigo compreender, quero que minha primeira reação seja tentar conhecê-la, não diminuí-la. Eu não quero usar a autoridade de ser seu pai para impedir que você tenha voz, porque sei demais sobre o que acontece quando uma criança aprende que seus sentimentos precisam desaparecer para que os adultos consigam continuar.


Você não vai precisar carregar a culpa pelo casamento dos seus pais, pelas dificuldades deles, pelas escolhas deles ou pelas coisas que aconteceram antes de você chegar. Se eu e sua mãe tivermos problemas, eles serão nossos. Se estivermos cansados, será nossa responsabilidade encontrar uma maneira de cuidar um do outro sem transformar você em testemunha ou responsável por aquilo que não lhe pertence.


Eu quero que você tenha uma coisa que para mim demorou muito para existir, a certeza de que os adultos ao seu redor são responsáveis pelas próprias feridas.


Você será filho.


Nada além disso.


E talvez seja justamente essa a maior forma de proteção que eu possa oferecer.


Não quero que você seja meu confidente quando eu estiver quebrado, não quero que você precise escolher lados, não quero que sinta que precisa me salvar, muito menos que precise amadurecer para me entender. Se um dia eu estiver mal, vou tentar encontrar outros adultos para dividir o peso, porque você não nasceu para carregar aquilo que eu não consegui resolver.


Você nasceu para viver.


E eu quero assistir.


Quero assistir você descobrir as coisas, mudar de ideia, escolher caminhos que eu jamais escolheria, quebrar a cara, voltar para casa, se apaixonar, perder alguém, ganhar alguma coisa importante, rir até faltar ar e chegar aos trinta anos contando uma história da sua adolescência que eu provavelmente vou fingir que já sabia. Quero estar presente nas partes bonitas e nas partes difíceis, não para controlar a sua vida, mas para que você nunca precise atravessar nenhuma delas acreditando que está sozinho.


Talvez algum dia você me pergunte sobre o meu passado e eu precise falar das coisas que me fizeram ser quem sou. Talvez eu conte sobre um menino que cresceu cercado por adultos que também não sabiam muito bem como cuidar das próprias dores, sobre um pai que deixou marcas e uma mãe que também carregava marcas demais, sobre a culpa de ter visto coisas que nunca deveria ter visto e sobre a sensação de ter perdido pedaços de uma juventude tentando entender uma família que não sabia como permanecer inteira.


Eu provavelmente vou chorar quando contar.


Mas espero que, depois de ouvir tudo, você consiga perceber que aquelas histórias chegam até mim e param aqui.


Não atravessam você.


Porque você não precisa pagar pela minha infância, assim como eu nunca deveria ter precisado pagar pela infância dos meus pais. Eu não quero transformar aquilo que me faltou em uma dívida que você precisa quitar sendo o filho perfeito. Quero transformar aquilo em consciência, para que eu saiba exatamente o tipo de pai que quero ser quando você precisar de mim.


E talvez seja por isso que pensar em você tenha uma tristeza tão bonita.


Porque, de alguma maneira, eu consigo imaginar uma criança recebendo aquilo que um dia eu procurei sem saber como pedir. Consigo imaginar alguém crescendo com a certeza de que existe uma pessoa no mundo para quem sua existência nunca será um peso. Consigo imaginar você entrando pela porta depois de um dia ruim, jogando as coisas no chão, sentando ao meu lado e contando alguma coisa que para qualquer outra pessoa pareceria pequena, mas que para mim será importante simplesmente porque aconteceu com você.


E talvez naquele momento eu entenda que não consegui voltar para buscar aquela criança que fui, mas consegui impedir que ela desaparecesse sem deixar nada de bom para trás.


Ela me ensinou o que eu não quero repetir.


Ela me mostrou onde dói.


E, de alguma forma, me trouxe até você.


Se um dia você olhar para mim e perceber que somos parecidos, eu espero que não seja preciso ter medo daquilo que encontrou. Quero que você possa reconhecer meu rosto no seu sem encontrar nele a obrigação de repetir minha história. Quero que você carregue meu sangue sem carregar meus fantasmas, que tenha meus olhos sem enxergar o mundo através das minhas cicatrizes e que, quando pensar em mim, a palavra que venha antes de qualquer outra seja abrigo.


Porque eu quero ser o homem que fica.


O homem para quem você liga quando não sabe para onde ir.


O homem cujo abraço não precisa ser merecido.


O homem que consegue ouvir um “eu errei” sem transformar aquilo em vergonha.


O homem que, mesmo depois de uma discussão, ainda deixa a porta aberta.


E, principalmente, quero ser aquele pai que você nunca precisará perguntar se ama você, porque isso estará tão presente na maneira como eu te olho, te escuto, te protejo e te deixo ser quem você é que a pergunta sequer vai precisar nascer.


Quando você for adulto, talvez já não precise tanto de mim. Talvez tenha sua própria casa, sua própria família, seus próprios problemas e uma vida que eu só vou conhecer em partes. Mas eu espero que alguma coisa permaneça intacta dentro de você, uma memória simples de quando era pequeno e acreditava que o mundo podia ser enfrentado porque seu pai estava por perto.


E se algum dia você tiver um filho, talvez compreenda por que eu escrevi tudo isso antes mesmo de saber quem você seria.


Eu não estava tentando imaginar uma criança perfeita.


Estava tentando imaginar uma criança livre daquilo que me aprisionou.


Eu não quero ser lembrado como o pai que nunca errou. Quero ser lembrado como o pai que tentou não fazer você pagar pelos erros que vieram antes dele. Quero que você saiba que eu também tive medo, que também carreguei culpa, que também precisei aprender a amar sem confundir amor com abandono, mas que em algum momento decidi que a minha história não precisava continuar exatamente como começou.


Algumas heranças são feitas de sangue.


Outras são feitas de silêncio.


Eu quero que a minha para você seja feita de amor.


E talvez seja essa a única maneira que encontrei de conversar com aquela criança que ainda existe em algum lugar dentro de mim, prometendo a ela que o que faltou não será esquecido, mas também não será repetido.


Porque um dia você vai nascer, vai olhar para mim sem saber absolutamente nada sobre o homem que está diante de você, e eu vou ter a vida inteira para te mostrar.


Nesse primeiro olhar, eu espero que você não veja perfeição.


Espero que veja presença.


E, quando você crescer, quando puder entender todas as coisas que eu não consegui explicar enquanto era pequeno, talvez finalmente consiga compreender a promessa que fiz antes mesmo de você existir


eu não posso mudar o pai que eu tive, nem a mãe que tive, nem salvar o menino que fui, mas posso amar você de uma maneira que faça aquela história terminar em mim.


E, se eu conseguir fazer isso, talvez pela primeira vez uma coisa que começou como ausência termine como presença, uma coisa que começou como culpa termine como proteção, e tudo aquilo que um dia me fez perguntar se eu era digno de amor encontre finalmente uma resposta em você.


Não porque você veio me curar.


Mas porque você nunca precisará ser ferido para aprender o que é ser amado.

Coloquei DEUS na minha frente,
e adoro DEUS com exclusividade,
quem faz ou envia algo para mim,
chega primeiro em DEUS,
ELE filtra, responde e me reenvia...
Tem sido assim todos os dias
e isso trouxe mais vida
pra minha vida!

Se algum dia for muito tarde
lembra de mim.

Tudo que eu passei na vida foi um sinal de que deus estava me alertando que aquilo pra mim não era bom e sim um livramento 🙏🏻

⁠Dentro de mim tem um Ipê
Amarelo vivo
Eternamente Florido!