Não Tenha Medo de Mim
Amor
Há quanto tempo me desejo, mas tinha medo do desejo porque não me reconhecia. A solidão é quando estamos perdidos de nós mesmos. Compreendo o mundo, é como uma garrafa que jogamos no oceano, é a esperança de encontrar maior riqueza além de nós, naquilo que não viveríamos se não soubéssemos usar o desejo.
Algumas pessoas permanecem em relacionamentos infelizes porque têm mais medo da solidão do que da própria infelicidade.
@gmajorlima
O Perfume da Tentação
Ela nunca chega com o rosto do medo.
Vem vestida de encanto,
com os melhores perfumes,
as mais belas roupas,
e um sorriso capaz de silenciar qualquer prudência.
Ela conhece os caminhos da alma,
bate à porta sem fazer ruído,
entra pelos olhos,
permanece no pensamento,
e faz do desejo um lugar confortável.
Sussurra que tudo é permitido,
que o perigo é apenas exagero,
que a felicidade mora no instante
em que deixamos a consciência adormecer.
Ela promete um novo começo,
uma liberdade sem limites,
um prazer sem consequências,
como quem oferece flores
escondendo espinhos nas próprias mãos.
Seu perfume embriaga.
Seu olhar aprisiona.
Sua voz convence.
E quando percebemos,
já não caminhamos por vontade,
mas pelas correntes invisíveis do fascínio.
Ela nunca parece inimiga.
Sempre se apresenta como oportunidade.
Nunca veste o horror;
prefere a beleza.
Nunca grita;
seduz.
E é justamente por isso
que tantos a seguem sorrindo,
sem notar que cada passo
os afasta da luz.
Porque o mal raramente mostra a própria face.
Ele aprende a vestir elegância,
a falar com delicadeza,
a perfumar a mentira,
para que a queda pareça um voo.
E quando o perfume se dissipa,
resta apenas o silêncio,
as feridas,
e a dolorosa descoberta
de que nem toda beleza conduz à vida.
Há perfumes que encantam o corpo,
mas há fragrâncias que adormecem a alma.
E é preciso discernimento,
pois nem tudo o que brilha é esperança,
e nem toda voz suave
vem de um coração que deseja salvar.
A tentação nunca precisou ter a cara do diabo.
Basta-lhe parecer exatamente
aquilo que mais desejávamos encontrar.
Disseram que era política.
Mas era medo.
Medo do pobre virar gente.
Medo de não ter mais
quem limpe o chão.
O ódio tem CEP.
E tem preço de mão de obra.
Jesus andou com pescador.
O Brasil crucifica
quem dá rede pro pescador.
Van Escher
POV: Ele achou que ia me enrolar.
Homem de verdade não tem medo de prova.
Golpista tem medo é de mulher esperta.
Leoa não discute com chacal.
Ela ruge e vai embora.👑🦁
Van Escher
Sentimentos são educáveis.
Raiva vira limite.
Medo vira cautela.
Ciúme vira auto-respeito.
Tristeza vira sabedoria.
E amor... ah, o amor vira escolha.
Nunca mais refém.
Van Escher 🦁
Os vultos da almas são resquícios de espírito atormentado pela vida resiste.
Nos sutis atos medonhos da vida buscamos perguntas aonde esta o amor...
Nas mortalas do espírito remanesce o abismo da essência humana,
Mesmo no frio da escuridão tem vários insites de uma vida que floreu e próspero num amor profundo e eterno.
No dilúvio....
Seu sepulcro a pura ilusão,
Medo alucina sem tantos desejos
Apenas as lágrimas que caem do ceus.
O ambiente tem formas frias e escuras...
A dor não trás respostas diante ao abismo sendo sensatez ganha sombras.
O frio da contraste da garoa...
Suas mortalha da realce a fria noite.
As velas são luzes mortas no gosto de salgado de lábios frios.
Ninguém espera o final apenas joga terra num silêncio cruel,
Veu tampa sua face imaculada para asas da morte...
O sussurros do ventos são lamentos no coração.
A inércia mediante o medo.
Se torne impossível e imponente.
Pois ignora o declínio e esse é simplicidade compreensão.
Ser inerte todavia estão o erro mais a resiliência o torna navegante..
O exploração das fraquezas são apse da ausência a intimidação pelo olha ja te faz vencer pois ignora quebrou o caos ambiente as formas frias são adereços da existência.
O homem é um pássaro sobre abismo
Medo que cair, pois voar igual a andar,
Se torna fenômeno cair do ninho aprender a voar.
Vem , sem medo ..sem pressa ...
Sem desculpa ...vem e me faz tua ...
Vem no silêncio da noite e me domina ..me faz tua ..Vem e aquieta meu corpo ... sossega meu desejo , minha vontade..sacia -me ..odeio passar vontade..Vem e apaga meu fogo .. faz amor comigo denovo .. percorre meu corpo do jeito que só vc sabe ... eu sou a tua música favorita .. dessas que vc decora a letra ..e canta toda hora .. eu sou um vício safado , bandido , pareço droga ..veneno, ou sei lá talvez antídoto... morra de amor ou me mate dele ... essa noite faça valer a pena ...
O Que Está Vivo Agora
O medo imagina o que pode acabar; o amor nos lembra do que está vivo agora.
Talvez uma das maiores contradições de amar profundamente seja esta: quanto mais alguém se torna importante para nós, mais descobrimos que também somos capazes de sentir medo. Não porque o amor seja frágil, mas porque finalmente encontramos alguma coisa que não gostaríamos de perder.
O medo é um viajante apressado. Ele abandona o presente e corre para um futuro que ainda não aconteceu. Inventa distâncias, ensaia despedidas, imagina silêncios, constrói ausências e depois volta para dentro de nós trazendo lágrimas de acontecimentos que talvez nunca existam.
O amor é diferente.
O amor permanece.
Ele olha para o rosto que está diante de nós e diz: “Está aqui.”
Escuta a voz e diz: “Ainda posso ouvi-la.”
Sente o abraço e responde: “Então abrace mais forte.”
O amor não pergunta o tempo inteiro quanto tempo vai durar. Ele pergunta quanto de verdade somos capazes de colocar no instante que temos.
Talvez eu tenha começado a compreender isso justamente agora, quando amar alguém passou a significar tanto para mim. Porque quando o coração encontra alguém que muda nossos planos, nossos pensamentos e até a maneira como imaginamos o amanhã, nasce uma vontade quase impossível de pedir ao tempo: não toque nisso.
Mas o tempo não nos pertence.
Nunca pertenceu.
E talvez seja justamente por isso que o amor seja tão precioso.
Porque amar é segurar uma mão sabendo que não podemos segurar o próprio tempo. É olhar profundamente nos olhos de alguém sem possuir nenhuma garantia sobre o amanhã e, ainda assim, dizer silenciosamente: “Hoje eu escolho você.”
O medo quer garantias.
O amor oferece presença.
O medo pergunta: “E se um dia terminar?”
O amor responde: “Mas por que sofrer pelo fim enquanto ainda estamos vivendo o começo, o meio, o agora?”
Quantas vezes destruímos um momento bonito tentando protegê-lo de uma tristeza que ainda nem chegou?
Quantas vezes deixamos de sentir plenamente um beijo porque nossa cabeça estava ocupada imaginando a possibilidade de um último beijo?
Não quero amar assim.
Não quero transformar aquilo que está vivo em saudade antes da hora.
Se existe amor hoje, quero senti-lo hoje.
Se existe um abraço, quero morar alguns segundos dentro dele.
Se existe um sorriso capaz de mudar meu dia, quero contemplá-lo sem perguntar quando deixarei de vê-lo.
Se existe alguém que fez meu coração reaprender a bater de outra maneira, quero agradecer pela existência desse sentimento em vez de interrogá-lo todos os dias sobre sua eternidade.
Porque talvez o “para sempre” não seja uma quantidade de anos.
Talvez o para sempre seja a profundidade com que determinados momentos permanecem dentro de nós.
Há pessoas que passam décadas ao nosso lado e quase não deixam marcas. Outras chegam inesperadamente e, em pouco tempo, reorganizam nossa alma inteira.
E quando isso acontece, sentimos medo.
Claro que sentimos.
Mas não devemos entregar ao medo a caneta com que escrevemos nossa história.
Que ele fique sentado em algum canto, se precisar.
Que murmure suas dúvidas.
Que invente seus futuros.
Mas que seja o amor a escolher as palavras.
Porque o medo continuará imaginando tudo aquilo que pode acabar.
Enquanto o amor, silenciosamente, continuará apontando para aquilo que está diante de nós e dizendo:
“Olhe.
Sinta.
Abrace.
Ame.
Ainda está vivo.
E é agora.”
Quem exige perfeição de si, muitas vezes exige do outro, ou se retrai com medo de ser visto “incompleto”. Isso empobrece a intimidade e a espontaneidade.
Quando o medo nos protege de riscos concretos, ele é um aliado. Quando nos impede de viver experiências significativas apenas pra evitar a incerteza, ele deixa de cumprir sua função e passa a limitar nossa existência.
“Às vezes temos medo do caminho à frente porque esquecemos o quanto já fomos corajosos para deixar o caminho de trás.”
Quantas vezes dei o meu mundo para pessoas covardes . .. pessoas que tinham medo , vergonha, pessoas que nao acreditavam em mim ... percebi que as pessoas tinham a alma pequena .. e eu era grande demais .. nos sonhos, nas atitudes , na coragem .... pessoas de um ego enorme...e uma mente tão pequena... não, elas não mereciam o meu eu..
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