Não Tenha Medo de Mim

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Minha mãe pariu gêmeos, eu e o medo

Só você me faz sentir coisas que eu achava não ter boa combinação. Amor, insegurança, medo, paz.. uma mistura de sentimentos que enlouquece o meu coração, e ao mesmo tempo o faz deixar cada vez mais apaixonado. Eu pensei que você seria mais um, mas com o passar do tempo, vi que mesmo que não ficássemos juntos, você já teria deixado um significado enorme na minha vida, só por ter passado nela! Eu comecei a amar não só o seu timbre de voz, não só seus olhos, sua boca e seu nariz. Não só as maçãs do seu rosto e o jeito que você me olha, mas passei a amar esse ser humano que hoje tenho como exemplo, como espelho, como herói. Eu te amo além de todas as coisas que possam existir, e sei que não existe estrada sem você pra me guiar, não existe futuro, não existe certeza. Agora entendo que todas as coisas fazem sentido porque eu tenho você comigo.. e não sei como, nem porque esse amor cresce a cada segundo, mas aprendi que as melhores coisas não carecem de explicações. Obrigada meu amor, obrigada por me fazer tão feliz e por completar como ninguém o vazio do meu coração! Não importa o que vier pela frente, nem as dificuldades, nem as barreiras, nem as piores coisas pra nos derrubar, pois sinto que se estou com você eu tenho paz, e é por isso que ainda assim eu sou capaz de muito mais do que as loucuras que já fiz pra te fazer feliz. Eu te amo.

Arrependimento é mais o medo das consequências do que remorso pelo que nós fizemos.

Não tenho medo de viver sem você, eu tenho é medo de me desapaixonar. Se isso acontecer, por quem eu vou sofrer? de quê eu vou escrever?

⁠Perdemos nossa liberdade todos os dias para o medo.

A vida é curta e na entrega ao medo perdemos um tempo precioso, o medo é igual a dor, salva, é um sinal que algo precisa ser feito, então tente, só assim saberá o que podia ter ganhado com aquilo, perder tenho certeza que nunca perderá nada arriscando, tudo na vida é um aprendizado, uma nova experiência, então tente!

Nessa noite,
Triste e sombria
Lembrei da sua voz,
De medo e de agunia.
Mas meu coração estava
Tão triste e sombrio,
Que me esqueci da sua voz,
e dei um leve sorriso demoníaco.

Da Thia: LuizaLobinha Bjs! (>*-*)>

Acho que estou gostando de você, e isto me faz sentir medo.

O medo não é uma boa desculpa. O medo é a desculpa que todo mundo sempre dá.

(Quem é você, Alasca?)

John Green
Quem é você, Alasca?

Você está controlando seu medo... agora libere a sua raiva. Só o seu ódio poderá destruir-me.

Darth Vader
Episódio V - O Império Contra-Ataca

"Podemos facilmete perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz"
" Quem comete uma injustiça é sempre mais infeliz que o injustiçado"

O emocionalismo é um subproduto da esperança e do medo, do apego e da aversão. Temos esperança porque estamos apegados a alguma coisa que queremos. Temos medo porque temos aversão a alguma coisa que não queremos. Precisamos interromper as oscilações extremadas do pêndulo emocional para podermos encontrar um eixo de equilíbrio.

Quando começamos pela primeira vez nosso trabalho com as emoções, aplicamos o princípio de que o ferro corta o ferro, o diamante corta o diamante. Usamos o pensamento para transformar o pensamento. Um pensamento raivoso pode ter como antídoto um outro que seja compassivo ao passo que o desejo pode ter seu antídoto na contemplação da impermanência.

"Medo, venalidade, paixão partidária, respeito pessoal, subserviência, espírito conservador, interpretação restritiva, razão de estado, interesse supremo, como quer te chames, prevaricação judiciária, não escaparás ao ferrete de Pilatos! O bom ladrão salvou-se. Mas não há salvação para o juiz covarde."

Andar na direção do outro é também fazer uma viagem. Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá. Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu. Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro. Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.

Na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença, eu prometo estar comigo em todos os momentos para fazer o que for possível

Inserida por Eisenman

Ficar presa ao passado não é maneira de viver. Acredite em mim.

Inserida por pensador

⁠Eu sei que sempre te critico por você fingir ser alguém que não é, mas pra mim também não é fácil ser como a gente.

Inserida por pensador

⁠Eu tinha medo disso. Da gente. De mim. E hoje é a primeira vez que eu me sinto eu mesma há meses. Fazia tanto tempo! Eu tinha esquecido como era. Você me faz sentir eu mesma.

Inserida por pensador

O sexo é como Truco: se não tiver um bom parceiro, é muito importante que se tenha uma boa mão.

O Medo do Amor

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.

Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.

Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

Martha Medeiros
Crônica "O Medo do Amor", 2003.

Nota: Texto originalmente publicado na coluna de Martha Medeiros, no website Almas Gêmeas, a 24 de novembro de 2003.

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