Nao Tenha Medo de Enfrentar seus Piores Pesadelos
O maior fracasso é fazer o que não gostamos e viver uma vida que não queremos com medo do que os outros vão pensar
Às vezes é preciso largar o velho e assumir o novo para crescermos e aprendermos a não ter medo daquilo que no início nos parece confuso e obscuro. Aprender a enfrentar a escuridão, a inquietude da alma por falta do "conhecer", com certeza é a estrada mais curta para o amadurecimento. Pois o que importa nesta hora é como você se sente e não como te olham ou pensam de você.
Sempre tive muito medo de errar. E errei. Mas também acertei e com os acertos aprendi a não errar, contudo com os erros percebi um fator determinante para a vida de um homem: " maturidade". Esta que as vezes não tenho, que as vezes tenho mas que sempre aparece, cresce e fortifica com os desafios da vida.
Voces querem mesmo saber ? eu sinto medo do que sinto e do que vejo eu não sou covarde mas se pudesse fugia da realidade as coisas que aprendi se torna como nada diante de minha solidão mas eu tenho temor a Deus e isso pra mim tambem é amor porque acredito num Deus vivo
SABER SER
Não costumo levar minha vida feito metáforas,
Sei que o mundo tem medo, sei que o mundo é cruel
Sei que conhecemos dores, sei de horrores que se repetem sem deixar saudades
Sei que vou machucar sem esperar e sem saber, sei também que só existe verdades
Mas saber, é preciso para a próxima viagem.
TENHO MEDO DE VOAR (III)
Como pode?!...
Não entendo como a pessoa se anima tanto a voar,
E até a trabalhar,
Nas alturas,
Numa aeronave, solta no ar.
Vendo aviões nos ares
Fico a pensar sobre as criaturas
Viajando neles expondo suas vidas,
A um grau de risco no mínimo questionável.
Já busquei ajuda
Numa específica literatura,
Para ver se me encorajava voar
Em asas duras.
Mas ainda não fui convencido
Quanto a este heróico ato de bravura.
Como pode?!...
Teria que ser um brasileiro,
Mineiro,
Homem simples do interior,
Autodidata... Roceiro.
O "pai" de tamanho invento?!
É incrível alguém ter tamanho intento!
A ousadia e desenvoltura;
Para desafiar gravidades, alturas,
As Intempéries, a força do vento!...
Como pode?!...
O avião me fazer tremer de medo
Aqui do chão,
Só de vê-lo pairando no ar,
Como um colibri,
Ou em movimento,
Como um trem doido demais!
Como pode?!...
Eu viver tanto tempo,
Sem coragem de cruzar o infinito
Nas asas desse trem bonito?!...
Alberto Santos Dumont teve essa coragem de voar,
Desfrutou desse prazer e achou sua obra prima,
Um trem bom demais da conta!
Cá entre nós, sem espalhar pra muita gente,
Vou continuar dizendo o que sempre disse:
Não tenho medo nem de serpentes.
Mas prefiro viajar a pé
Até meu destino final,
Ou ainda, em lombo de animais,
A deixar os filhos e a viúva,
Em tristes ais (06.01.16).
Mesmo tendo medo de altura, permito que os meus sonhos voem alto porque os nossos medos não podem nos impor limites, mas nos mostrar que sempre podemos ir além apesar dos “apesares”...
A minha força vem das minhas fraquezas e dos erros que já cometi, quem tem medo de perder e não luta, nunca ganhará nada realmente bom em sua existência!
O que causa terror ou pânico não é exatamente a manchete que muita gente se recusa a ler por medo do feio e horrivel, ou por indiferença com uma dita crise.
Depende do controle emocional de cada um de nós no momento da notícia alarmante, da associação que fazemos sobre o que deslumbramos com o que alguém querido já sentiu na pele.
Como num acidente de trânsito grave, numa cena violenta no ambiente de trabalho ou doméstico, a questão é que o campo de atuação profissional, a personalidade e o estado emocional resultam em reações diferentes para cada pessoa.
No caso de alguém que assiste socialmente famílias marginalizadas e realmente desesperadas, o profissional, mesmo acostumado com esse caso, ao sair do trabalho difícil, visualizar do outro lado da rua outras famílias em total descaso, como as mães de presidiários nos portões das cadeias públicas, passando fome, sede, mal-estar e ansiosas em descobrir se seu filho, neto, marido, pai ou irmão continua vivo, o profissional despenca com essa senhora de idade que desmaia ao descobrir a verdade.
Portanto, não posso justificar meus excessos com minha rotina árdua, mas realmente existe uma profissão de paixão que não é fácil de voltar para casa leve e de consciência feliz.
Não é só compaixão, ou compreensão, é uma missão por vezes impossível e que mesmo com autonomia escrita nas literaturas, na prática somos apenas secretários do Estado, a mercer da boa vontade do sistema.
Imagine só a demanda gigante de colegas frustrados e migrantes em outras profissões por desistirem da classe, por vezes classificada como insistente e não assistente.
É por isso que não sei falar com menos excessos, não é um pânico meu, ou discurso de gente exagerada, é minha rotina cansativa e tantas vezes sem vontade, depois de testemunhar tanta dor.
Meu problema com isso é o positivismo, eu não sou seguidora dele, não é isso, mas o que me levanta é a ideia de que ainda podemos ser protagonistas, nós, o povo.
Eu acredito que alguma coisa boa vai acontecer, mas até lá eu fico indiguinada mesmo, desabafo com quem se disponibiliza e até mesmo me ajuda a ver por outro ângulo.
A essa hora de sábado, não estou falando de romance e de relações pessoais, estou pensando na sociedade mesmo, essa que está condenada em uma suposta crise que afeta a massa dominada de sempre e é desculpa para todos os problemas sem solução.
Enquanto me distraio escrevendo sobre romances que me apresentam ou que percebo no mundo que conheço, esqueço da vida por alguns instantes de um sentimento bonito.
Só que, em alguns intantes, eu preciso surtar sobre o que está em mim e jogo para fora o que não cabe mais aqui dentro, mas eu tambem já disse que escrevo sem remetente e ainda assim, sempre preciso lembrar ao vento, que passa por aqui todos os dias, levando partes minhas ao desconhecido, que se sente atingido por uma indireta e eu sei que é assim que acontece mesmo, pois eu já vivi essa sensação também.
Enfim, são apenas textos desligados a cerca de emoções das minhas observações de tempos diferentes que me lembro e começo a descrever.
MEDO...
Tenho medo, medo de tentar novamente
e simplesmente não da certo
Deste jeito de me arriscar
e sofre de novo
Sei que muito tempo pra quem desistiu
de tentar ser feliz
Mas sei que não quero mais acreditar
no Amor...
Sei que é um medo bobo, mas não tem como
superar minha falta de acreditar nos sentimentos
Estou tentando não olhar pra você,
mas acabo me envolvendo com sua fala doce.
Para de seduzir me com suas palavras.
Preciso me acalmar, me afastar e me distanciar!
Adeus...
Shirlei Miriam de Souza.
Enquanto nao sairmos das aparências sem medo de errar , nunca chegaremos ás essências. Prefiro ser condenado ppr buscar a segunda opção do que viver na mediocridade.
Medo...
Não sei bem o que acontece
bate um medo
Não sei se hoje sou uma lembrança
ou se ainda sou uma realidade
Talvez seja um sentimento bobo,
mas o tempo mudou
Sentimentos ficaram conturbados
diante do passado que ainda é presente
Sei lá talvez o anseio de encontrar um amor de verdade
me enganou coração.
Shirlei Miriam de Souza
Esperando...
Com medo, mas com a certeza
que medo não me causa dor
somente receio...
A curiosidade me eleva adiante
a passos marcantes
Em busca de um porque
que ainda não sei.
Quero olhar nos olhos dele
e ver que vai acontecer
Talvez aconteça ou não
o momento é de uma espera marcada
de anseio de um pensamento constante.
O que farei nada, nada.
Só na espera que o destino cruze os nossos caminhos.
Shirlei Miriam de Souza.
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