Não te Conheço Direito
Precisamos de uma lei que proteja os homens. Estamos virando seres acuados pelas mulheres que usam pele de cordeiro.
O cliente sempre tem razão, mas nunca a solução. Portanto ao ouvi-lo planeje a ação, ao acalma-lo execute a solução.
A arte de aprender no muito é fenomenal, mas experiencia boa é quando no pouco você descobre a força interior de seguir sem desanimar, e esperar novamente para chegar no muito, dando valor verdadeiro de tudo que não percebeu no fácil.
Nem sempre a justificativa é vista como manobra para se defender de um acontecimento, mas mostra ao acusador que mesmo não tendo feito nada, a sua verdade é maior que qualquer fato importuno que possa o prejudicar, e quando se trata de injustiça a verdade na defesa é a unica forma de provar que sua consciência esta mais limpa do que nunca.
Ao tomar conhecimento de seus direitos e deveres, o jovem aprende a ter senso crítico; busca argumentar com segurança e objetividade, guiado por uma Luz Interior que só ele sente, valoriza e reconhece.
A liberdade religiosa é fruto da evolução do próprio conceito de liberdade. Durante o trajeto da humanidade, a luta pela liberdade tem sido motivo de guerras e revoluções. A liberdade tem íntima ligação com a evolução histórica e social dos povos.
Sendo a liberdade religiosa um dos direitos mais onerosos à dignidade da pessoa humana, os indivíduos, no Estado Democrático de Direito, tem a garantia de assumir sua religiosidade sem qualquer espécie de restrição, do mesmo modo que aceitar conviver harmoniosamente com os outros indivíduos que optaram por professar outra religião ou mesmo não professar crença alguma.
Precisamos ter a noção de que Estado laico não quer dizer um Estado sem religiões ou mesmo um Estado ateu. O objetivo da laicização do Estado é a proteção à diversidade de crenças, amparada legalmente no direito à liberdade religiosa.
Qualquer ideologia deve estar aberta à discussão e crítica quanto a sua validade; até porque é constitucional também a liberdade de pensamento; sem medo ou represálias de expressá-lo. Sem exceção. “Islamofobia” não é racismo ou intolerância religiosa tanto quanto “Comunismofobia” ou “Nazismofobia” seriam, pois Islamismo é uma idéia, não uma raça. Em uma sociedade civilizada nenhuma idéia –religiosa, política ou filosófica – pode exigir tratamento especial ou ser colocada fora do alcance das evidências e críticas advindas do pensamento que a suportem ou a refutem. Resumindo: pessoas tem direitos, idéias não. Num Estado laico, não deveria ficar legislando sobre assuntos de interesse religioso, já houve o tempo em que a Igreja legislava e dava pitacos no Estado, e esse período ficou conhecido como a Idade das Trevas.
Quem educa sofre, ama e chora, pois sofre ao ver o descaso do futuro, ama sentir o carinho de poucos e chora ao ver apenas um dizer: "eu consegui".
Deus nos entrega a Graça de maneira superabundante, subvertendo a referência que temos de valor! Mesmo sendo abundante, não temos o direito de desvaloriza-la.
Afligir pessoas pelo o seu posicionamento politico, ideológico ou religioso é primitividade. Cada um tem o direito de ser o que é, e defender o que lhe convêm. Concordar ou não é um "porém", mas agredir aquele que não pensa igual a você é estupidez, além de ser um ato criminoso é claro. "Cada um no seu quadrado" filosofaria Sharon (sic) e assim o mundo gira e o equilíbrio social também acontece...
Não existe assunto que não possa ser entendido. Existe falta de contato com o assunto, na teoria e na prática.
Não vos deixeis levar pelo remorso.
Quem é que nunca fez uma asneira? Eu poderia passar um dia inteiro catalogando os erros que cometi: não somente pecados, mas também enganos, equívocos, erros de escolha sem importância (ou que pelo menos mostraram não ter importância depois de algum tempo). Cada um desses erros transformou a minha vida, assim como cada uma das escolhas sensatas também.
Passei doze anos da minha vida advogando, e fiquei feliz por ter deixado essa atividade, que acabou por converter-se em algo para o qual eu não estava especialmente dotado, ou talvez em algo que não mais me convinha. Passei a dedicar-me a um outro tipo de trabalho, do qual gosto muito, e para o qual penso ter alguma facilidade.
Esses doze anos foram desperdiçados? Seria muito simples dizer que sim, e lamentar ter dedicado um sexto da minha expectativa de vida a uma profissão que hoje eu não teria escolhido.
Mas o que eu teria escolhido em lugar do Direito? Aos 26 anos, certamente não seria a apologética. Não era um campo visível para mim – naquela época, aliás, nem era uma carreira que se pudesse escolher – e além disso não estava preparado para esse trabalho. (Alguns dirão que eu só iria estar preparado muito mais tarde, mas não vamos entrar nessa digressão).
Eu certamente poderia gastar o meu tempo recriminando-me por não ter tido a sensatez de escolher o que ninguém escolheu, em vez de seguir todos os meus colegas rumo à Faculdade de Direito. (De fato, parecia que todo o mundo ia para lá: quando abandonei a carreira, havia 8.000 advogados somente em San Diego).
Você provavelmente tem algo em seu passado que poderia levá-lo ao remorso: a pessoa com quem deveria ter casado e não casou, a carreira que deveria ter escolhido e não escolheu, o lugar que deveria ter visitado e não visitou, o comentário que deveria ter feito em voz alta e não fez... Pode ficar chorando por causa do que deveria ter sido e não foi, ou então seguir em frente: mas fazer ambas as coisas, não.
“Não vos deixeis levar pelo remorso”.
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