Nao sou uma Pessoa que Espera a Elogiar
Não encontrei o amor, ainda hoje vivo sozinho. A espera de quem não vem.
Meu nome é alipio Batista a metade de ninguém.
Não se espera nada em troca quando está ajudando alguém e se esperar, basta cobrar por seus serviços.
Vamos fazer história, essa é à hora, o tempo não espera e nós somos responsáveis pelo destino das gerações futura.
Tudo o que necessitamos para sermos felizes existe à nossa espera, em algum lugar. Nós é que não estamos prontos.
Desejo que sejamos mais como as crianças, que não espera por muito, que fazem de caixas de sapatos vazias carrinhos, de espanador velho bonecas, o segredo da vida não é ter o melhor é fazer o melhor com que se tem.
Medo!
"Tenho medo do ontem, do hoje e principalmente do amanhã. Não sei o que me espera, se vai ser do mal ou se vai ser do bem. Tenho medo do meu interior, do meu intimo o que vai ser. De expor meus problemas, meus dilemas e meus sentimentos.. me transformando em alguém frágil ou transparente.. A vida segue e tenho medo de me decepcionar, medo de decepcionar alguém.. Medo de acreditar em quem não devia ter acreditado, minhas escolhas são provenientes de minhas atitudes e responsáveis pelo resultado futuro. Eu tenho apenas medo, medo também de não conseguir. Não conseguir ser o que quero ser. Medo de errar, mas só vou saber tentando e encarando o medo, a realidade. Eu tenho apenas medo do próprio medo!"
''Não é seu trabalho se dar bem com todos do mundo,
mas você deve respeito se você espera ser respeitada.''
Agradece agora, sem pestanejar, o que tens!
Não espera a hora de não ter pra reconhecer que o que parece tão simples é dádiva para o que não tem.
Súplicas à Pérola
À Maria Rita
Eis que surge ela
A não espera árdua de ser ela
E grita a Cinderela
Quem dera-me ser ela
Rita, Maria, Séria
Quisera minha súplica poder-te tão sincera
Quisera-me Maria ser-te Rita
Ser-te rítmica minha súplica
Ser-te-me tão lúcida a tua música
Que grita
Pondera
A dor da Cinderela
Que era ela
Antes do debruçar de tuas querelas
Querê-las querem às bélicas
Belas ao bálsamo de Rita, Maria, Séria.
Eis que surge ela...
Eis que surge o grito
O medo assombra-se do mito
O mito apodera-se do grito
E grita
Rita, Maria, Séria.
Quisera-me ser lúdica a empírica tua quimera
Quisera-me ser mito tua afronta mais sincera
Quisera-me ser grito, o debruçar mais bonito
No ímpeto que vocifera, algoz
Quisera-me a Cinderela silenciar em tua voz.
Eis que surge o tempo
Assombra, assopra-nos tão lento
Prende o ar, faz ciumento
Herda telepático o tormento.
Eis que surge ela
Eis que se apodera
Já não era mais sem tempo.
Seu tempo
Tempestuosa
Rita, rima, rasgo e prosa
Ela rasga, ela arrasta, sinuosa
A esfera de argila
Que no palmo de seus aplausos
Desfibrila
Se desbota
Ao embevecer-se com suas notas
Pudera...era ela
Rita, Maria, Séria.
Cinderela trapos d'alma
Pedaços fugidios
Do meu eu tão tardio
Que derrama
Quando grita
Quando Rita, Maria, grita
Esvaí-se em delírio
Bonita
E inflama
A flâmula escarlate que aprisiona
Acústica
O meu eu
O meu erro
De angústia
De não ser lúdica
A tua música
De ser flauta no frio
De tua astúcia...
Bonita
Regenera
Rita, Maria, Séria.
Quem dera-me ser ela
Quem dera-me, Cinderela
Sentir-te pés lúcidos n'água, aguarela
Translúcida em teu timbre que suplica
Pela pérola
Que supera...
Mas a pérola
Era ela...
Rita, Maria, Séria
Passei um ano deitada à espera que o céu me caísse na cabeça, não caiu, queria dizer que estava viva, então fui à luta e encontrei pessoas que me aceitavam com todos os defeitos e qualidades. Esses, são os nossos verdadeiros amigos, entendem-nos por aquilo que somos e o que podemos dar.
“Bonito mesmo é o não planejado, o que não se conta, não se espera. A beleza real das coisas está em como elas chegam até nós, no último segundo do fim do tempo, no espaço curto que se prende entre o continuar e o desistir. A surpresa em si é bela, encanta os olhos e ganha o coração. O marcar a data, o pedir permissão, a alegria premeditada em cada segundo na agenda não arranca de nós o sorriso mais verdadeiro. Perde-se a graça. Festeiro é o beijo que foi roubado, o esbarrar na rua com aquela pessoa que há muito não se via, o ganhar algo sem motivo nenhum. Façanha da vida é essa, esses presentes momentâneos de ser pego no pulo do gato e gargalhar até a barriga doer. E eu gosto disso, dessa alegria de fim de tarde que te arrebata a alma num simples telefonema não previsto, desses instantes que se escapam da agenda e se instalam no peito, provocando em nós um súbito sentimento de euforia, uma enorme reconhecimento de que vale a pena continuar. Porque o belo ainda existe.”
A vida é perfeita quando você corre atrás do que deseja conquistar e não do que espera a vida te dar.
