Nao sou seu Quase Amigo e
Au,
Alvorecer,
Alvorada,
Aurora.
Sou todas elas,
E outras tantas.
Sou múltipla de mim.
Em fusão de seres de matéria composta.
Sou Nemoeres,
De não ser, e ser.
Queria simplesmente "não ser":
Anônimo (bom) séria
Uma palavra dita
No sussurrar do vazio
Que no fim.
Restaria.
Simples assim...
Olhe, Eu tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras, sou irritável e firo facilmente, também sou muito calmo e perdoo logo. Não esqueço nunca, mas há poucas coisas de que me lembre, mas tenho tantos defeitos: sou inquieto, ciumento, áspero, mimado. Embora amor dentro de mim eu tenha exagerado toda a vida; minhas paixões são ardentes, minhas dores de cotovelo de querer morrer, louco do tipo desvairado, briguento do tipo, tô de mal. Durmo 8 horas seguidas, meus amigos são semi- irmãos; meus amores são sempre eternos e meus dramas, mexicanos. Também sou manso, mas minha função de viver é feroz. Não entendo, apenas sinto, tenho medo de um dia entender e deixar de sentir. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo e preguiça. Tive toda a aparência de quem falhou, e só saberei se foi a falha necessária.
Sabe o que quero de verdade? Jamais perder a sensibilidade, mesmo que às vezes ela arranhe um pouco a alma, por que sem ela não poderia sentir a mim mesmo. Nada te posso garantir, sou a única prova de mim, a única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo. Quem sou? Bem, isso já é demais....Gilberto Brostel adaptação do texto de Lispector.
EU SOU LÁ DO SERTÃO
Eu sou de uma terra
Que o povo padece
E por meio de prece
Consegue alcançar.
Filho do vaqueiro
Sem chão, sem dinheiro
Esse povo é guerreiro
Não para de lutar.
Não venha dizer
Que de onde eu sou
Só tem terra seca
Fome e solidão.
Pois na minha terra
Tem praia, tem serra
Tem verde, tem mato
Tem mar e sertão.
Não nego meu nome
Não nego meu sangue
E nem com a fome
Calo minha voz.
Da terra de Bráulio,
José de Alencar,
Iracema, beira mar
Rachel de Queiroz.
Terra estremecida
Terra sofrida
Mas terra querida
De se viver.
Sou a voz da Maria,
José, Antônio, Luzia
A voz dos grandes sábios
Que não sabem ler.
Minha terra sofrida
Terra de Patativa
De gente sabida
Como uma nação.
Se me perguntar
De onde eu sou,
Digo sim "sinhô"
Sou lá do sertão.
De madrugada tudo sempre faz tanto tempo..
Eu sou um vazio, morrendo por dentro...
Como um dia frio, cinzento
De madrugada tudo sempre é desalento.
"Eu sou uma parte do resultado da evolução da consciência humana que está conectada com a essência da vida."
Na face séria que carrego sou pura liberdade.
Às vezes um simples gesto, outrora complexidade.
Se por fora apavoro, por dentro sou um grande porto.
Alguns se afogam em meus desejos, outros encontram conforto.
Há quem me chame de exagero, confusão, calamidade.
Há quem mergulhe com peso no prazer da minha intimidade.
Vivi certas loucuras. Vivi certos amores. Todos escolhidos a dedo.
Tenho as melhores histórias da minha vida guardadas como um belo segredo.
Obsessão.
És tu minha doce menina, que causa-me tamanha obsessão.
Sou fascinado por teu jeito, fico louco por teus beijos.
Acelera meu coração e viajo por tuas carícias.
Vejo em seus olhos as mais perversas malícias
Amo as nossas loucuras edevassidão, cada toque me causam arrepios e desejos.
Fico sempre daquele jeito Ao sentir as suas mãos
És a minha menina,minha fúria incontida, és tumeu doce desejo
minha grande obsessão.
Mulher
Sou regada de amor
Colhida no desabrochar
Pétalas de sonhos
Risos de luar
Calor da emoção
Canção de inverno
Pássaro sem limites
Caminho sem volta
Delicada como algodão
Livre como espinho
Aqueço por querer
Por querer também desisto
Posso ter teto de vidro
Até prefiro, pra ver as estrelas
Posso queimar quem me toca
Sou raíz que sente sede
Sobrevivente de desertos
Então não duvide...
De quem toma banho na própria tempestade
De quem floresce em meio tantas pedras
De quem acredita no outro dia
De quem abre o coração
Para sentir de novo e de novo
Sexo frágil?
Não querido, meu segredo é asas
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 30/05/2021 às 23:30 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
vazio
Quem sou
além de vazio,
prantos ou canções tristes;
além da escuridão
que outrora viste.
confesso, não sou aurora,
nem tão pouco poesias agradáveis.
Sou elegia,
completa nostalgia.
se outrora disse
que sou magia menti.
Sou o "eu sou tristeza",
nada de moleza.
sorrisos
nem abraços de alegria.
Quem não quiser se aproximar
eu compreendo,
só não entendo
o porquê que o "meu bem querer"
até hoje não chega.
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