Nao sou seu Quase Amigo e
Amigo, há momentos que desejariamos vive-los para sempre...
Como também há momentos jamais imaginamos passar...
Mas tudo tem um propósito, que só Deus pode nos fazer entender.
Espero que este momento amargo, vire doce, por esquecer da despedida e lembrar dos momentos lindos vividos.
Que o Senhor conforte a sua dor e de todos os familiares e amigos.
Beijos
A amizade é um lindo presente que Deus deixou para nós desfrutarmos, pois um amigo te acompanha em todos momentos de sua vida.
Vivam felizes, contruam amizades infinitas...
Meu voto
Quando voto meu amigo,
estou em ti a confiar,
pensando que é "honesto",
para a mim representar.
Não dou chave de banco,
para que possas enricar.
Não te dou o direito,
de querer me "enganar".
Quando voto meu amigo,
quero o bem do "cidadão",
não espero vê-lo mentindo,
passeando de carrão.
Não te dou o "direito",
de achar que sou pateta.
Pois já sei que fica por aí,
escondendo dólar na cueca.
Quando voto meu amigo,
estou "ciente" do que faço,
Mas tem gente que não sabe,
vende-se por uns trocados.
Não se engane aí "doutor",
quatro anos passa rápido.
E o povo com seu voto,
tua vida pode mudar.
Somente um amigo como o Espírito Santo pode interceder por nos com gemidos inexprimíveis, a ponto dos segredos de Deus serem gerados em nos.
O livro é um amigo,
confiável e instrutivo
possui uma missão e uma versão,
despertar sensibilidades à vida.
Ser amigo de longa data,
ser amigo de todos,
ser amigo do nada
ou ser amigo
incondicionalmente
nada tem de errado;
Se você não consegue
ser amigo de toda a gente,
melhor é não ser inimigo,
e se afastar sutilmente.
Guatambú
Guatambú do meu destino
resolvi abraçar no caminho,
porque teu povo amigo
sempre está comigo.
Guatambú do Oeste Catarinense
que me faz ir pela estrada
em busca da tua gente.
Guatambú banhado
pelo Rio Uruguai tu és
o meu rincão de paz,
tu sempre me põe na tua paz.
Guatambú da Cascata do Rio Tigre
da gente que não desiste
e do rebanho bem cuidado.
Guatambú que eu amo tanto,
do cheiro de erva-mate carinhoso,
de tudo aquilo que fazes tão gostoso
e me faz sonhar com os olhos abertos.
O melhor amigo
do líder em exílio
foi atropelado
pela viatura militar,
Para a maldade
dos Homens não
há explicação,
Há um golpe
na Bolívia que
não há como negar.
Canto sem ter
a voz dos cantores
da América,
Escrevo para
o tempo passar
E quem sabe
acordar do pesadelo
de não ter que
tomar tiro se tiver
de sair para protestar.
Encontrei uma rima
que parece ironia,
Estamos a um
mês do Natal,
Não soltaram
a tropa e o General
que está preso
há quase dois anos
imerecidamente,
Enquanto o Deus
da Guerra anda
livre e leve solto
pelo nosso continente.
Bocaina do Sul
Tu sempre será o meu
Rio Bonito de ensinamentos,
do teu povo amigo orgulho
não nego que tenho, louvo
e poemas eu à todos dedico.
Nos Aparados de Piurras
reabro o livro da tua vida,
das origens carijó e jê,
Bocaina do Sul, ternuras
mil devoto todas à você.
Na Cachoeira Morro das Pacas
releio todas as páginas
de crescimento que te fizeram
na vida uma cidade erguer,
Bocaina do Sul és alegria de viver.
Nas cachoeiras e no Rio
na localidade de Campinas
agradeço a sua existência linda,
Bocaina do Sul, minha querida,
filha da Bela e Santa Catarina.
Na Pedra da Boca eu marquei
um encontro escondido com
você porque és tudo que amei,
amo e sempre na vida amarei:
Bocaina do Sul em ti me amarrei.
Nas tuas grutas e no teu memorial
de devoção rezo por mim,
por ti e por tudo que és,
Bocaina do Sul, minha amada,
não há ninguém que não se renda
aos teus pés diante de tanta beleza.
Cai a noite e você
sem desconfiança
se entregou ao baile
querendo ser mais
do que meu amigo
achando que o seu
coração não estava
correndo perigo,
Agora você não quer
mais outra coisa na vida
do que viver colado comigo.
AO SAUDOSO AMIGO RAIMUNDO DO GALETO:
O ano era 1964, na comunidade denominada Sitio Velho município de Esperança-PB, nascia Raimundo Fernandes dos Santos, sexto filho de uma família de dez, dos inesquecíveis, Paulo de Duda e sua esposa dona Luzia, aquele menino ainda franzino logo se destacara dos demais, como sendo um exímio comerciante, ao coordenar as vendas de leite da família, quase sempre entregues de bicicleta, incentivadas por seus pais, que percebendo o dom do garoto para lidar com aquela atividade, logo tratou de deixar a vida bucólica do campo, para fixar residência na sede do município, onde a principio, o inseriu na escola com o intuito de lhe oferecer uma melhor educação e, dotar- lhe de conhecimento que mais tarde viria lhe auxiliar na condução dos negócios da família.
Contudo, o menino já na pré- adolescência, não externava muita familiarização com as letras, seu forte, claro, rapidamente se evidenciou na habilidade patente com a manipulação comercial, ainda muito jovem, abortou as relações de negócios com seu genitor, pois almejava alçar voos com suas próprias asas, o qual havia lhe inserido na lida do mercado financeiro, pessoa agraciada com o carisma que tinha como peculiaridade, inicia uma saudável amizade com o senhor Romeu Eloy, gerente do banco do Brasil agencia local, responsável por sua ascensão comercial, com a cooperação oferecida pelo amigo mais recente à época, que na qualidade de gerente oferecera-lhe acesso a bons empréstimos, o que lhe proporcionou a criação do Aviário Bruna numa alusão a sua única filha à época, uma das maiores revendedoras de aves vivas da região, Raimundo, data vênia aos seus familiares, poderia eu chama-lo de um inveterado boêmio, porém, sempre externou ser um pai carinhoso e presente. Aviário Bruna crescia em escala estonteante era década de 1980, e o jovem empreendedor expandia seus negócios para outros estados como – Pernambuco e Rio Grande do Norte.
Nesse mesmo ano, preconizava uma nova amizade com o ilustre Teixeirinha, que vinha de uma celebre campanha eleitoral, na qual foi o deputado estadual mais votado da historia do município em termos proporcionais, daquela amizade, iniciava-se seu interesse pela vida pública, em seguida, apresentou e financiou a campanha de seu irmão Ronaldo do Galeto ao cargo de vereador, infelizmente, sem lograr êxito, mesmo assim, o simpático comerciante, não perdia seu apreço pelos movimentos políticos partidários, herdada de seus pais as boas amizades com políticos de renome no estado e sua inserção na vida politica, tinha sua casa visitada por varias autoridades publicas tais como – Gilbran Asfora, Robson Dutra, Ronaldo Cunha Lima, e o próprio ex vice governador, o saudoso Raimunda Asfora, que alimentava grande simpatia por nosso protagonista.
Todavia, a vida nos reserva não só boas como ruins surpresas, e o nosso dileto amigo Raimundo, não fugiu à regra, depois da bonança, o grande guerreiro amargava momentos de aflição, não só de cunho financeiro, como no plano emocional ao perder seu pai acometido de um CA, ainda relativamente moço , diante de toda essa provação, decide migrar para o estado de Rondônia onde permaneceu por uma década e também construiu um grande patrimônio. Ora! Não sei se por ironia do destino, ou acometido de saudade do seu torrão, retorna ao nosso convívio e de maneira abrupta, deixa esse plano terreno, e muita, muita, saudade a seus familiares e amigos.
Porém, deixa também um legado de boas amizades, simplicidade e humanidade, quando da adoção de um de seus três filhos que ficaram para dar seguimento a sua trajetória prematuramente interrompida. Quiçá, lá onde esteja, tenha convicção de nossa admiração.
Série: Minicontos
EU e EU
Ontem, proseava com um amigo fumante com o maço de cigarros ao lado. Olhou e perguntou: Ainda tem?
Apenas um!
Disse-me. Manda, o infeliz vai morrer!
Qual dos dois?
O Saci é meu amigo
e como reconhecido
Guardião da Floresta,
nós dois temos
um pacto antigo,
Comigo ele também
anda sem que por
você seja percebido.
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