Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
Pior que ainda sinto sua falta, choro todas as noites..fico me perguntado porque é assim !?
Eu não tenho mas forças para suporta tudo isso.
Melindre de amiga
Eu não sei se você me ama ou se apenas divide sua atenção entre admiração e desprezo.
Não sei se me deixa esperando de propósito ou se apenas é distraído.
Você é um alguém de bons princípios e valores,e não posso negar que é atencioso,mas porque passa dias parecendo que nem me conhece?
Porque você é mais um que repete a mesma maldita história?
Eu me deixo gastar.
Invisto,amo em pouco tempo de forma verdadeiramente grandiosa,e não faço isso pra receber em troca,mas qual ser humano não espera
pelo menos demonstrada consideração?
Todos os dias me sinto frustada,e mesmo assim continuo amando.
O que ainda não aprendi? ou O que ainda preciso ensinar?
Poque só eu pareço me importar?
Nos dias de angústia,me sinto tentada a te dizer que teu silêncio me agride
"Eu tenho medo de sofrer muito e não suportar, medo de me perder e não me encontrar mais... deixa-me fica com você, lhe mostra o que tenho de melhor dentro de mim, porque o que tenho de ruim eu não utilizo, jogo no lixo, não acumulo, pois se encher posso perder-me no meu lado mais obscuro.Por isso eu transbordo de amor próprio, até porque, se eu mesma não me amar como vou amar os demais, como vou caminhar? como vou enxergar?se a luz, o caminho é o amor... Olha como o ser humano é um horror, transformou o amor em uma droga, quando na verdade é uma porta de saída da dor e, porta de entrada para a felicidade... O amor não nos traz sofrimento, o homem quem, ainda, não sabe amar como deveria, se soubéssemos amar o mundo não estaria desse jeito. A essência do homem está sendo perdida, trocada, corrompida pelas trevas que existe dentro de cada um de nós. Se soubéssemos o poder do amor e a importância do agr, não diríamos "tanto faz" para as coisas mais simples e, totalmente, verdadeira, que a vida nos dá."
Às vezes eu fico zangado sem saber porquê
Às vezes eu falo sozinho, mas ninguém me vê
Tu não devias pensar tanto nessas coisas, Zé
Se calhar tu és maluco, mas todo o mundo é
Eu quis conquistar o mundo!
Fui atras e lutei.
Confesso que não venci,
Mas muita experiência ganhei.
Se um dia chego lá?
Disso ja nem sei.
Perdi muita coisa valiosa,
E é claro q chorei.
Dessa vida muito ja aproveitei,
Coisas que para sempre lembrarei.
Dentre tantas escolhas,
A maioria errei.
Concerteza muitas pessoas perdoei.
E o que eu fiz da minha vida?
Trabalhei
Me dediquei
E não desisti...
Se eu soubesse que eu chorando
Empato a tua viagem
Meus olhos eram dois rios
que não te davam passagem
Cabelos pretos anelados
olhos castanhos delicados
quem não ama a cor morena
morre cego e não vê nada
“O eu responsável – a consciência da consciência – não existe como coisa nem como estado: existe apenas como tensão permanente em direção a mais consciência, mais responsabilidade, mais abrangência e maior integração. A consciência cresce na medida em que se reconhece, e não pode reconhecer-se senão abrindo-se permanentemente a conhecimentos que transcendem o seu patrimônio anterior. A abertura para a transcendência – para aquilo que está para além do horizonte atual de experiência – é portanto um dado permanente da estrutura da consciência. Suprimi-la é falsear na base a situação de conhecimento.
Se a consciência que tenho de mim mesmo — a identidade do meu 'eu'– fosse um efeito da continuidade corporal, ela seria inconstante e mutável como os sucessivos estados do meu corpo, e não haveria por trás destes uma consciência constante capaz de registrar, comparar e unificar num conceito geral estável as mudanças que o meu corpo sofre. Se fosse um produto da impregnação linguística, um simulacro de identidade introjetado pelo uso repetido do nome e do pronome, como faria eu para saber que o nome pelo qual me chamam e o pronome pelo qual me designo se referem a mim? Se, por fim, fosse um resultado da abstração que por trás dos estados apreende a unidade da substância, QUEM, pergunto eu, operaria o mecanismo abstrativo?
Conclusão: a identidade do meu eu é independente e transcendente em face do meu corpo, da linguagem e das operações da minha inteligência abstrativa. É uma condição prévia sem a qual não pode haver identidade corporal, nem linguagem, nem pensamento. A identidade do 'eu' é a própria unidade do real que se manifesta na existência de uma substância em particular que sou eu. Nenhuma explicação causal tem o poder de reduzi-la a qualquer fator, pois é ela que unifica todos os fatores. A existência do 'eu' é o inexplicável por trás de tudo o que é explicável.
'Quando morremos, vemos, desde cima, o nosso corpo inerte. É a prova de que jamais 'tivemos' um corpo, apenas passamos por ele como inquilinos. Mas, se não possuímos um corpo, como podemos possuir tudo o mais que ele utiliza, manipula, desfruta e padece? Esta é a verdade dura e sublime: nada possuímos além de um 'eu'.Os místicos que nos pedem para eliminar o 'eu' querem que façamos algo que eles mesmos não podem fazer — e que, aliás, se fosse feito, não seria de utilidade alguma.Podemos nos livrar de sucessivas idéias do eu surgidas ao longo da nossa existência, mas livrar-nos do eu propriamente dito seria livrar-nos de quem nos livra dessas idéias.Falar em 'alma' não resolve grande coisa. Se fôssemos a nossa 'alma' não poderíamos contemplá-la e julgá-la. Concepções erradas sobre o eu estão na base de toda ética formulada em termos de 'egoismo' e 'altruísmo'. NENHUMA conduta moral, seja a de um santo, a de um 'serial killer' ou a de um zé-mané, pode ser descrita nesses termos."
Eu porto uma arma não porque tenho medo, mas sim porque ela me permite não ter medo. A arma não limita em nada as ações daqueles que querem interagir comigo por meio de argumentos; ela limita apenas as ações daqueles que querem interagir comigo por meio da força.
Hoje eu sei
Já matei muita gente com minhas palavras
Talvez não tenha sido proposital
Talvez eu não tenha planejado agir de forma tão visceral
Mas no entanto, hoje eu sei, que a palavra pode causar muito mal.
Já completou um ano
Que a gente não se fala
Mas eu continuo te seguindo
Querendo saber como você está...
Vejo tuas fotos da manhã
Com a cara tão cansada
Mas já tem até outra namorada
Tem um ano que observo
Você parece estar perdida
Os vídeos das noites
Chapada com a namorada e as amigas
Cadê aquele amor inocente
Aquela amizade que era pra ser pra sempre
Onde foi parar
A menina dos seus olhos
Onde foi que ela se perdeu??
E por que eu não posso partir? Por que minha alma cansada insiste em ficar? Em sofrer? Em chorar? Quando os dias se repetem na ausência do abraço e do beijo que nunca foi dado. O por que me perdi no que inventei? No que criei sem permissão, sem ao menos ter razão? É tão forte como o vento, tão confuso como os dias de outono e tão amargo como o café que eu tomo.
Escuto muito essa coisa de "o mal tem volta"!
Não! "O bem tem volta"!
Se eu levar fé na primeira possibilidade
estarei apenas me equiparando ao que não é bom.
Por isso desejo apenas que o bem volte sempre
e que depois da visita, viaje por aí de coração em coração.
Cika Parolin
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