Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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"Meu amor, eu não te quero de volta.
Roguei tanto para que não fosse; hoje, aos céus clamo para que nunca mais bata em minha porta.
Perdão, amor, mas eu não te quero de volta.
Meu peito, no seu aconchego, era um todo de alegria; hoje, ao pensar em ti, minh’alma chora.
Ouvi, entendi, mas, amor, por favor, eu não te quero de volta.
Lembra das juras, dos pedidos, a mudança que nunca veio, as brigas fora de hora?
Então, amor, sei que lembras, e é por isso que não te quero de volta.
A vida é sofrida, a solidão aguerrida; por um dia ter lhe amado, eu queria ter arrancado o meu coração fora.
Amor, por favor, sem beijos; o seu corpo me atiça, é tão difícil resistir. Nem mais um passo: eu não te quero de volta.
A pele arde, os olhares se cruzam, sou incapaz de resistir, mas hoje, sim, as recaídas se tornaram histórias.
Memórias, só memórias, amor, pois hoje não te quero de volta.
Por favor, amor, não chora.
Você sabia o que viria, sabia o que haveria quando decidiu sair por aquela porta.
Obrigado por vir, tentar um beijo, um ardir; obrigado pelo cheiro doce e o vislumbre ao se despir, mas agora vá embora.
Amor, eu não te esqueci, mas resolvi lembrar de mim e, com lágrimas nos olhos, te digo: — Eu não te quero de volta..."

“Hoje, eu preciso ser claro como o sol: se você não entregar sua vida a Cristo e não nascer de novo, você não será salvo das péssimas consequências eternas que virão após a morte.”
— Anderson Silva

*O Uniforme da Virtude*


O jornal apareceu no meu jardim numa manhã em que eu não estava esperando por notícias.


Não era assinante. Nunca fui muito chegado a jornais, principalmente depois que descobri que as tragédias do mundo chegavam mais rápido pela internet e as mentiras continuavam chegando no mesmo ritmo.


Peguei o jornal pela ponta, como quem recolhe alguma coisa suspeita.


Levei para a varanda.


Sentei na cadeira velha e coloquei os pés sobre o parapeito. O gato estava deitado no degrau. Olhou para mim. Miou.


Parecia perguntar:


— Você vai realmente ler isso?


Não respondi.


Ele se espreguiçou, virou de costas e foi cuidar de assuntos mais importantes. Provavelmente dormir.


Abri o jornal.


Na primeira página havia um cidadão sorrindo.


Era um dos homens que ocupavam um dos cargos eletivos daquela nova cidade. O sorriso tinha aquela medida exata que os fotógrafos gostam. Nem alegria demais, nem preocupação demais. Apenas o suficiente para parecer humano.


Ao lado da fotografia, um título falava sobre dignidade humana.


Li.


O homem defendia respeito, inclusão, empatia, tolerância e todas aquelas palavras que hoje aparecem juntas com a mesma facilidade com que antigamente se escrevia “atenciosamente” no fim de uma carta.


Continuei lendo.


Não havia nada errado com o que ele dizia.


Esse era justamente o problema.


O sujeito tinha aprendido a dizer tudo certo.


Fiquei alguns minutos olhando para o papel.


Pensei que talvez eu estivesse ficando velho demais para certas coisas. Talvez o problema fosse comigo. Talvez fosse apenas implicância de um homem que já viu muita gente falar bonito antes de fazer alguma coisa feia.


Mas então lembrei que tratar alguém com respeito nunca foi o problema.


O problema começa quando a virtude vira uniforme e a consciência passa a usar crachá.


Parei de ler.


O gato voltou.


Sentou ao meu lado.


Olhou para o jornal.


Depois olhou para mim.


— É — eu disse. — Também achei estranho.


Voltei ao texto.


O homem falava sobre uma sociedade mais humana. Era uma boa ideia. Quase bonita.


Só que eu conhecia aquele tipo de discurso.


A cidade continuava cheia de gente que passava por moradores de rua sem enxergá-los. Velhos continuavam conversando sozinhos dentro de apartamentos silenciosos. Crianças aprendiam cedo que certas coisas eram vendidas antes mesmo de serem compreendidas.


E nós continuávamos medindo pessoas.


Pelo salário.


Pela aparência.


Pelos seguidores.


Pela utilidade.


Pela capacidade de nos servir.


Depois chamávamos aquilo de sociedade civilizada.


Talvez fosse por isso que a expressão “politicamente correto” tivesse adquirido tanta importância.


Não porque respeito fosse ruim.


Respeito é necessário.


O problema é quando a palavra passa a substituir o comportamento.


Trocaram a ética pela etiqueta.


É mais fácil.


Etiqueta exige apenas que você saiba onde colocar o garfo.


Ética exige que você saiba onde colocar a própria crueldade.


E isso dá trabalho.


Continuei lendo.


O político falava sobre empatia.


Eu pensei em quantas pessoas conhecia que publicavam frases sobre empatia e não conseguiam ouvir cinco minutos de alguém que discordasse delas.


Era uma coisa curiosa.


A crueldade havia aprendido gramática.


A hipocrisia descobrira o vocabulário da inclusão.


A mentira tinha feito faculdade.


E eu não estava completamente fora disso.


Foi aí que a leitura começou a ficar desagradável.


Porque é fácil apontar o dedo para o sujeito da fotografia.


Mais difícil é olhar para a própria mão.


Eu também já fui injusto.


Já tratei pessoas como inconvenientes porque estavam atrapalhando meu dia.


Já concordei com alguém em público e pensei o contrário em silêncio.


Já me calei diante de uma covardia porque falar custaria alguma coisa.


Já fui educado quando deveria ter sido honesto.


E talvez essa seja uma das formas mais discretas da hipocrisia.


Não mentir para os outros.


Mentir para si mesmo com boas maneiras.


Fechei o jornal.


Fiquei olhando para o jardim.


O gato tinha encontrado uma sombra e dormia dentro dela.


Ele não precisava escrever sobre dignidade.


Não precisava defender ninguém.


Não precisava publicar uma frase bonita.


Se alguém o incomodasse, ele simplesmente iria embora.


Talvez houvesse alguma sabedoria nisso.


A verdadeira decência nunca precisou de cartilha.


Ela aparece quando ninguém está olhando.


Quando você poderia humilhar alguém e decide não fazê-lo.


Quando poderia esmagar e prefere não usar a força.


Quando discorda sem precisar transformar o outro em inimigo.


Quando ninguém está fotografando.


Quando não existe plateia.


Quando não existe recompensa.


Talvez seja aí que começa o caráter.


Todo o resto pode ser teatro.


E o teatro sempre foi um esconderijo confortável para quem tem medo de ser visto sem maquiagem.


Voltei a abrir o jornal.


A fotografia continuava ali.


O sorriso também.


Pensei que talvez o homem da fotografia acreditasse sinceramente no que havia escrito.


Isso também me incomodou.


Porque seria mais fácil se ele fosse apenas um canalha.


Mas ninguém é apenas uma coisa.


Nem eu.


Nem ele.


Nem o sujeito que fala sobre moral enquanto pisa no outro.


Talvez o maior escândalo do nosso tempo não seja a existência de pessoas ruins.


Elas sempre existiram.


O problema é outro.


Aprendemos a vestir a roupa da virtude.


Aprendemos quais palavras provocam aplausos.


Aprendemos quais indignações rendem aprovação.


Aprendemos a parecer bons.


E, em algum momento, esquecemos de perguntar se ainda somos.


Olhei novamente para o gato.


Ele abriu um olho.


— Você tem alguma opinião sobre isso?


Ele fechou o olho.


Justo.


Talvez a humanidade pudesse aprender alguma coisa com os animais.


Eles não costumam fingir que são melhores do que são.


Nós fazemos o contrário.


Construímos discursos para esconder nossos dentes.


Chamamos isso de civilização.


Chamamos de progresso.


Chamamos de consciência.


Às vezes, talvez seja apenas medo de admitir que continuamos sendo animais assustados, egoístas e famintos por aprovação.


A diferença é que agora sabemos escrever sobre isso.


E escrever bem sobre humanidade não torna ninguém humano.


Fechei o jornal de vez.


Coloquei-o sobre a mesa.


O gato continuava dormindo.


Fiquei ali, olhando para ele e pensando que talvez eu tivesse passado a manhã inteira procurando hipocrisia nos outros para não precisar encontrá-la em mim.


Essa foi a parte que mais me incomodou.


Porque a consciência também sabe usar uniforme.


E, quando quer, sabe até sorrir para a fotografia.

O meu pecado clama por uma reparação que eu não posso dar; logo, somente Jesus, o Salvador de dignidade infinita e mérito superabundante, poderia operar a minha justa Redenção.

A higiene per se, não contribui para um coração limpo e puro.Não é que eu queira dizer que não se deve tomar banho. Um deve saber o que diz e o que pensa dizer.

Meu filho, minha inspiração
Meu filho, talvez um dia você não entenda quantas vezes eu chorei em silêncio para que você não percebesse o quanto eu estava cansada.
Talvez você nunca saiba quantas noites passei pensando no seu futuro, tentando encontrar caminhos, respostas e forças para enfrentar um mundo que nem sempre está preparado para entender você.
Mas quero que saiba uma coisa: eu nunca enxerguei você como um problema.
Eu enxerguei você como meu filho.
Como um presente.
Como alguém que me ensinou um amor que eu nem sabia que existia.
Cada pequena conquista sua toca minha alma. Cada evolução me faz lembrar que nenhuma batalha foi em vão.
Eu não sei o que o futuro nos reserva, mas sei que, enquanto eu puder caminhar ao seu lado, você nunca estará sozinho.
E quando eu estiver cansada, será o seu sorriso que vai me lembrar por que eu continuei.
Você não precisa ser igual a ninguém para ser incrível. Você só precisa ser você.
E eu estarei aqui, todos os dias, te amando, te protegendo e acreditando em você. ❤️‍🩹
— De uma mãe atípica que descobriu que, às vezes, o amor também é uma forma de coragem.

Ando todos os dias sobre o Rio Saracura. Não que eu seja Jesus Cristo para andar sobre as águas, mas trata-se de um curso d'água soterrado e canalizado aqui no bairro da Bela Vista, na capital de São Paulo.


Benê Morais

Não importa para onde o vento sopre ou onde os caminhos da vida decidam nos levar. Desde que eu tenha a sua mão na minha, sei que estou no rumo certo. O amor não é apenas o destino final, mas cada quilômetro que escolhemos rodar juntos, dividindo o silêncio, os risos e os recomeços. Prometo ser o teu cais quando o mar lá fora estiver revolto, e a tua paz quando o mundo insistir em fazer barulho.


DeBrunoParaCarla

⁠⁠Eu não escolhi ficar sozinha
O destino preferiu assim
para quando o grande dia chegar eu esteja preparada e limpa das minhas próprias vaidades
E assim ter o entendimento do seu real objetivo.
e
E mesmo assim,eu ainda serei uma aprendiz.

Por: Edilma Azevedo


Eu queria não ter demorado muito pra nascer, assim talvez seu coração me pertencesse⁠

Um dia você vai perceber o quanto fui importante pra você e nesse dia eu não estarei ao seu lado.

Não me importa com quem ficou, nada disso me importa, seu passado será seu passado, o que eu quero é ser seu presente e futuro, entenda garoto tudo o que quero é o seu amor.

Graças a DEUS conheci o alho,
alho eu como com prazer,
apesar do bafo,
o alho não me deixa adoecer!

Eu não faço música: componho trilhas que viram parte da sua história.

Hoje meu coração não se partiu ele se dilacerou, a pessoa que eu mais amava resolveu seguir adiante, levando consigo meus planos, meus sonhos, uma vida construída aos poucos, dessa vez eu olho pra mim e não me vejo, a parte essencial se quebrou , minha menina que acreditava em príncipes se foi, hoje ela se encontra em um vazio e bem mais próxima da solidão. Pois a luz que um dia estava com ela se apagou.

minha mente aflita não se aguenta, eu lírico está florescendo, porém eu acabo esquecendo-me de anotar as frases que vem me ocorrendo.

Olha, sabia que antes de eu te conhecer, meu vizinho não reclamava de música alta, meu pai não me achava um sem futuro?


Antes de eu te conhecer, meu psicólogo só me via uma vez por semana, meu padre me via todos os domingos e eu testemunhava sobre como Jesus foi bom. Agora eu espalho a palavra sobre o quanto você foi má


Antes de eu te conhecer, eu falava sobre tudo com a minha mãe, eu não precisava apagar as mensagens antes de dormir


Antes de eu te conhecer, eu tinha medo de monstros debaixo da cama e não de dormir com eles em cima dela


Mas depois que eu te conheci, eu trato o destino como um acidente


Eu não vejo os sinais nem que estejam na minha frente, seja tarô, cigana ou vidente, nenhum aviso é suficiente


Porque depois que eu te conheci, eu não acredito mais em “era pra ser”, ou em qualquer clichê ou fadas do dente


Era uma vez nós dois, e depois fomos tristes pra sempre..

O CUSTO DO RETORNO

​Preciso encontrar logo a saída desse caminho para que eu não precise voltar e passar por ele de novo.

​ Lu Lena / 2026

TOLO EU?
Tolo seria eu por te amar?
Tolo seria eu por acreditar
que mesmo não sendo amado
posso compartilhar sua presença
posso admirar cada palavra sua
posso assim mesmo ser feliz?
Tolo seria eu se naõ a conhecesse
Se através de cada dia que passa
eu não enxergasse o seu valor...
Tolo seria eu se não te amasse
mesmo sabendo que jamais serei amado.
Enquanto passa o tempo assim
Vou levando os meus pensamentos
Nesse amor que me satisfaz
Pelas veredas dos sentimentos
que me fazem cada vez mais
amar você...
Tolo?
Isto sei que não sou
pois amor não é para qualquer pessoa.
Por isso é que amo você
Mesmo que para alguns
Seja tolo te amar assim!

ATRÁS DO POSSÍVEL!!!
Eu não estou em busca de perfeição,
pois não quero viver de ilusão
nos caminhos do impossível!
Vou no ritmo de ação,
que possam memorizar
minha passagem nesse mundo,
num lance tão imediato
que não dá pra olhar pra trás!
Que se danem os que julgam,
pois estão na beira do abismo,
escrotos e sinistros,
escorando na lama
de sua própria podridão.!
Vou juntar lenha no quintal,
para aquecer minha alma
e saciar com meu alimento,
esquentando minha liberdade
no ato original e tão simples
das coisas mais possíveis...
não vou atras da loucura
das coisas mais distantes
daquilo que não posso sonhar pra mim!

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA