Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

Cerca de 776474 frases e pensamentos: Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

Sou ainda aquele menino que vive com um sorriso estampado no rosto,
sou aquele homem que agradece todo santo dia a Deus por todas as oportunidades,
sou ainda aquele menino passa o dia a sonhar com um futuro de vitorias,
sou aquele homem que no presente luta pois sabe que só assim atingira a vitoria,
sou aquele menino que não se contenta com pouco,
sou aquele homem que tem poucas coisas e o pouco que tem divide com quem estiver por perto,
sou aquele menino quer conquistar o mundo com suas ideias e não com seu rosto angelical,
sou aquele homem que le, pensa e escreve e que sempre que pode passa a sua ideia para alguem,
sou aquele menino que brinca com coisas serias,
sou aquele homem que se diz forte aos sentimentos e emoções mas no fundo se derrete por alguem,
sou aquele menino feliz e sem maldades que faz de todos seus amigos,
sou aquele homem que valoriza a cada amizade como ela deve ser valorizada,
sou aquele menino mimado pelos pais, que me querem sempre ao lado deles
sou aquele homem que valorizo meus pais como se fossem uma joia preciosa,
sou aquele menino que mesmo ao ser humilhado não perdeu a esperança de se tornar melhor,
sou aquele homem, que foi humilhado quando muleke, que teve fé em Deus e força de vontade de se tornar alguem melhor,
sou aquele menino que um dia sonhou em viajar por ai,
sou aquele homem que sai de casa com uma mochila nas costas uma bolsa em cada mão e sai por ai sem rumo,
sou aquele menino que tem medo de varias coisas e tem seu pai como um heroi,
mas sou aquele homem carajoso que da a cara a tapa, que quebra a cara, mas tem a dignidade de voltar de cabeça erguida e feliz em saber que um dia vai provar pro seu filho que um homem de verdade é um homem de coragem, de carater, de fé em Deus, de sinceridades e de bons ensinamentos, ou seja um heroi!

⁠Quando lhe disserem "Seja forte!". Responda: sou tão forte que me permito chorar.

E se me perguntares o que aconteceu, lhe direi: Sofri, chorei, aprendi e cresci.
E hoje? Sou feliz, vivo, sonho e conquisto!

Sou um simples diamante bruto,que está passando por fase de lápidação,posso no final um belo diamante de grande valor,como posso ser uma simples pedra de bijuteria,isso que vai decidir sou eu.
Preciso somente rever hábitos e conceitos e as coisas caminharam da forma correta.
Preciso renovar forças e buscar a espiritualidade,hoje estou voltada pelos prazeres da carne dos prazeres da vida material,que são ilusões repentinas e momentaneas.
Nenhum ser humano que viver no mundo de ilusões é fantasia,isso não é viver é sobreviver em uma selva de pedra e esconder-se da verdadeira realidade.

Sou um caminhante...
sigo sozinho
por todo caminho.

Caminho
sem bússola, sem agenda
nem relógio tenho
sigo caminhando
não sei pra onde vou,
nem sei de onde venho.

Estou aqui... é o que importa.
Se tenho medo do que se esconde atrás da porta?

Sou um caminhante, viajante, passante...
que perdeu o medo pelo caminho,
e se desconfio de que ele está por perto,
fujo bem de mansinho.

Sou apenas um caminhante que perdeu o medo de se perder
simplesmente vou deixando a vida acontecer :)

Sou louca, louquinha, errei, aprendi, amei, sofri, lutei e nunca desisti, e você ainda me diz que eu sou infeliz? Ame, lute, corra atrás, se decepcione, mas tente. Eu tentei, e você?
Só fale da minha vida quando a sua for um exemplo de perfeição!

Sou assim. Sou feliz assim. Se tiver que andar sozinha, andarei sozinha, pois sei que meu espírito jamais estará sem Deus, portanto, jamais só.

Amo formas, curvas
Sou apaixonado pelas artes
Apaixonado pela noite
Mas também pelo nascer do sol
Sou fascinado pelo cosmos
Pelo ocultismo
O sobrenatural
Tudo que parece estranho
Tudo que me parece misterioso
Sou apaixonado pela desordem
E até mesmo pela morte
Mas sem renegar a vida
Nem os sonhos...

"Sou uma cortesã, sou paga para fazer os homens acreditarem naquilo em que querem acreditar."

" ... Acho que sou do tipo " a moda antiga". Qualquer um me chamaria de careta, pois, tipos "mordeninhos", insensíveis e machistas não fazem nem um pouco o meu estilo.
Quer me conquistar? Me trate com delicadeza. Ou melhor, me trate como uma princesa. Não precisa exagerar. Exageros nunca são bem-vindos! Não precisa fingir ser o que não é: seja você! Mas com um toque clássico de cavalheirismo, um leve toque sublime que o diferencie dos outros caras: rudes e cruéis. Uns sem classe. A escória. Aqueles homens que se acham uns "bambambans", mas, que no fundo, todo mundo sabe que são uns nada. "

“A mentira é a capacidade de destruir a confiança no coração do próximo”
―Lavoisier Souza

Tu achas que ligo porque sou feio?
Foda-se o meu feio!
O meu bonito poucos
conseguem perceber.

Por princípio sou absolutamente averso a notícias alarmistas, reportagens sensacionalistas e aquele tipo de gente que adora criar pânico em torno de notícias desse tipo, os conhecidos "profetas do apocalipse", que em nada contribuem para melhorar coisa alguma,

SINTO DORES
Porque sou feita de SENTIMENTOS

E neles
Há um pouco de tudo

Que me torna HUMANA
E VIVA!

Gosto de ti, porque sim...
porque sou andante, errante, passo de mágica,
na praia, a poente, ausente...
e a minha mente vagueia, hasteia tempestades,
fugaz, atrás do nada...
levo-te comigo para todo o lado, o lago...
sopram ventos, rasteia areia, hoje encontrei-te...
viste-me? Sentiste-me?
O caminho é longo mas apaixonante,
não me digas que erraste, que tropeçaste, não...
caminhemos lado a lado...dá-me a tua mão, sente
as paisagens através do meu coração,
do meu sentir...a prontidão de amar-te, querer ter-te junto a mim...que a vida nos leve através do vento, do tempo...do cantar dos pássaros, do brilhar do sol!

Sim, sou um malabarismo de imprevisibilidade, um sussurro dentro da realidade, sutil no pensamento rápido no movimento. Mas cuidado, se aproxime com calma, primeiro conheça a área, mas não tente me descobrir, você não vai conseguir, meu mecanismo é insano, comum, fantástico! Mas espere, você ainda não me conhece, tente não me enganar, pois quando você foi eu já voltei. Sou sem limites, excessivo, maluco! Sem limites também nos sonhos, voo longe, posso ir muito além, vou ter uma ilha talvez ser alguém. Valorizo as poucas coisas e se te valorizo aproveite, não é tão fácil ter o meu valor, mas cuidado, não o destrua, crio um para cada pessoa, posso tentar colar, mas os riscos e falhas vão continuar. Quero ser livre, liberto, ousado! Posso tudo naquele que me fortalece, se quer bem eu somo, se não, descarto. Não sou perfeito, e nem quero: vivo a vida todo o dia como se fosse o último dia! Esse sou eu, tampouco experiente mas com sede de evolução, uma mente comum mas com alma no coração.

Se for possível para uma pessoa tirar algum proveito
daquilo que sou, o faça enquanto vivo. Depois de morto,
o máximo de mim serão as lembranças.

Monólogo de uma Sombra

"Sou uma Sombra! Venho de outras eras,
Do cosmopolitismo das moneras...
Pólipo de recônditas reentrâncias,
Larva de caos telúrico, procedo
Da escuridão do cósmico segredo,
Da substância de todas as substâncias!

A simbiose das coisas me equilibra.
Em minha ignota mônada, ampla, vibra
A alma dos movimentos rotatórios...
E é de mim que decorrem, simultâneas,
A saúde das forças subterrâneas
E a morbidez dos seres ilusórios!

Pairando acima dos mundanos tetos,
Não conheço o acidente da Senectus
— Esta universitária sanguessuga
Que produz, sem dispêndio algum de vírus,
O amarelecimento do papirus
E a miséria anatômica da ruga!

Na existência social, possuo uma arma
— O metafisicismo de Abidarma —
E trago, sem bramânicas tesouras,
Como um dorso de azêmola passiva,
A solidariedade subjetiva
De todas as espécies sofredoras.

Como um pouco de saliva quotidiana
Mostro meu nojo à Natureza Humana.
A podridão me serve de Evangelho...
Amo o esterco, os resíduos ruins dos quiosques
E o animal inferior que urra nos bosques
É com certeza meu irmão mais velho!

Tal qual quem para o próprio túmulo olha,
Amarguradamente se me antolha,
À luz do americano plenilúnio,
Na alma crepuscular de minha raça
Como uma vocação para a Desgraça
E um tropismo ancestral para o Infortúnio.

Aí vem sujo, a coçar chagas plebéias,
Trazendo no deserto das idéias
O desespero endêmico do inferno,
Com a cara hirta, tatuada de fuligens
Esse mineiro doido das origens,
Que se chama o Filósofo Moderno!

Quis compreender, quebrando estéreis normas,
A vida fenomênica das Formas,
Que, iguais a fogos passageiros, luzem.
E apenas encontrou na idéia gasta,
O horror dessa mecânica nefasta,
A que todas as cousas se reduzem!

E hão de achá-lo, amanhã, bestas agrestes,
Sobre a esteira sarcófaga das pestes
A mostrar, já nos últimos momentos,
Como quem se submete a uma charqueada,
Ao clarão tropical da luz danada,
espólio dos seus dedos peçonhentos.

Tal a finalidade dos estames!
Mas ele viverá, rotos os liames
Dessa estranguladora lei que aperta
Todos os agregados perecíveis,
Nas eterizações indefiníveis
Da energia intra-atômica liberta!

Será calor, causa úbiqua de gozo,
Raio X, magnetismo misterioso,
Quimiotaxia, ondulação aérea,
Fonte de repulsões e de prazeres,
Sonoridade potencial dos seres,
Estrangulada dentro da matéria!

E o que ele foi: clavículas, abdômen,
O coração, a boca, em síntese, o Homem,
— Engrenagem de vísceras vulgares —
Os dedos carregados de peçonha,
Tudo coube na lógica medonha
Dos apodrecimentos musculares!

A desarrumação dos intestinos
Assombra! Vede-a! Os vermes assassinos
Dentro daquela massa que o húmus come,
Numa glutoneria hedionda, brincam,
Como as cadelas que as dentuças trincam
No espasmo fisiológico da fome.

É uma trágica festa emocionante!
A bacteriologia inventariante
Toma conta do corpo que apodrece...
E até os membros da família engulham,
Vendo as larvas malignas que se embrulham
No cadáver malsão, fazendo um s.

E foi então para isto que esse doudo
Estragou o vibrátil plasma todo,
À guisa de um faquir, pelos cenóbios?!...
Num suicídio graduado, consumir-se,
E após tantas vigílias, reduzir-se
À herança miserável de micróbios!

Estoutro agora é o sátiro peralta
Que o sensualismo sodomista exalta,
Nutrindo sua infâmia a leite e a trigo...
Como que, em suas células vilíssimas,
Há estratificações requintadíssimas
De uma animalidade sem castigo.

Brancas bacantes bêbedas o beijam.
Suas artérias hírcicas latejam,
Sentindo o odor das carnações abstêmias,
E à noite, vai gozar, ébrio de vício,
No sombrio bazar do meretrício,
O cuspo afrodisíaco das fêmeas.

No horror de sua anômala nevrose,
Toda a sensualidade da simbiose,
Uivando, à noite, em lúbricos arroubos,
Como no babilônico sansara,
Lembra a fome incoercível que escancara
A mucosa carnívora dos lobos.

Sôfrego, o monstro as vítimas aguarda.
Negra paixão congênita, bastarda,
Do seu zooplasma ofídico resulta...
E explode, igual à luz que o ar acomete,
Com a veemência mavórtica do ariete
E os arremessos de uma catapulta.

Mas muitas vezes, quando a noite avança,
Hirto, observa através a tênue trança
Dos filamentos fluídicos de um halo
A destra descarnada de um duende,
Que, tateando nas tênebras, se estende
Dentro da noite má, para agarrá-lo!

Cresce-lhe a intracefálica tortura,
E de su'alma na caverna escura,
Fazendo ultra-epilépticos esforços,
Acorda, com os candieiros apagados,
Numa coreografia de danados,
A família alarmada dos remorsos.

É o despertar de um povo subterrâneo!
É a fauna cavernícola do crânio
— Macbeths da patológica vigília,
Mostrando, em rembrandtescas telas várias,
As incestuosidades sanguinárias
Que ele tem praticado na família.

As alucinações tácteis pululam.
Sente que megatérios o estrangulam...
A asa negra das moscas o horroriza;
E autopsiando a amaríssirna existência
Encontra um cancro assíduo na consciência
E três manchas de sangue na camisa!

Míngua-se o combustível da lanterna
E a consciência do sátiro se inferna,
Reconhecendo, bêbedo de sono,
Na própria ânsia dionísica do gozo,
Essa necessidade de horroroso,
Que é talvez propriedade do carbono!

Ah! Dentro de toda a alma existe a prova
De que a dor como um dartro se renova,
Quando o prazer barbaramente a ataca...
Assim também, observa a ciência crua,
Dentro da elipse ignívoma da lua
A realidade de uma esfera opaca.

Somente a Arte, esculpindo a humana mágoa,
Abranda as rochas rígidas, torna água
Todo o fogo telúrico profundo
E reduz, sem que, entanto, a desintegre,
Á condição de uma planície alegre,
A aspereza orográfica do mundo!

Provo desta maneira ao mundo odiento
Pelas grandes razões do sentimento,
Sem os métodos da abstrusa ciência fria
E os trovões gritadores da dialética,
Que a mais alta expressão da dor estética
Consiste essencialmente na alegria.

Continua o martírio das criaturas:
— O homicídio nas vielas mais escuras,
— O ferido que a hostil gleba atra escarva,
— O último solilóquio dos suicidas —
E eu sinto a dor de todas essas vidas
Em minha vida anônima de larva!"

Disse isto a Sombra. E, ouvindo estes vocábulos,
Da luz da lua aos pálidos venábulos,
Na ânsia de um nervosíssimo entusiasmo,
julgava ouvir monótonas corujas,
Executando, entre caveiras sujas,
A orquestra arrepiadora do sarcasmo!

Era a elegia panteísta do Universo,
Na podridão do sangue humano imerso,
Prostituído talvez, em suas bases...
Era a canção da Natureza exausta,
Chorando e rindo na ironia infausta
Da incoerência infernal daquelas frases.

E o turbilhão de tais fonemas acres
Trovejando grandíloquos massacres,
Há-de ferir-me as auditivas portas,
Até que minha efêmera cabeça
Reverta à quietação da treva espessa
E à palidez das fotosferas mortas!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente. Sou isso hoje… Amanhã, já me reinventei.

Sou poetisa, acredito que a inspiração vem através das coisas mais simples da vida!💞❤🍀🍃