Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
Nunca gostei de pessoas. Nunca gostei de conversar com elas. Mas não porque sou arrogante, e sim por medo. Tenho medo de me apegar a elas, me tornar dependente delas e depois vê-las ir embora e me deixando sofrer sozinha.
Sei quem sou, mas prefiro não ter uma opinião formada sobre mim. Dizem que quem se define se limita, discordo. Quem se define, possui autoconhecimento. Mas me definir eu diria que é uma tarefa difícil, porque as vezes nem eu mesmo me entendo.
Não sou nem um pouco amigável, detesto rotina. Acho que é por isso que tenho poucas amizades. Prezo muito pelo meu espírito, gosto de me sentir bem, se eu estiver em algum local em que aquela situação não esteja me agradando. Pode até ser falta de educação, mas me retiro de lá. Acho afrodisíaco o mistério, dá mais prazer. Tenho medo de envelhecer e não aproveitar minha juventude. Me sinto mil vezes melhor errando duas vezes do que acertando sempre. Será que sou estranho?
Hoje já estou mais certa de quem sou, ou ao menos do que não sou e do que não quero, então aí vai...
Não quero um amor incontrolável, só quero um amor.
Não quero falsidade, quero apenas a verdade independente de doer ou não.
Não quero imaturidade, pois enquanto tu vai com as laranjas eu já voltei com o suco.
Não quero rolo, quero satisfação.
Não quero estress, quero poder olhar pros problemas e rir deles.
Não quero tuas palavras, que tuas atitudes.
Não quero crença, quero utilidades...
Não sou cínica e não aceito pessoas assim no meu meio.
Não sou idiota e odeio que se faz como tal.
Respeito as pessoas e não aceito desrespeito de ninguém.
Amo meus amigos e quem mexer com eles mexe comigo.
Tenho poucos amigos, mas os que realmente considero são verdadeiros.
Não confio muito nas pessoas, afinal as pessoas são muito mascaradas.
Acredito no amor, mas não acredito nele a primeira vista.
Não acredito no relacionamento perfeito apenas com amor, acredito no respeito de ambas as partes.
Odeio gente que não sabe perder, principalmente quando se utiliza de meios baixos para "se vingar".
Odeio gente imatura, não sabe jogar?????? Não desse pro play meu bem.
Quer me conquistar? Me respeita e cresce.
Quer ser meu inimigo????? Fala de alguém que amo...
Quer meu respeito???? Sejas humano e sincero, uma pessoa assim é admirável...
Quer saber de um coisa???? Não enche o saco não, to bem do jeito que estou se for pra mudar será pra melhor...
Portanto, não adianta baixar o nível porque eu só jogo em primeira divisão, caso contrário finjo que nem é jogo!!!!!
Estou aberta e sabendo muito bem quem sou e o que pretendo sem ilusões enlouquecidas, a não ser as necessárias pra se curtir uma boa.
Nunca permaneço em locais onde não sou bem vinda, nem mesmo faço questão de estar nos mesmos.
Sei quando as pessoas não gostam de mim, e, sinceramente, não faço questão de estar com muitas pessoas.
Tenho poucos amigos, que gostam de mim de verdade. Tenho desconfiômetro também...sei quando não me querem por perto.
Não preciso de muitos amigos íntimos, nem faço questão. Tenho preocupações suficientes para ocupar minha mente.
Me disseram que sou estranha,
Que sou louca,
Já falaram que não gostam de mim.
E morri? - Não
Então levante a cabeça,siga em frente,
Isso vai passar.
Não sou poeta,
Mas ao teu lado posso me tornar.
Amo o teu beijo,
E o meu desejo é toda hora poder te abraçar.
Não sou otimista, porque os otimistas são ingênuos, nem sou pessimista,porque não sou amargo. Sou um realista precavido , isso me faz bem.
Não sou prepotente, arrogante ou melhor do que ninguém! Portanto, não tente encontrar adjetivos falsos ou criar situações irreais para justificar a inveja que sentes da minha felicidade!
Sou prateado e exato. Não tenho preconceitos.
Tudo o que vejo engulo imediatamente
Do jeito que for, desembaçado de amor ou aversão.
Não sou cruel, apenas verdadeiro –
O olho de um pequeno deus, de quatro cantos.
Na maior parte do tempo medito sobre a parede em frente.
Ela é rosa, pontilhada. Já olhei para ela tanto tempo,
Eu acho que ela é parte do meu coração. Mas ela oscila.
Rostos e escuridão nos separam toda hora.
Sou réu de amor
Confesso o meu pecado
Porem não me arrependo desse crime
Que amar alguém e talvez não ser amado
Seja o crime mais gostoso e mais sublime
A confissão por certo não redime
A quem quer continuar culpado
E se eu for por acaso condenado
Não há razão para que desanime
Pelo contrário, altivo, embora fique
Meu coração partido em mil pedaços
Eu quero que a justiça se pratique
Sou réu de amor e julgo-me indefeso!
Pela justiça, entrego-me a teus braços
Pois eternamente quero ficar preso...
Não sou de contar vantagens, mas, acordar com esse dia lindo, que me chama para brindar a vida de um novo amanhecer, é mais que luxo, são bênçãos do céu.
Não sou seu amigo.
Não sou seu colega
Não sou seu namorado
Muito menos sou seu amor.
Então... Afinal o que eu sou?
Você não diz, mas eu descobri
Sou um objeto ou talvez mais uma diversão.
Distraindo os momentos tristes,
Que abalam seu coração.
As vezes você me procura...
Hoje não me acha.
Pois ainda não enjoou de brincar
Que um dia fora seu brinquedo de montar.
O grande professor indiano Nisargadatta Maharaj disse uma vez: “A sabedoria me diz que não sou nada. O amor me diz que sou tudo. Entre os dois, minha vida flui”. “Não sou nada” não significa que há uma árida terra de ninguém interior. Mas sim que, com estado desperto, estamos abertos para um espaço limpo, desimpedido, sem centro ou periferia — em nada separado.
Se somos nada, não há realmente nada para servir como barreira para nossa ilimitada expressão do amor. Sendo nada, assim, também somos, inevitavelmente, tudo. “Tudo” não significa auto-engrandecimento, mas um reconhecimento decisivo de interconexão; não somos separados.
Tanto o espaço limpo e aberto do “nada” quando a interdependência de “tudo” nos desperta para nossa verdadeira natureza. Essa é a verdade que tocamos quando meditamos, um sentido de unidade além do sofrimento. Está sempre presente; precisamos, meramente, ser capazes de acessá-lo.
