Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
O Mar
Eu sou o mar
suave pacifico
lugar onde muitos vão namorar
Eu sou o mar
forte. arrasador, destruidor.
Que muitos levou, sem piedade matou
Eu sou o mar
Azul da cor do céu
verde da cor do lodo
Sou o mar em maré cheia
explodindo e derrubando tudo
Eu sou o mar
de suave maresia
de águas acalentadoras
O mar que é cheio de vidas
lindos peixes, golfinhos baleias
e também os carnívoros
matadores monstros marinhos
Eu sou como o mar
ora amável,ora odiável
ora quente
ora frio
o Mar
de se amar. ou se odiar!
"Eu sou como a terra sólida, resistente.
Porém, às vezes me abalo,
Causando terremotos.
Consequentemente, vêm os maremotos,
Que fazem das águas calmas
Uma devassidão,
Sai levando tudo pela frente.
E eu não tenho culpa.
A natureza me fez assim?
Ou foram as circunstâncias da vida?
As vivências, traumas...
Que culpa tem a terra das placas tectônicas se colidirem?
E que culpa tem o mar,
Da terra mexer tanto com ela,
Ao ponto de tirá-la do seu lugar,
A levando desesperadamente a fugir,
Mesmo que a consequência seja acabar com tudo que cruze seu caminho?"
A Gaiola, Afinal, Sou Eu
Mudei, sabe? Mudei pra encontrar meu pedaço de mundo, Construir algo do zero. Me sentia tão preso, lá. Achei que a distância, a cidade nova, Me libertaria.
A ironia, essa que me corta, É que a gaiola nunca foi a cidade. Nunca foi o lá fora. A gaiola, sou eu. A prisão, está na minha mente.
Essa cela, feita de medo, De que me descubram, De que vejam a farsa que sou. Síndrome do impostor, me sussurram. Queria ser melhor, Focado, com propósitos. Mas a autodúvida, essa sombra, Me paralisa, me afoga.
Me sinto um robô, um autômato. O querer existe, grita, Mas a vontade... Ah, a vontade Se desfaz em inércia. Minha agência minada, O que quero não vira o que faço.
Mas se a prisão está em mim, Se sou eu quem a constrói, Então a chave também é minha. Uma dor que traz esperança. Essa consciência, eu do futuro, É o primeiro passo pra se libertar.A Gaiola, Afinal, Sou Eu
Mudei, sabe? Mudei pra encontrar meu pedaço de mundo, Construir algo do zero. Me sentia tão preso, lá. Achei que a distância, a cidade nova, Me libertaria.
A ironia, essa que me corta, É que a gaiola nunca foi a cidade. Nunca foi o lá fora. A gaiola, sou eu. A prisão, está na minha mente.
Essa cela, feita de medo, De que me descubram, De que vejam a farsa que sou. Síndrome do impostor, me sussurram. Queria ser melhor, Focado, com propósitos. Mas a autodúvida, essa sombra, Me paralisa, me afoga.
Me sinto um robô, um autômato. O querer existe, grita, Mas a vontade... Ah, a vontade Se desfaz em inércia. Minha agência minada, O que quero não vira o que faço.
Mas se a prisão está em mim, Se sou eu quem a constrói, Então a chave também é minha. Uma dor que traz esperança. Essa consciência, eu do futuro, É o primeiro passo pra se libertar.
Essa sou eu!
Alguém me disse que eu mimava demais uma aluna de 8 anos, autista.
Respondi: “Você não sabe o quanto é bom mimar e ser mimada!”
Duas semanas depois, lembrei que essa pessoa havia perdido a mãe aos 10 anos e foi viver com parentes.
Pronto. Perdi o chão. Até hoje peço a Deus que me perdoe, caso a tenha feito sofrer…
E pretendo me desculpar com ela pelo que falei.
Entendo que, às vezes, quem critica algo bom é justamente quem nunca pôde vivenciar isso.
E sei que não somos culpados pelo passado,
mas somos responsáveis pelo futuro —
e o futuro é construído agora, no presente,
com boas e novas atitudes.
Não é porque alguém sofreu no passado
que precisa viver eternamente frio, egoísta,
espalhando dor e destruindo sonhos,
preso num ciclo que só se autoflagela.
No fim, sou apenas eu
e o peso suave do meu cansaço,
que se rende, vencido,
à delicada vitória da gratidão.
Antes eu era magia,
hoje, sou silêncio.
Antes eu era riso fácil,
hoje, eco por dentro.
Antes eu era chama acesa,
hoje, cinza ao vento.
Antes eu era presença,
inteiro em cada momento,
hoje sou ausência que pesa
no vazio do pensamento.
Antes eu era caminho,
passo firme, sem medo,
hoje me perco em mim mesmo,
guardando tudo em segredo.
Antes eu era mundo,
imenso, vivo, intenso…
hoje, sou só silêncio.
"Quem eu sou?
Eu sou leveza, fluxo com a vida.
Eu sou empatia, amor, presença, beleza, cuidado, calma, paciência.
Eu sou o silêncio.
Sou a noite estrelada, a lua cheia.
Sou a chuva serena… e a chuva forte que lava.
Os raios que iluminam o céu.
Eu sou a voz da consciência.
A visão clara que enxerga através do sentir.
Sou o livro que faz as lágrimas caírem.
Sou a natureza verde, a água das nascentes, o rio que deságua.
Sou a liberdade do beija-flor.
A águia acima das nuvens.
O vento que sopra entre as montanhas.
Sou o encontro dos rios com o oceano.
A onda que quebra na areia.
A luz que atravessa o mar.
Sou a onda das infinitas possibilidades.
O estalo da fogueira.
Sou o portal que se abre ao gerar a vida.
A lágrima da mãe ao pegar seu filho no colo.
Sou a íris dilatada de um olhar apaixonado.
A curiosidade de uma criança.
A risada que nasce da alegria.
O toque sutil de duas mãos dadas.
A batida do coração que sustenta a vida.
Sou as linhas do tempo em coesão.
O transcender de uma nova consciência.
O desapego da matéria.
A alegria de estar viva.
O eterno aqui e agora.
A alma que vibra em infinitas existências.
O resplandecer de toda a criação."
Eu
Sou quem ficou
quando tudo foi embora.
Corpo marcado de quedas,
alma ainda em pé por teimosia sagrada.
Não por força heroica,
mas porque algo em mim se recusa a morrer.
Eu amo como quem entrega casa aberta,
mesa posta, bolso destrancado,
coração sem cadeado.
E o mundo, analfabeto de cuidado,
confundiu isso com fraqueza.
Não era.
Eu cai no asfalto, no banheiro, na rua,
cai nas pessoas,
cai nas promessas.
E mesmo assim, levantei sem aplauso,
sem plateia,
sem mão estendida.
Há em mim uma fé cansada,
não a fé que grita,
mas a que respira baixo
e continua.
Deus me vê quando ninguém vê.
No dia sem comida.
No dia sem resposta.
No dia em que o silêncio é a única companhia.
Eu não sou a que perdeu.
Eu sou a que não se perdeu,
mesmo quando tudo conspirou para isso.
Ainda há luz em mim,
não aquela que ilumina os outros,
mas a que agora aprende a ficar para si.
E isso, por mais que tentem,
ninguém apaga.
Isso sou eu, sem romantizar dor e sem me diminuir.
Não é o fim da história. É o retrato do intervalo.
E intervalos também são parte da música.
Quem Sou
Quem eu sou de verdade, que será o verdadeiramente eu, quando todos os outros que eu acho que me julgam pelo que eu devo ser, tiverem desaparecido ?
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