Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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⁠Sou bom, mas eu não sou Cristo.

Inserida por kamorra

⁠Eu sou uma pessoa persistente. Quando coloco algo na cabeça, não desisto até alcançar meus objetivos. Essa persistência tem sido uma parte importante da minha vida desde quando eu era criança.

Inserida por kamorra

⁠Eu não sou santo, porém sou honesto.

Inserida por kamorra

⁠Sou muito cuidadoso na hora de escolher meus amigos, pois eu não perco tempo com mentirosos e pessoas falsas.

Inserida por kamorra

⁠Eu não sou bom, sou justo. É diferente.

Inserida por kamorra

⁠Eu sou um sobrevivente e não vou desistir por causa disso.

Inserida por kamorra

⁠Eu não sou o que me chamam, eu sou o que eu respondo.

Inserida por kamorra

⁠Eu não finjo ser quem eu não sou. Eu passo o que eu passo, porque isso me faz bem.

Inserida por kamorra

Não sou melhor do que ninguém, mas ninguém é melhor que eu.

Inserida por kamorra

Eu sou kamocêntrico, egocêntrico, mas não egoísta.

Inserida por kamorra

⁠Eu não sou antissocial. Eu sou socialmente seletivo.

Inserida por kamorra

Não sou melhor do que ninguém, ⁠mas ninguém é melhor que eu. Mesmo sendo defeituoso, existem os que estão por mim.

Inserida por kamorra

Cada vez que eu falo que não sou capaz, eu me mato um pouco mais.⁠

Inserida por kamorra

⁠Não sou difícil de lidar, eu sou difícil de ser manipulado.

Inserida por kamorra

Não tenho medo da camorra, porque eu sou a própria confusão que o mundo tenta evitar.

Inserida por kamorra

⁠#INSÔNIA

Atravessa a noite...
Gostaria de ser inesperada...
Não sou só eu quem dorme tarde...
Enquanto o coração arde...

Aqui dentro sentimento...
Quantas noites sem dormir apenas olhando...
Esse tão louco e estranho sufoco...

Sombra que eu carrego....
Espírito cego...
Silenciosa e fria...
Por que se arrasta tão longa?

Por que o espelho mente...
Enquanto o sonho se dissolve?
Para alguns tarde...
Para outros muito cedo...

Fico girando o mundo...
E a paisagem parada...
Chego a ter medo dessa paz...

Há anjos em pé, por sobre as nuvens...
Em alamedas, ruas escuras...
Na procura de um doce instante...
Espalhando sementes ao vento...

Ouço ao longe gritos...
Mendigos e curiosos...
Bandidos e criminosos...
Desdém do acaso...
Das noites sem destino...

Um detalhe aqui, outro ali...
Lá fora névoas de incertezas...
Aqui dentro uma penumbra de sentimentos...

Todo mundo rasteja pela madrugada...
Momentos que eu perdi...
Olhares que eu não vi...
Saudades das coisas que não fiz...

Sino da igreja calado...
Insônia escancarada...
Alma despedaçada...
E vai-se a hora...

Amarroto os lençóis...
Desforro a cama...
Junto todos os meus cacos...
Tudo é chama...
Junto com as cinzas do meu corpo cansado...

Então, me diz alguma coisa...
Pra sempre ou só por um momento...
E eu ainda estou aqui pensando...
Enquanto passa o tempo...


Sandro Paschoal Nogueira

⁠#PÉROLAS AOS #PORCOS

Para quem não sabe...
Eu vou lhe explicar...
Sou do tempo de outrora...
Em que os pais sabiam educar...

É falta de educação...
Sentar à mesa para comer...
Tem que tirar o chapéu...
Também o boné...

Usar chapéu em lugar coberto?
Que feio, sem noção...
Chapéu só na rua...
Aprenda a ter noção...

À mesa, enquanto come...
Falar de boca cheia nem pensar...
Que coisa feia...
Só falta rosnar...

Palitar os dentes?
Que horror...
Nem no escuro do banheiro...
Nem escondido no corredor...

Cotovelos sobre a mesa ...
Também não é bom apoiar...
Passa a idéia...
Que na sarjeta é o seu lugar...

De que adianta?
Procurar ostentar...
Pensa que largou a pobreza...
Porém ao seu lado ela está...

Guardanapo é sobre o colo...
Vai que erra a boca...
Assim sua comida caindo...
Não suja sua roupa...

Mas aí você diz...
Que tudo isso é besteira...
Educação e bons modos nos difere dos bichos...
Então seja bom aprendiz...
Escute o que lhe digo...

Raspar o prato também é feio...
Está passando fome companheiro?
Arrotar Deus me livre !
Não tô podendo...
Melhor eu parar...
Pérolas não se dão aos porcos...
Eles não saberiam usar...

Sandro Paschoal Nogueira

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⁠Nasço, vivo, morro por um destino em que não mando...
Então quem eu sou?

No luto dos meus olhos...
Foi na minh'alma que nasceu a dor...

Quem é leal e quem não nos abandona...
Quem devemos procurar...
E ser dignas de confiança...
Alguém a encontrar?

Já quase desisti...
Da inocência do desconhecido...
E a saudade?
Ainda vive em meu peito...

O que levamos da terra
É o céu que possuímos...
E à morte que damos vida...
Criam-se o sentido...

Vã filosofia...
Turvo clarão de raciocínios tristes...
Nos engana e mente...
Entre sombras nos conduz...

Quem rasteja na Verdade...
Se desencanta...
Do amor escravo...
Vítima sempre serei...

São muitas as provas na vida que servem para testar quem somos...
Seguir adiante, sem descansar...
Afinal ...
Onde tudo vai dar?

No meio da confusão é preciso ver para além do que se pode olhar…

No meio de tudo onde estou eu?...
Que serão os meus sonhos...
O que posso almejar?

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Silêncio...
Hora morta...
Desfolhada...
Quando ouvi de seus lábios que eu não sou nada...

Hora inútil e sombria de abandono...
Um punhal em minhas costas...
A certeza cruel...
Do meu engano...

Sem rumo para os meus passos...
De que me serviram seus abraços?

Desiludido ainda me iludo...
Diante cruel mundo...
A quem devo dizer o contratempo...
Do solavanco desse destino...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Quando estou na tua presença, não sou apenas eu—sou um universo inteiro que se refaz. Minhas células, antes dispersas no caos do tempo, alinham-se como estrelas traçando constelações invisíveis, todas girando em torno de ti.

Minha pele sente diferente, como se cada poro aprendesse a respirar um ar que só existe quando estás por perto. Meu sangue corre em outro ritmo, pulsando um compasso que não conhecia antes de teus olhos cruzarem os meus. Até meus ossos, firmes e silenciosos, parecem vibrar com a melodia do teu nome.

Se te aproximas, tudo se ilumina—cada molécula dança, cada neurônio se acende, cada batimento do meu coração entoa teu nome sem que eu precise dizê-lo. És a força que reescreve minha existência, a tempestade que me desorganiza para depois me refazer mais vivo, mais intenso, mais teu.

E se um dia partires, não sei se voltarei a ser eu. Pois, sem ti, até minhas células esqueceriam quem são.

Inserida por italo0140