Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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E quando eu me dei conta, já estava envolvida demais.

É que eu gosto do riso de tudo. De flores. De gente. De bichos. Dos dias de céu azul lisinho. Das noites carregadas de cachos de estrelas. Da canção que as ondas cantam quando tocam a areia. Às vezes, eu vejo até o riso contido do que não tem coragem de rir.

Chata. Careta. Metódica.
Dona do meu eu. Contraditoriamente impulsiva. Uma mente pensante. Uma alma leve. Cheia de virtudes. Cheia de vícios. Cheia de pré-conceitos. Egocêntrica. Caridosa. Egoísta. Compassiva. Intuitivamente mulher. Coberta de inseguranças. Sempre com grandes certezas. Sem falsas modestas. Tímida. Extrovertida. Teoricamente indecifrável. Eu disse, 'teoricamente'. Humana, demasiada humana. Habitante de um universo particular. Tão íntimo. Tão próprio. Tão meu. Não tente entender. É muito mais complexo do que se pode imaginar ser eu mesma...

Homen gato, gostoso, gente fina e fiel é igual a nota R$ 30,00... Eu nunca vi...!!!

Eu vou de buzão só pra pode te admirar, com uma vontade de correr e te abraçar, ai quem me dera se essa rua fosse minha, só andava descalso pra nela sempre tocar.

Se algum dia eu chegar a te dizer "EU TE AMO"..pode ter certeza,sera verdadeiro...Se algum dia eu nunca mais falar isso,sera uma pena mas não deixará de ser verdade...Se algum dia eu chegar a lutar por voce,darei meu sangue pra lhe ter ao meu lado,se eu conseguir,não tenha duvidas,SERA FELIZ...e se eu não conseguir,eu sei q fiz a minha parte...Se eu chegar a te dizer "TE QUERO"...não duvide,pq sei bem o que quero e mais ainda o que eu nao quero...Se um dia me pedir pra te esperar,nao se engane,serei capaz...não por muito tempo,mas o suficiente...Se algum dia eu tentar te esquecer,sem sombra de duvidas,irei te esquecer...provavelmente nesse mesmo dia,direi..."NUNCA MAIS"...se isso acontecer...lamento,sua chance foi dada e não tem mais volta! Me VALORIZE...e isso sera reciproco!

Enquanto chove...

É uma noite tão fria...
E eu voltei pra casa sozinha,
enquanto a chuva caia,
E molhava minha roupa...

E tudo estava tão escuro
E vazio...
E triste...
E não havia ninguém pra me escutar...
O silêncio permanecia,
Mesmo se eu tentasse gritar...
Não iria ouvir as palavras que eu queria...

Cada gota de chuva que caía,
Juntava-se a uma lágrima,
De medo...
De dor...
De ódio por todas as coisas erradas...
E após rolar, as gotas partiam...
Como todas as coisas,
Como todas as pessoas
Como todos os momentos...

E já diziam que não há nada permanente...
A não ser a mudança...
Ou talvez algum indício de dor...

E eu sou apenas uma criança...
Que tenho medo de tudo,
que choro quando perco a esperança
e quando vejo que tudo termina,
quando tudo e todos se vão...
Restam apenas as lembranças,
Resta apenas eu contra eu mesma...

E a tempestade lá fora...

O anel que tu me deste
Aconteceu em 2005. Eu estava almoçando com uma amiga na cidade onde ela mora, fora do Brasil. Era a segunda vez que nos víamos. Os contatos anteriores haviam sido sempre por e-mail, nos quais tratávamos de assuntos profissionais. De repente, olhei para sua mão e fiz um elogio ao anel lindíssimo que ela usava. Ato contínuo, ela retirou o anel e me deu. "É seu." Fiquei superconstrangida, não era essa minha intenção, queria apenas elogiar, mas ela me convenceu a ficar com ele, dizendo que ela mesma fazia aqueles anéis e que poderia fazer outro igualzinho. De fato, fez. Acabaram virando nossas "alianças": desde então nossa amizade só cresceu.

Meses atrás, Marilia Gabriela entrevistou Ivete Sangalo em seu programa no GNT quando aconteceu uma cena idêntica. Ela elogiou o anel da cantora e esta, na mesma hora, tirou-o do dedo e deu de presente a Gabi, que ficou envergonhada, não estava ali para ganhar presentes e sim para trabalhar. Mas tanto Ivete insistiu, e com tanto carinho, que recusar seria deselegância, e lá se foi o anel da morena para a mão da loira.

Nesta era de acúmulo, egoísmo e posse, gestos de desapego são raros e transformam um dia banal em um dia especial. Não é comum alguém retirar do próprio corpo algo que deve gostar muito - ou não estaria usando - e dar de presente, numa reação espontânea de afeto. Pessoas assim fazem isso por nada, aparentemente, mas, na verdade, fazem por tudo. Por gostarem realmente da pessoa com quem estão. Por generosidade. Para exercitarem seu senso de oportunidade. Pelo prazer de surpreender. Por saberem que certas atitudes falam mais do que palavras. E por terem a exata noção de que um anel, ou qualquer outro bem material, pode ser substituído, mas um momento de extasiar um amigo é coisa que não vale perder.
Estou falando desse assunto não porque eu também seja uma desprendida. Bem pelo contrário. Já me desfiz de muita coisa, mas me desfaço com planejamento, pensando antes. Assim, de supetão, por impulso, raramente. Meu único mérito é reconhecer a grandeza alheia, coisa que também está em desuso, pois sei de muita gente que, ao ver gestos como o de Ivete e o da minha amiga, diria apenas: que trouxas.

Devo estar me transformando numa sentimentalóide, mas o fato é que acredito que esses pequenos instantes de delicadeza merecem um holofote, já que andamos todos muito rudes e autofocados. Desfazer-se dos seus bens para fazer o bem é uma coisa meio franciscana, mas não se pode negar que um pouco de desapego torna qualquer relação mais fácil. E não falo só de bens materiais. Desapego das mágoas, desapego da inveja, desapego das próprias verdades para ouvir atentamente a dos outros. Não seria um mundo melhor?

Bom, o anel que minha amiga me deu seguirá no meu dedo, nem adianta vir elogiá-lo pra ver se o truque funciona. Faz parte da minha história pessoal. Mas posso me desprender de outras coisas das quais gosto, basta que eu saiba que serão mais bem aproveitadas por outras pessoas. É com esse espírito de compartilhamento que encerro essa crônica desejando a todos os leitores um Natal com muitos presentes - mas no sentido de presença. Que na sua lista de chamada afetiva estejam todos ao seu lado, brindando o que lhes for mais importante: seja o nascimento de Jesus, ou a reunião familiar, ou apenas mais uma noite festiva de dezembro, ou um momento de paz entre tanto espanto, ou simplesmente a sensação de que uma inesperada gentileza pode ser o melhor pacotinho embaixo da nossa árvore.

Só toma cuidado. Eu também sei esquecer, também sei ignorar e também consigo machucar.

Eu aterrorizo, marco passo quando piso e vou além
Hoje eu acordei, estou vivo e me sinto bem

Sabes por porque os anjos estão Nervoso comigo ? Porque em vez de eu sonhar com eles,eu sonho com você.

Eu me apaixono mesmo
Me iludo mesmo
Faço drama mesmo
Sofro muito mesmo

Oscilante, porém constante...
Eu vivo mesmo!

Eu me perdi nesse teus olhos castanhos, me perdi nessa tua boca linda e carnuda, me perdi, me perdi.... Me perdi completamente nesse teu jeito que me fascina. E o amor pulsa tão forte dentro do meu peito, grita tanto, tanto seu nome......
[.....]

Agora eu sei exatamente o que fazer,
Bom recomeçar, poder contar com você,
Pois eu me lembro de tudo irmão, eu estava lá também
Um homem quando está em paz não quer guerra com ninguém.

Charlie Brown Jr
Só Os Loucos Sabem

Me dê as flores em vida; o carinho, a mão amiga, para aliviar meus ais. Depois que eu me chamar saudade, não preciso de vaidade, quero preces e nada mais.

– Eleanor disse que em vez de ficar triste, eu deveria "Mandar ver, garota!". Então eu vou mandar ver, garota!
– Mandar ver o quê?
– Eu não sei. Vou mandar ver tudo, só para garantir!

Essa é a minha família. Eu a encontrei sozinho. É pequena, e está desfeita, mas continua boa.

Eu estou cada vez pior, e a saudade em mim é cada vez maior.

Manu Gavassi

Nota: Trecho da música "Planos Impossíveis".

Olha, estou escrevendo só pra dizer que se você tivesse telefonado hoje eu ia dizer tanta, mas tanta coisa. Talvez mesmo conseguisse dizer tudo aquilo que escondo desde o começo, um pouco por timidez, por vergonha, por falta de oportunidade, mas principalmente porque todos me dizem que sou demais precipitado, que coloco em palavras todo o meu processo mental (processo mental: é exatamente assim que eles dizem, e eu acho engraçado) e que isso assusta as pessoas, e que é preciso disfarçar, jogar, esconder, mentir.
Eu não achei que ia conseguir dizer, quero dizer, dizer tudo aquilo que escondo desde a primeira vez que vi você, não me lembro quando, não me lembro onde. Hoje havia calma, entende? Eu acho que as coisas que ficam fora da gente, essas coisas como o tempo e o lugar, essas coisas influem muito no que a gente vai dizer, entende? Pois por fora, hoje, havia chuva e um pouco de frio: essa chuva e esse frio parecem que empurram a gente mais pra dentro da gente mesmo, então as pessoas ficam mais lentas, mais verdadeiras, mais bonitas. Hoje eu estava assim: mais lento, mais verdadeiro, mais bonito até.
Hoje eu diria qualquer coisa se você telefonasse.

Caio Fernando Abreu

Nota: Trecho de "Carta para além do muro" de Caio Fernando Abreu

Quem sabe eu me acerto por aqui e você por aí, e a gente se encontra só pra dizer que tá tudo bem, que foi legal, e que deseja sorte.