Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
Cada Eu-Observador tem o seu próprio padrão de ser-estar com o qual nasce e que determina o seu estilo de vida.
Dona do Tempo
Queria ser dona do tempo,
para assim fazê-lo parar,
para assim eu ficar do seu lado e para sempre no seu coração morar.
Eu queria ser dona dos instantes, pra poder viver com você, pra poder te amar sem doer e para ter você para sempre ao meu lado.
Você sabe que você é o meu sol, minha luz e agora o meu ar. Não é que eu não consiga viver ou respirar sem você,
eu só não quero viver e nem respirar em um lugar onde você não exista.
Se eu pudesse congelar um momento, eu escolheria aquele em que estou nos teus braços, quando os teus lábios estão nos meus e quando o teu calor esquenta o meu corpo e acalma a minha alma.
Sabe...
o nosso beijo é bom.
Até um selinho acende
uma faísca enorme dentro da gente, que se eu pudesse guardar aquele segundo para sempre, tenho certeza:
queimaríamos um planeta inteiro com o nosso amor.
Talvez seja por isso que eu queira tanto ser dona do que vivemos... Porque existem momentos que não deveriam acabar.
Momentos que deveriam ficar suspensos, presos para sempre entre um segundo e outro, como se o relógio tivesse esquecido de andar só para nos deixar ficar.
Eu pararia o mundo no instante em que o teu abraço me encontrasse, no segundo em que o teu olhar dissesse aquilo que a boca ainda não teve coragem de dizer.
E deixaria tudo lá fora continuar... enquanto nós duas permaneceríamos
perdidas naquele pequeno universo que existe somente quando estamos juntas.
Porque talvez a eternidade
não seja feita de infinitos dias.
Talvez ela exista em um único instante que o coração se recusa a esquecer.
E se um dia a vida tentar levar você de mim, eu não vou pedir que ela volte...
vou pedir apenas que deixe comigo aquilo que jamais conseguirá apagar:
o som da sua voz,
o calor do seu abraço,
o gosto dos nossos beijos,
o brilho dos seus olhos e a certeza de que, em algum momento, o universo inteiro pareceu pequeno demais
para caber tudo aquilo que sentimos.
Porque se amar você é desafiar os ponteiros, então que eles corram,
que os dias passem, que as estações mudem...
Eu só quero que, enquanto o mundo continua girando, exista algum lugar dentro de você onde tudo permaneça exatamente como foi:
eu e você, perdidas uma na outra, vivendo um instante que o coração transformou em eternidade.
Tudo o que eu poderia te dar!
Eu poderia te dar um buquê de flores, mas você merece o jardim inteiro.
Poderia te dar mil joias, mas você merece um diamante roxo — daqueles raros, quase impossíveis de encontrar, porque algumas pessoas também são assim: raras demais para caber em qualquer presente.
Poderia te oferecer coisas caras,
mas te ofereço algo mais caro do que qualquer riqueza: o meu coração.
Não porque ele seja perfeito, mas porque é verdadeiro, e porque, de algum jeito, você conseguiu morar nele sem pedir licença.
Pode até ser clichê dizer que você iluminou partes de mim que já estavam esquecidas no fundo do baú... mas talvez alguns clichês existam porque certas verdades não encontram palavras novas.
Você chegou devagar, quase sem perceber, e foi acendendo pequenas luzes onde eu já tinha me acostumado com o escuro.
E se eu pudesse te dar o mundo,
talvez ainda fosse pouco.
Porque o mundo é enorme,
mas o que você despertou em mim
é maior do que qualquer lugar
que minhas mãos poderiam alcançar.
Então não quero te dar apenas flores,
quero te dar motivos para florescer.
Não quero te dar apenas joias,
quero te lembrar do quanto você é preciosa. Não quero te dar apenas o meu coração, quero te entregar tudo aquilo que existe nele e que, de alguma forma, aprendeu a bater diferente depois de você.
E talvez esse seja o meu presente mais sincero: não aquilo que eu posso comprar para você, mas aquilo que ninguém jamais conseguiria comprar de mim — a parte de mim que, sem perceber, eu descobri que queria dividir com você.
SOBRE A CONTINUIDADE DA EXISTÊNCIA DO EU OU ALMA?!
O Eu-Centro (Joaquim de Sousa Teixeira, 2005) ou o Eu-Observador (Steven C. Hayes, 2022) que desempenha a função de gestor no Organismo Humano (Amâncio M. X. Rêgo, 2025) continua a existir após a morte do seu Corpo (Pim van Lommel, 2013).
o amor e lindo mas as pessoas sei machuca e sei afando poque e vida sei peando eu vim errido de novo de passoa fala eu te amor eu beleza que bom ;; nunca sei apaxone de verdade poque debisao a amosa mais eu bem melho sozinho o amor de frio hoje ; mas e com deus e tabem comigo ;;; mas eu amo minha solidao eu prefiro mim paz ;;
messgem ;;
eu sei que meu caminho ta um pouca ;;desnededo mas eu tenho mim levade ; e minha escuridao minha tomina mais eu te fe deus ; eu sofro muito na vida .. nao do minha omiledo pra pessoas w so um ma coisa que eu tenho medo de minha tona um pessoa ruim poque eu sou muito bom pra as pessoas mas ;; nunca faz mal mas minha mente pensa muito coisa ruim ; eu faco boa cois pra pessoa so que olha pra que eu fiz muito ajude a elas mas fico penso que eu fiz pra merca ; r minha escuridao e amo mata as outros eu dentro de mim eu tento nao pesedo um muito ;; eu tei muito raiva ;; mas meu anjo do bem minha acama;;
''Para o fraco ,eu desejo-lhe, resiliência;
para o humilde, eu desejo-lhe ,exaltação;
para o arrogante, eu desejo-lhe,mais empatia; para o pessimista cheio de negatividade, eu desejo-lhe, minha palavra positiva; para o otimista ,eu desejo-lhe, muita esperança e confiança,para nunca desistir de seu ideal e para você que é invejoso(a) e despeitado(a),eu dedico-lhe, o meu sucesso."
----Olívia Profeta---
Matemática!
Só de pensar em matemática, eu já me lembrava de um velho problema. Durante praticamente toda a minha vida escolar, até chegar à universidade, ela foi uma companheira difícil. Números, fórmulas e problemas pareciam falar uma língua que eu não conseguia compreender. E, talvez por isso, durante muito tempo imaginei que não levava jeito para aquilo.
Mas a vida tem dessas coisas: às vezes, precisamos envelhecer para compreender aquilo que, quando jovens, parecia impossível.
Depois dos sessenta anos, tive curiosidade de conhecer um pouco mais sobre a história da matemática. Descobri que ela nasceu de necessidades simples do ser humano: contar, medir terras, organizar o tempo e compreender o mundo. No Egito e na Mesopotâmia, já fazia parte da vida das pessoas. Mais tarde, pensadores como Pitágoras ajudaram a transformá-la em uma ciência.
Quanto mais eu lia, mais percebia que a matemática nunca esteve apenas dentro dos livros escolares. Ela está nas compras, nas finanças, na cozinha, na tecnologia, no tempo, nas distâncias e até nas minhas caminhadas. Está em tudo aquilo que mede, organiza e dá sentido às coisas.
E então compreendi algo ainda mais importante: matemática não é sinônimo de inteligência.
Durante muito tempo, uma nota baixa em matemática me fez acreditar que eu não era suficientemente inteligente. Hoje sei que isso não é verdade. A inteligência não mora em uma única matéria. Há pessoas brilhantes com números e outras que brilham com palavras, arte, criatividade, sensibilidade, emoção ou capacidade de compreender o próximo.
Não ser bom em matemática não nos torna menos inteligentes. Cada pessoa carrega dentro de si uma maneira diferente de aprender, pensar e enxergar o mundo. Talvez o nosso talento esteja justamente em um lugar que a escola nunca conseguiu medir.
Ninguém é excelente em tudo. E talvez seja essa uma das maiores belezas de ser humano: somos incompletos, diferentes e, justamente por isso, capazes de aprender uns com os outros.
Às vezes penso que teria sido diferente se algum professor tivesse me dito isso quando eu era estudante. Talvez eu não tivesse olhado para a matemática como uma inimiga. Talvez tivesse entendido que uma dificuldade não define uma pessoa.
Hoje, quando olho para trás, percebo que a matemática deixou de ser apenas uma matéria que eu não compreendia. Tornou-se uma lição sobre a própria vida. Aprendi que não devemos medir a inteligência de uma pessoa apenas por aquilo que ela não consegue fazer, mas também por tudo aquilo que ela é capaz de realizar.
E foi assim que, depois de tantos anos, descobri uma conta que a escola nunca me ensinou: na matemática da vida, o nosso valor não está naquilo que nos falta, mas naquilo que somos capazes de somar ao mundo.
Peregrino Nino Carneiro
Chamaram-me Macaco um milhão de vezes, e nunca me abalei.
Mas bastou que eu chamasse um deles de Macaco uma única vez para que o próprio macaco se sentisse profundamente ofendido. Que ironia.
Eu gosto de ler gostando,
gozando a poesia,
como se ela fosse
uma boa camarada,
dessas que beijam a gente
gostando de ser beijada.
Eu gosto de ler gostando
gozando assim o poema,
como se ele fosse
boca de mulher pura
simples boa libertada
boca de mulher que pensa...
dessas que a gente gosta
gostando de ser gostada.
Eu sinto tanta satisfação lavando os pés do povo de Deus. Também, quando ensino a Bíblia ao povo de Deus, eles ficam com fome da Bíblia. Foi Deus quem escreveu a Bíblia com suas mãos sagradas há muito tempo.
Minha amiga-irmã, eu já nem lembro mais de como era a vida antes de ter sua amizade. Mas suspeito que devia ser muito sem graça. Afinal, você é a maior responsável em me arrancar risadas com seus planos malucos e suas conversas doidas. Qualquer momento do seu lado é inesquecível. Você é muito especial, amiga! Nunca se esqueça disso. Te amo e estarei sempre aqui para o que você precisar!
Ecos do Passado
Na mocidade, eu amei correndo,
como quem teme a perda.
Agora amo em silêncio...
como quem entende a eternidade.
O tempo passou, e me deixou vazia de palavras, mas cheia de histórias.
O que foi desejo, agora é gratidão...
o que foi silêncio, agora é palavra.
Havia poesia nos meus silêncios, versos não escritos, noites desperdiçadas...
agora, a caneta se ergue, tardia, mas cada palavra é um eco do que fui.
Não procuro os fantasmas do ontem...
nem lamento as perdas que me moldaram,
não é saudade nem lembrança...
é algo maior, silencioso e real.
O que sinto hoje é amor pela vida...
amor pelas mãos que me seguram...
pelo instante que pulsa entre meu peito, e o mundo que ainda me espera.
Antes eu pensava que precisava de muito,
de conquistas, de bens, de aplausos do mundo.
Hoje percebo que o simples ato de acordar
já me faz inteira, já me faz profunda.
O vazio tentou me convencer do contrário,
mas descobri que até o silêncio tem valor.
Sou feliz por existir, por respirar,
e sei que muitos desejariam estar em meu lugar.
A autoestima, antes frágil, agora é sentença,
registrada em cartório, sem possibilidade de recurso.
Minha alegria é cláusula pétrea,
ninguém pode revogar o que é luz no meu curso.
O amor, em todas as formas, é meu advogado,
a esperança, meu juiz imparcial.
No tribunal da vida, fui absolvida,
por excesso de fé no essencial.
Hoje sou feliz sem precisar de muito,
sou feliz porque despertei outra vez.
E se a vida fosse contrato eterno,
minha assinatura seria: gratidão e paz.
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