Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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Quando eu faço o que eu sinto vontade, faço também aos outros;


Quando eu faço a vontade dos outros, acabo não fazendo para ninguém.

⁠Eu fico melhor "sozinha". Minha mente consegue focar nas coisas importantes para mim e não ficar perdendo tempo tentando me encaixar no mundo de alguém que no final não vale a pena.

Evite ao máximo falar eu te amo para uma namorada ou namorado do mesmo sexo ou do sexo oposto. Fale que gosta muito da pessoa. Você não precisa amar alguém para se relacionar. Se você quer trocar afeto, é o suficiente para ter um relacionamento afetivo saudável.

Quando a maturidade chega, um gostar muito sincero e verdadeiro pode valer mais do que um eu te amo falso.

Eu nunca comprei um barco
Eu nunca comprei uma lancha
Eu nunca comprei um jetski
Eu nunca comprei um iPhone
Eu nuca comprei um jatinho
Eu nunca comprei um helicóptero
Eu nunca comprei um carro de luxo
E nunca deixei o Brasil
Vivo aqui honestamente
Nunca aliciei e nem trafiquei ninguém
Que orgulho eu tenho de mim!

Disseram que eu deveria ser firme, previsível, inteira.
Mas escolhi ser movimento.
Entre certezas prontas e verdades impostas, prefiro a dúvida que ensina e o caminho que se refaz.

Não carrego o passado como âncora, nem o futuro como promessa.
Aprendi que existir é atravessar, não permanecer.
O erro me molda mais do que o acerto, porque nele há aprendizado, humildade e humanidade.

Não busco aplausos, nem lugares de destaque.
Meu valor está na travessia silenciosa de quem entende que chegar nem sempre é o objetivo.
Há beleza em não possuir, em não reter, em não se prender.

Enquanto o mundo cobra perfeição, escolho transformação.
Enquanto pedem raízes fixas, escolho asas conscientes.
Desapegar não é descuido, é maturidade.
É saber que algumas coisas passam porque cumpriram seu papel.

No fim, não sou feito de certezas,
sou feito de escolhas.
E a mais honesta delas é continuar mudando.

Aprendi a parecer bem até nos momentos em que nem eu sei onde estou dentro de mim.

Na escola eu estudo
E muitas amizades eu já fiz
No recreio eu merendo
E pra casa vou feliz

Se eu te fisgar com um verso
Venha calmo ao contrário do literal
Penso ter nas minhas linhas força suficiente
Pra ti puxar pro meu literário pretexto
Tenho o sal pra palavras
E não é ser grosso
É que, pro peixe certo
Ler assim faz crescer o olho
Pro jeito certo
É ver na água... peixe grande...
E lançar o próprio esboço
Pra pegar versos de bom valor
Grandes e espertos
Esses pedem linha
E não perdê-la...
Em água rala
Tubarão de poema devora tédio
literalmente!


(Leonardo Mesquita)

Eu já desmoronei em silêncio,
já me levantei cansada e tremendo.
Mas aprendi a ser muralha e flor,
vento e raiz.
Porque dentro de mim mora uma força
que não faz barulho,
mas que me reconstrói todas as vezes.
E sigo — bonita, quebrada, inteira.

Esta é a minha história, uma jornada de descobertas e crescimento.
Ao longo dos anos, eu aprendi que a vida é cheia de desafios e oportunidades, e que é importante nunca desistir de nossos sonhos.


⁠" Uma Flor no meio do Obstáculos

“Hoje eu segurei nas mãos um sonho que começou em silêncio. ‘Gotinhas de Amor’ nasceu para acolher emoções, fortalecer vínculos e transformar rodas de conversa em espaços de escuta. Que essa obra seja instrumento de cuidado.”
Projeto Gotinhas de Amor
Rosana Figueira

“Nem toda criança consegue falar o que sente…
Mas toda criança mostra.
Eu transformei histórias reais em práticas pedagógicas para ajudar educadores a enxergar além do comportamento.
Esse é o projeto Gotinhas de Amor.”

A menina sonhadora



Eu era uma menina sonhadora.


Daquelas que acreditavam
que o amor era capaz de unir tudo.
Por amar demais minha família,
guardei meus próprios sonhos
na última gaveta do coração.


Sendo filha única,
fiz do cuidado minha missão.
Enquanto muitos corriam atrás da própria vida,
eu estendia as mãos
para segurar a dos meus pais.


Mas havia segredos...
Segredos antigos,
guardados pelo tempo e pelo silêncio.
Meus pais se casaram depois de dezoito anos,
e eu...
nem sequer fui convidada.
Conheci aquele dia
pelas fotografias.


Aos vinte e dois anos,
construí minha própria casa de boneca.
Casei, tive uma filha,
e acreditei que ali
morava a felicidade.


Então a vida virou a página.


Meu pai adoeceu.
Minha mãe carregava feridas
que nunca cicatrizaram.
E aquela menina,
agora mulher,
voltou para a casa onde nasceu,
com uma filha pela mão
e um filho crescendo no ventre.


Descobri também
que meu casamento estava desmoronando.


Era dor demais
para um único coração.


Perdi meu pai
quando meu menino tinha apenas um ano.
Depois veio a separação,
as discussões,
as ausências,
e o silêncio de um pai
que deixou de estar presente.


Aos trinta e seis anos,
eu era filha,
era mãe,
era pai,
era abrigo.


Enquanto enfrentava
a Síndrome do Pânico,
levantava todos os dias
como quem veste uma armadura invisível.


Criei dois tesouros:
uma menina
e um menino.


Cuidei da minha mãe,
forte e rígida,
mas também guerreira.
Aprendi que, às vezes,
a força nasce
quando ninguém mais pode nos sustentar.


Vieram críticas.
Poucas mãos estendidas.
Mesmo assim,
eu continuei.


Houve uma chance
de recomeçar no Sul.
Mas o amor pelos filhos
falou mais alto.
E eu fiquei.


Mais tarde,
conheci outro homem.
Sabia que ele não seria
a rocha firme dos meus sonhos.
Mas ambos carregávamos
nossas próprias tempestades.
Talvez não fosse amor perfeito...
Talvez fôssemos apenas
duas pessoas tentando sobreviver.


Os filhos cresceram.
Construíram suas histórias.
E eu...
perdi minha mãe para a COVID.
Perdi muito também
do que havia construído.


Ainda assim,
não perdi tudo.


Porque ninguém consegue arrancar
de uma sonhadora
a capacidade de sonhar.


Hoje,
eu não imploro mais por amor.


Aprendi que a paz
vale mais do que qualquer companhia.


Minha casa ficou silenciosa.
Meu coração,
mais reservado.


Mas existe uma diferença.


Antes,
eu sonhava pelos outros.


Hoje,
eu finalmente começo
a sonhar por mim.


E talvez...
esse seja o sonho
mais bonito de todos.

Nada mais sentindo do que vc
Quando me chama em pensamento sussurra baixinho
Hj eu vou homenagear vc
No tom coral
Preferi neon
Uma joia no para choque
Há como tem uma imaginação fértil qual seria o filme hj

"⁠Eu gosto de dizer o seguinte: eu coloco para assar a comida no forno,certo? Se elas assar, eu como. Se ela não assar, eu devolvo para a geladeira."

"Sinto dó,
Um sentimento de marcha ré.
Talvez eu sinta por este papel,
Que deve se arrepender por não ser um origami.
Talvez eu só pense assim no sofá.
Será que algo muda se eu vir o nascimento do Sol?
São tantas coisas que só acontecem lá...
Para, no fim do dia, só pensar em si.
Só sentir dó.
E, por isso,
Sinto dó."

Eu tenho um tesouro chamado Bíblia Sagrada.

Um hOMEM me perguntou isso:
Por que todos normalizam o feminismo, mas sempre jugam o machismo?
Eu tenho que responder isso?

Prefiro pensar fora da caixinha,
busco caminhos que eu mesmo decidi seguir,
Isso inclui ficar fora de grupos vazios
que me lembram manadas em que precisam de uma voz de comando para se locomover ou tirar seus cérebros das gavetas.