Não somos nada
Sem Deus não somos nada. Caminhar segundo a carne é seguir em direção a própria ruína. O que para o mundo é loucura para Jesus é vida, redenção, salvação e amor. Quando olhamos para nossas limitações, para aquilo que outros dizem a nosso respeito corremos o risco de perdermos a vida. O que realmente importa é se deixar guiar pela vontade do Senhor, agindo em obediência a Palavra e aceitando o projeto a nós confiado. A verdadeira felicidade consiste em viver na presença de Deus. Os clamores dados com fé e amor chegam ao Céu e retornam em forma de bênçãos.
Não somos nada sem nós mesmos.
Você precisa se amar, ser egoísta as vezes e pensar que não existe ninguém mais importante no mundo do que você mesmo.
No fim, você está sozinho, você nasceu sozinho, você é protagonista da sua história. Você deixa as suas marcas.
Você aprende com os erros, mas você precisa vivenciá-los e senti-los para saber e evoluir.
Para superar limites e quebrar barreiras, antes de mais nada, você precisa vencer a si mesmo.
Alguém disse "Somos instantes e num instante não somos nada.Eu digo...Não Somos instantes somos o tempo que precisamos para cumprirmos nossa missão aqui na terra,quando a missão acaba não deixamos de ser alguém,pois Deus não nos permitiu nascer para terminarmos em NADA.Partimos então para uma das moradas de Deus,como Jesus então afirmou que "Há muitas moradas na casa de meu Pai"
Naturalmente
Deveríamos
Proteger
A natureza
Sem ela não somos
Nada
Remédios dependem dela
Alimentos
Ar
Temperatura
Água
Enfim a vida...
O amor é assim, deixa-nos absortos, nos machuca, mas sem ele não somos nada... Somos meros expectadores de uma vida sem emoção.
Sem Deus, não somos nada. Que esta semana comece com fé e termine com gratidão. Que Deus derrame saúde, amor, proteção e muitas bênçãos sobre nossa vida e sobre todos que amamos.
e não sobrou nada, eu não sou nada, você não é nada, nós não somos nada, acabou tudo, tudo, estamos perdidos.
Não tem nada, não tem ninguém. Acabou, para todo mundo, todo mundo irá morrer sozinho, e eu estou sozinho. Não tem mais nada que possamos fazer.
Não somos nada do que juntamos, senão um pouquinho de tudo que consumimos e espalhamos.
Passamos boa parte da vida acumulando coisas: dinheiro, objetos, títulos, fotografias, propriedades, conquistas e até certezas.
Como se, ao juntar mais, pudéssemos construir uma versão mais sólida de nós mesmos.
Mas chega um momento em que percebemos que quase tudo aquilo que chamamos de patrimônio é apenas matéria esperando pelo tempo.
No fim, não somos a casa que construímos, mas as histórias que nela vivemos.
Não somos o veículo que conduzimos, mas os caminhos que percorremos.
Não somos os livros que compramos, mas aquilo que eles transformaram dentro de nós.
Não somos sequer aquilo que conseguimos guardar, mas aquilo que, de alguma maneira, fomos capazes de oferecer.
Somos um pouco de tudo que consumimos — das palavras que ouvimos, dos livros que lemos, das músicas que nos atravessaram, das conversas que nos fizeram pensar, das dores que nos ensinaram, dos afetos que nos deram abrigo.
Somos também um pouco das pessoas que encontramos pelo caminho, porque ninguém passa pela nossa vida sem deixar alguma coisa, ainda que seja uma ausência.
E somos, sobretudo, aquilo que espalhamos.
Um gesto de gentileza pode sobreviver à memória de quem o praticou.
Uma palavra pode acompanhar alguém durante muitos anos.
Um ensinamento pode continuar sendo repetido por quem um dia o recebeu de nós.
Até mesmo uma ferida pode ser uma herança quando não aprendemos a interromper o ciclo e continuamos espalhando aquilo que um dia nos machucou.
Talvez a verdadeira riqueza não esteja naquilo que conseguimos acumular, mas naquilo que conseguimos multiplicar.
Porque as coisas que guardamos terminam ficando para trás.
As coisas que compartilhamos continuam circulando.
O dinheiro pode mudar de mãos, os objetos podem mudar de dono, os títulos podem perder o brilho.
Mas aquilo que despertamos nas pessoas — um pensamento, uma coragem, um sorriso, uma esperança — pode continuar existindo muito depois de nossa passagem.
No final das contas, talvez viver seja exatamente isso: consumir o mundo com mais consciência e devolvê-lo um pouco melhor do que o encontramos.
Somos feitos do que recebemos, mas também do que devolvemos.
E, quando tudo o que juntamos deixar de nos pertencer, talvez reste apenas aquilo que fomos capazes de espalhar.
QUEM SABE?
Não Se pode dizer que não somos nada além de um monte de matéria que vai apodrecer em breve, não podemos afirmar categoricamente que não sejamos apenas uma conciência inconciêncte da sua verdadeira naturaza, até da para admitir embora que enganosamente e auto afirmando-se que somos o resultado de uma época, de um povo, de uma cultura, e somos. porém de um egocentrismo tão superdesenvolvido que subjetivamente nos tornamos boa parte daquilo que afirmamos detestar.
Nunca fale que não precisará da ajuda de alguém, nem que não ajudará alguém. Lembre: Não somos nada sozinhos e o mundo continua a girar e a vida continua a nos surpreender.
