Não Sinto

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⁠Eu

Meu corpo tá vazio.
Eu estou suja.
Eu não existo.
Eu não sinto nada.
Eu não tento nada.
Eu não falo nada.
Eu não vivo nada.
Eu sou o nada.

⁠já não sinto mais nada
um bom dia perdeu o sentido
o boa tarde já nem mais escuto
a noite sim eu me pergunto
'qual momento eu me perdi?'
quando vou voltar a existir?

"eu tambem".
digito enquanto choro
perdendo-me em pensamentos
imaginando momentos
que queria ter vivido

essa solidão que machuca
fica dificil explicar
com milhoes de pensamentos
ao mesmo tempo

cercado de pessoas
sentindo-me vazio
de uma forma inexplicavel
tão sozinho

Tô de saco cheio dessa vida já. Não sinto mais ânimo para viver, está tudo preto e branco.
Levanto e muitas das vezes coloco uma máscara social para tentar melhorar desse desânimo, às vezes consigo, mas muitas das vezes não, e quando consigo ele volta novamente.
Estou exausta, não sinto nada, além de vazio, angústia e solidão.

Não sinto amor quando o dinheiro é o principal o interesse entre ambos
Pois quando o dinheiro acaba,a ilusão também termina.⁠

Eu não sinto amor. Eu não me sinto amada. Só me sinto desesperada.

⁠Estou cansada de querer morrer, mas não sinto mais alegria em estar viva.

Escrever sobre o que eu estou sentindo não faz mais sentido, quando percebo que não sinto mais nada.

Nunca falamos muito, acho que nunca falamos nada. E não sinto necessidade de começar agora. O que poderia dizer? Existem séculos e séculos de silêncio entre nós e, debaixo dos séculos do silêncio, ocultas lá no fundo, se calhar esquecidas, se calhar presentes, se calhar apagadas, se calhar vivas e a doerem-me, coisas que prefiro não transformar em palavras, coisas anteriores às palavras...

De alguma forma algo sempre acaba me levanto até você, quando quase acredito que não sinto mais a sua falta, quando estou me convencendo que não tem mais nada nesse presente que nos ligue, algo de inevitável acontece levando meus pensamentos até as lembranças tuas. Toda força que parecia presente então se transforma em uma respiração, uma longa respiração. É apenas uma foto sua, que me apareceu, em meio as fotos de amigos de amigos, e lá você está. Meu sorriso sai, involuntário.

Nesse momento, um momento tão longo que anestesia meu corpo, sua lembrança, o seu sorriso. Uma imagem, tantos pensamentos, tantos sentimentos, ainda, tantos sentimentos. Adormecidos, quase sufocados, indignados por ainda estarem por aqui.

É difícil resistir a tentação de não olhar as outras fotos, mesmo sendo difícil assumir a fraqueza, a vontade é maior. Não vai ser bom, não vai fazer bem, a expectativa em ver mais de ti, de te ver sorrir e feliz, tão longe, tão bem, tão sem mim. São sensações tão inesperadas, tão de surpresa a colocar em dúvida tantas certas, ao mesmo tempo bem como o presente, ao mesmo tempo pensando em como seria agora, você aqui.

Então vem a mente, sabe, aquelas coisas que eu gostaria de dizer, coisas que não mudam nada, coisas que eu simplesmente me imagino te dizer, coisas que você talvez nem imaginem que estão aqui. Coisas que só com o passar do tempo e com a distância consegui perceber, quanta coisa que às vezes tenho aqui, me faz por breves momentos ter uma coragem arrumar alguma desculpa para te procurar, só pra conversa, só pra contar, por contar. Dentre elas algumas desculpas. Passam tantas coisas na cabeça, tantas conversar que poderiam acontecer, são diálogos jogados ao nada. Imprevisível, somos um ao outro um pouco menos que apenas estranhos. Diferentes.

Eu, que relutava em mudar, aprendi da pior maneira que eu mudaria, que não permaneceria sempre igual, aprendi quando a distância chegou e o tempo te levou, e assim aprendi que a vida sem ti faria de mim outra pessoa, aquela pessoa que você conheceu só era o “eu” por ser parte de você.

Se um dia eu tiver a oportunidade, ao te ver, de dizer algo, seria: Sinto saudades de mim, desse eu que encontro em você.

“E as vezes eu fico fingindo que não sinto tua falta.”

Eu queria fingir que não me importo.
Eu queria fingir que esqueci.
Eu queria fingir que não sinto mais nada.
Eu queria fingir que não guardo mágoas.
Eu simplesmente queria fingir...

Eu queria acreditar novamente.
Eu queria acreditar que um dia tudo vai mudar.
Eu queria acreditar que um dia alguém vai me amar pelo que sou.
Eu queria acreditar que, da mesma forma que eu procuro alguém, esse alguém também está à minha procura.
Como eu queria acreditar...

Eu queria saber confiar mais em mim.
Eu queria saber ter segurança.
Eu queria saber confiar plenamente depois te ter sido enganado.
Eu queria saber não dá ouvidos aos outros e seguir meu próprio caminho.
Realmente, eu queria saber...

Mas eu não sei fingir.
Não sei confiar em certas coisas.
Simplesmente eu não sei...

Sempre fico estranha, quando não sinto o que é meu em mim.

Acordando todos os dias com vazio existencial, não sinto nada por ninguém e nem por mim mesmo, apenas vivendo pelo nada, sem tristeza, sem alegria, apenas com vazio.

Não quero mais fingir que tudo vai ficar bem, quando não sinto nada há tanto tempo.

Preciso de tempo para entender meus sentimentos; não quero prometer algo que não sinto.

Quero ser honesto: não sinto a alegria que você merece. Não é culpa sua — é algo que acontece comigo.

Ao longo da minha trajetória, muitos se foram, mas não sinto falta, o que partiu, na verdade nunca me pertenceu.

Quando chego ao limite, finjo que não sinto o frio. O corpo anestesia, a alma não, esta última é outro animal. Ela late na escuridão, pede por pão e silêncio, e eu aprendo a oferecer o pouco que tenho: o meu tempo.

agiste como se eu não tivesse sentimentos mas não é porque não demonstro que não sinto

⁠Por amor meu mundo parou. Já não sinto mais os desejos dos meus sonhos. Minhas vontades e fantasias. Meus objetivos e metas se foram em nome desse amor. tudo que avia em mim se acabou. Tudo em nome desse amor.

Jose A Nascimento