Nao sei o que fazer tenho dois Amores
sede de sentimento,
as borboletas só estão no meu estômago
porque eu tenho as engolido,
pois periodicamente não sinto nada.
dizem que isso só melhora com umas ficadas na noitada
mas nem me chamam mais pra nada,
visto que nunca estou presente,
não preciso pedir mais nada,
nem pra cupido, nem pra fada.
sou o futuro à caminho de um azul
onde só brilham resquícios do que um dia já foi escrito,
sentindo o vento dos aviões sobrevoando ao meu lado,
passageiros me assistindo nos televisores sincronizados.
subindo cada vez mais perto do céu,
olhares me seguem
e mesmo sem falar nada, os fiz descer.
é difícil olhar e me querer?
mas não é só um que quer me prender.
me denominam como a maior estrela,
como astro, como rei,
como um graffite que vai eternizar a sua arte pro resto da vida:
tudo roda em meu mundinho,
eu já sei de tudo isso,
portanto de mim, eles só ganham um simples selinho.
sempre fui mais azul,
apesar de um dia ter sido breu.
hoje sou edição limitada, peça única do museu,
quem deixou de falar comigo foi quem perdeu,
bebendo cada lágrima de quem por mim sofreu.
de boca em boca, de ouvido em ouvido,
me aumentam mesmo sem eu ter percebido,
o príncipe deixou de ser plebeu (se é que um dia foi).
prontos para polir cada troféu meu?
graças ao talento que me cresceu,
por todos os dias que o mundo a mim perdeu,
todos os dias que minha alma mudou e reviveu:
até concordo com eles,
entre todos de mim, também escolho eu.
Tenho sede de travessias, e sou rio.
Tenho sede de movimentos, e sou ponte.
Assim, sigo meu curso.
Às vezes sou ponte, que atravessa o rio;
Outras vezes sou rio, que atravessa a ponte.
A perspectiva do momento é que me define.
Tenho muito medo de um dia acordar em uma destas manhãs ensolaradas de domingo no Brasil, vindo assustado de um mau sonho, um pesadelo bem ruim, que eu não mais acreditava no cantar do sabiá e que não tinha a menor esperança, em mais nada.
Confesso que tenho o pleno entendimento de saber que nasci para acender as luzes do show da vida e não para estar no palco.
Vida que segue quando sou esquecido. Afinal tenho muito amor para ainda dar e espalhar entre tantos, sem muito tempo disponível para receber.
Ao estranho que me parece, tenho muito medo da implosão do falso Brasil distante do real sem os institutos do suborno, das negociatas e da corrupção.
O mundo que tenho mais próximo a minha volta é em grande parte expressão de meus pensamentos, muitas das minhas perguntas e algumas poucas de minhas meias respostas que se completam por amor, perdão e compaixão a vida, todos os dias.
Sou apolítico partidário, as únicas politicas que tenho interesse são as publicas referentes a educação, arte e cultura. No entanto me entristece ver o nosso continente nacional brasileiro tão dividido, polarizado meio a meio, parece me que uma metade do Brasil vive em uma atmosfera e a outra vive na outra, com valores, aspirações e nacionalismo bem diferentes. A unidade histórica sempre nos manteve livres e soberanos, diante do resultado do ultimo pleito eleitoral presidencial, tenho medo.
Parece me que a ingratidão é o mais injusto defeito da humanidade. Tenho por habito, um grave defeito desde muito cedo. Ser generoso e atencioso, quando um amigo está por baixo, dou lhe todo meu carinho, apoio, valores e abrigo, na triste certeza infalível, que quando tudo passar, e ele melhorar terei conquistado mais um grande inimigo.
Tenho tantos ofícios e sempre pesquisando e aprendendo nas mais diversas áreas do saber, que para mim mesmo por tanta curiosidade me aproximo de uma personalidade de estelionatário. Um contumaz contador de estórias.
Tenho muita solidão mas nunca uma depressão, pois como é divino e maravilhoso, ser a melhor companhia alegre na vida, de si mesmo.
Sou desprovido de soberba mas tenho vaidade como principio, para alcançar vários patamares de saberes em universos, que por simplicidade e humildade me eram inalcançáveis e inatingíveis.
Perco quando tenho um destino pré-concebido para seguir, quando me perco pelos caminhos, só ganho com as paisagens e as novas pessoas inusitadas, que aparecem do nada a minha frente. A vida sem script é muito melhor.
Tenho um medo terrível da sanidade, triste, previsível e efêmera. A loucura imaginativa das cores e formas me alimentam todos os dias, diante dos desconfortos da vida, como ela é. Sinceramente creio na maior liberdade do hospício muito mais que entre o zig zag dos autômatos fantasiados de gente nos escritórios contábeis, enforcados e engravatados.
Confesso, que tenho muito mais dividas com o acaso do que com minhas propositais e artificiais projeções.
Confesso impunimente que as melhores conversas que tenho são comigo mesmo e sempre oro incansavelmente para que todos na humanidade encontrem o melhor dialogo franco e verdadeiro consigo mesmo. Pois não existe divindade maior nesta dimensão para a transformação eficaz, feliz, justa e perfeita do que seu Deus Interior, que tanto lhe conhece e tudo sabe.
Eu sou alguém que prioriza a liberdade acima de tudo.
Tenho uma lista de desejos imensa, mas qualquer coisa que custe a minha liberdade, imediatamente retiro da lista.
Tenho repulsa por quem usa da fé de alguém para se favorecer política ou materialmente, até porquê a fé é as vezes o único alento de muitos, acredito que estamos na terra para coexistir respeitando o direito á todas as existências baseados na verdade e honestidade uns dos outros, pois a única certeza possível é a de que somos todos perecíveis e temos prazo de validade
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