Nao sei o que fazer tenho dois Amores

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Temos tanta pressa de fazer algo, escrever, amontoar bens e deixar ouvir a nossa voz no silêncio enganador da eternidade que esquecemos a única coisa em relação à qual as outras não são mais do que meras partes: viver.

Basta um dia para se tornar um super-herói, mas é necessário uma vida inteira para se fazer um homem de bem.

Fazer poesia é como fazer amor: nunca se saberá se a própria alegria é compartilhada.

Podemos fazer tudo que quisermos se formos perseverantes.

Um queria fazer de Jesus um sábio, outro, um filósofo, outro ainda, um patriota, outro, um homem de bem, outro, um moralista, outro, um santo. Não foi nada disso. Foi um encantador.

Mais do que saber o que foi feito, melhor será apurar o que fazer.

Entender o que deve ser feito é fácil. Levantar da cadeira e fazer... isso é o que separa quem meramente deseja de quem realiza desejos.

O sucesso é relativo: é aquilo que quisermos fazer da confusão que fizemos das coisas.

O brinquedo mais simples, aquele que qualquer menino é capaz de fazer funcionar chama-se avô.

Para fazer boas coisas no mundo, primeiro você precisa saber quem é você e o que dá sentido à sua vida.

Quem tem pressa demonstra que aquilo que está a fazer é demasiado grande para si.

Em poesia, trata-se, antes de mais nada, de fazer música com a própria dor, a qual diretamente não importa.

Tudo o que os jovens podem fazer pelos velhos é escandalizá-los e mantê-los atualizados.

O segredo da felicidade no trabalho está contida em uma palavra: excelência. Saber como fazer bem alguma coisa é desfrutá-la.

Pearl S. Buck
BUCk, P, The Joy of Children, 1966

Há quem esteja disposto a morrer para fazer com que morram os seus inimigos.

A natureza concedeu aos grandes homens a faculdade de fazer e aos outros a de julgar.

É mais fácil fazer dinheiro do que segurá-lo.

As coisas que fazemos sem luxúria ou ambições são as mais puras ações que podemos fazer.

Nem que seja para fazer alfinetes, o entusiasmo é indispensável para sermos bons no nosso ofício.

O que censuro aos jornais é fazer-nos prestar atenção todos os dias a coisas insignificantes, ao passo que nós lemos três ou quatro vezes na vida os livros em que há coisas essenciais.