Nao sei o que fazer tenho dois Amores
E eu não sei mais como escrever pra você, as palavras parecem tão mínimas e ficam tão distantes da imensidão que está aqui dentro.
Pode ser dessa vez ou amanhã. Não sei, você sabe! Sempre haverá oportunidades pra ser feliz. Sempre!
Aquilo que parecia uma brisa se transformou numa ventania, e o que hoje parece ser ruim, amanhã me ensinará que a vida pode ser mais bela e feliz se não olhar pra tudo com preconceito e que a vida foi feita pra ser conquistada todos os dias.
Por tanto, todos os dias poderei ser feliz, mas todos os dias serei incompleto sem você.
Esquece achas que vale apena?! Nao vale... Sei que é quando ouves esta palavra, que o teu coração pára... Sentes que nao tens mais motivos, e a tua aotostima rebenta...e desiste...
Certas palavras deixam de fazer sentido, e tudo que vives.te ..passa de novo... Sengundo, a segundo na tua cabeça...como fosse um rodapé de emoçoes...
È quando sentes que tens que seguir uma palavra, que tu nao queres...mas tens que seguir....
Mas sabes.... Ninguem merece as tuas lagrimas e quem as merece, já mais te fará chorar...
E quando estiveres a cair, agarra.te a qualquer sonho, ou ate mesmo a mim, agarra.te a um objetivo... porque a tua vida foi desenhada ao promenor, e tu és o autor dessa historia...
Porque achas que cais tantas vezes! Azar?! Nao!Sorte, é o sofrimento que te levanta, e que te faz chegar mais alto sonhar mais alto...E tu?! Tu sabes isso...sabes isso melhor que ninguem, embora nao queiras aceitar....
"Amanda,
Não sei por onde começo, nem sei se deveria começar, mas você me conhece, eu me localizo no avesso das demonstrações, sou obcecado por finais e não gosto de andar pelas mesmas retas todas as manhãs. Deverias suspeitar de que isso tudo aconteceria, que eu não me envolveria, que não seria tu a menina dos meus olhos. Perdoa minha mania inconsciente de evidenciar o que nunca senti, dizer sem pensar, não pensar e agir. E esquece, sabe. Você não precisa de mim, passou dezoito anos sem a minha presença e não vai morrer agora depois de sete meses juntos. “Juntos”, porque eu te procurei em outras espessuras, texturas e não encontrei, até me dar conta de quê não eras tu o que eu realmente buscava. Tu lembras alguém que já me fez muito mal, loira, e ainda me faz. E eu não estou pronto, confesso, não estou ciente de nada, e não encontro sentido nessas relações impessoais. Não me culpe, você mais do que qualquer pessoa sempre soube disso também. Você se envolveu em outro mundo, criado por tuas frases nada firmes e pelo colorido que apenas tua íris enxergava, atribuiu a mim qualidades que nunca tive e nunca pensei em ter. Perdoa por ter lhe apresentado meu meu quarto, minha bagunça, meu mundo. Releva o fato de eu manipular teu corpo, sucumbir tua mente, te moldar numa nova personalidade. Desculpa se eu te arranquei sonhos, se eu te ignorei em alguma festa, se não era o teu sorriso que infestava o meu céu de paz. Se livra desse bloqueio de conhecer gente nova, de lembrar o meu aniversário, da cor do meu olho, e vive. Apaga os meus maus costumes, meus péssimos conselhos, esquece o meu fanatismo por tudo que posso dominar. Deleta as minhas visitas ao teu coração e me tira de lá de um vez por todas. Perdoa se eu não guardava minha canalhice toda pra ti, se eu te fiz mal, até o que fiz ou deixei de fazer. Desculpa também ter deixado o meu perfume no teu travesseiro, meu gosto amargo na tua boca, o meu abraço calculista marcado na tua epiderme. Desculpa os momentos em que uma lágrima escorregou por teus olhos por minha causa, quando tu perdeu horas de sono indo ao meu encontro na madrugada, o valor da passagem que você gastou, as horas pensando em que roupa usaria para me agradar. Desprende da memória aquele hábito repetitivo meu de desafinar tuas músicas favoritas, esquece a mania que eu tinha de tomar o teu lado favorita da cama. Perdoa o efeito da reciprocidade não ocorrer entre nossos corpos, Seg. Porque a gente acredita numa mentira para não morrer por dentro, e você se apegou a ela. Eu sou tua mentira. E você me surpreende. Quando você está triste, não chora, escreve. E eu não consigo secar tuas palavras, Amanda, não consigo ampará-las ou abraçá-las. Vivemos uma fraude e, bem no fundo, você tinha razão por nunca querer lutar por mim. E a esquizofrenia de se perder sozinha no tempo te levava a inventar o ser perfeito que lhe preenchia. A insanidade que lhe conviesse. E eu nunca fui o correto pra ti. E acabou como começou. Não nos conhecemos mais..”
*Acho que era o que eu queria ouvir da tua boca.
Para ele: juro-te que não é uma declaração de amor, mas é que sonhei contigo na noite passada. E sei lá, me deu vontade de dizer que não consigo amenizar essa saudade nem a separando em sílabas. Não, não estou me declarando, contudo, perguntaram-me a definição de estrelas cadentes e eu só conseguia descrevê-las de um jeito. Do nosso jeito. O jeito como cada vez que o teu coração encostava ao meu, eles tocavam o céu, e assim as estrelas caíam. É estranho, porque apesar de não te querer para sempre, eu te quero bem, e muito. E esse não é mais um verso de amor, uma vez que digo te adorar para não dizer que te amo, e tento me amar mais a cada dia para não deixar este sentimento escapar a alheios. Das oportunidades perdidas, descobri que amor é tipo colher flores. Não que eu gostasse de colher flores, mas eu sabia que se as arrancasse, não seriam mais as mesmas. E da nossa primavera não se aproveita nem meia estação. Por isso que amor é verbete proibido, e cada um propaga suas palavras e isola o que sente por dentro e descobre a força no vento contrário, e não seguindo na mesma direção, enfim. E a vida é feita de ventos contrários, não é? Onde quinze semanas são brisa e o resto é tempestade, e eu te perdi nessa atmosfera infindável, aprendendo com as circunstâncias que não somos senhores do tempo, nós somos finitos. É difícil compreender a efemeridade das sensações, a culpa do engano, o desejo da carne. Nunca foi uma declaração de amor. Porque para te ter por perto eu precisei congelar por dentro, e as emoções resultaram em estalactites no céu da minha alma. Não que eu me orgulhasse da criatura em que me transformei, entretanto, aprendi da pior maneira que o amor não é justo, é egoísta. Perde-se na trama dos pensamentos, focam os objetivos num plural. A queda é imensuravelmente mais dolorida do que pular de um prédio de seis andares. Cada estrofe é um passo desregulado e sem ritmo e eu não entendo o porquê de insistir no inexistente, na valsa sem som que ecoa quando o acaso te traz para perto. Descobri que me encontro num rosto que nunca vejo, contudo, conheço as mil facetas que traz, as linhas firmes que almeja. E não é uma declaração de amor, uma vez que se por acaso, algum dia, se eu bater na tua porta é porque errei de endereço.
No sonho, não me recordo ao certo, nós éramos bêbados e felizes. Você apostava em nós e eu desejava a gente. E poxa, como se respira mesmo? E é isso, são os enigmas sem sentido, os labirintos da tua alma repletos de paraísos desconhecidos que me instigam, e eu até atrevo a me perder por essas terras, amor. E isso não é uma declaração de amor. É perceber que eu era boa com palavras até precisar caminhar no sentido contrário a elas só para ter certeza da minha força, ou das sobras dela. É te esquecer por um segundo e recordar do que nunca pareceu fazer sentido nas outras horas do dia. É te querer não querendo, evitar ouvir as batidas do teu coração justamente por decorar os trechos acelerados. É sentir o silêncio pro conforto da minha arritmia. Me despe e não se despede, aprende que na despedida eu me torno perecível ao resto do mundo e insensível aos outros dias. Aprende que se por acaso isso tudo parecer uma declaração de amor, é coincidência. O que não significa nada para ti é o meu fim distribuído em pequenos fragmentos, e ou eu te mato agora, ou continuo me deteriorando aos pouquinhos. E “se dessa vida nada se leva”, por que eu ainda insisto em te levar comigo? Eu não entendo, realmente não entendo. Ninguém nunca disse adeus e a esperança ainda é superlativa. Ainda acredito em tudo que eu não disse, mas jurava que tu compreendias.
Mas se eu voltasse, nunca me permitiria partir novamente. E pela primeira vez te vi à toa e pensei: “Por favor, não sinta a minha falta”. Desculpa, moço, é que eu interpreto pro meu mundo até o que você não diz. E isso não é uma declaração de amor.
E se tempo apagar algumas coisas, que não seja meus erros, sem eles não sei como posso acertar adiante.
E se o vento traz coisas novas, que seja coragem para continuar a tentar. Sempre mais.
Eu sei que sempre fui problemática meu amor
Mas não me deixe
Não me deixe agora
Não deixe nosso amor se perder
Nas minhas loucuras
Que nos tempos atuais
Normais parecem ser
A culpa é minha admito
Mas o tempo me fez aprender
Acredite em mim
Não deixe nosso amor se perder
O mundo me fez assim
Não talvez não seja minha culpa
Estou perdida em pensamentos
Nessa manhã fria em todos os sentidos
Me sentindo um monstro
Não talvez eu não seja um monstro
O mundo sim o mundo
Ele é o monstro que quer fazer nosso amor se perder
Não não deixe nosso amor se perder
Me sinto só os amigos não são capazes de curar essa solidão
Sim eu sei eu mesma me isolei
Mas talvez a culpa não seja minha
A culpa não pode ser minha
O que dizer, o que falar, apenas nada, nada, cansada, perdida nesse mundo grande, não sei que porta ir, não sei qual ir, estou perdida, alguém para me ajuda? Ninguém para me dar a mão, preciso de ajuda e ninguém vê.
Eu sei
Eu sei que você quer meu bem
Sei que quer me ver bem
Mas eu não quero sua bondade
Eu quero o seu amor
Venha me amar
Eu não quero a sua bondade
Eu quero o seu amor.
...não sei de onde vim, nem sei pra onde vou...só posso lhe dizer agora onde estou, e ainda assim, já não estar no momento seguinte!
Não sei se você é música, poesia, estrela, lua, a própria noite ou uma mistura de tudo isso.Só sei que não consigo tirar você da minha mente.
Sonho não, outra realidade:
Como vim parar aqui, não sei
Sei que não quero partir
Pois agora sinto a liberdade
Como um pássaro que voou
E pôde matar a saudade
Da qual o exílio o fazia a sentir.
Quando está escuro, posso fazer luz
brotar no solo puro e verde
Agora não me sinto inseguro,
Agora não sinto mais sede
Agora posso viver uma paixão
Agora posso ver Goblins, Trolls e Ninfas
Agora converso com árvores cinzas
Agora posso compor uma canção.
Não sinto dor quando digo:
- Eu Te Amo.
Para uma versão sua
Que criei somente pra mim.
Quando me sinto em perigo
Penso que esse mundo
Eu que estou criando
Quando não suportar mais a realidade
Procuro onde alguém me causou espanto
E torno este mundo minha verdade,
Minha perfeição, meu canto,
Minha evasão, meu encanto
Onde só eu tenho razão,
Onde posso derramar meu pranto.
E quando eu ve-lo na suposta realidade
Lembrarei do amor que guardo a sete chaves
Ficarei atento a cada detalhe
Para adicionar ao seu eu,
O eu que é meu de verdade.
Deixa eu sua companhia
Quero estar contigo naquele lugar
Te convido a estar comigo
Lá você também pode governar.
Podemos criar um novo lugar
Se o meu cantinho não lhe deixar feliz
As vezes só falta ajeitar um pouco
Pra ficar do modo que você quis
Por favor, não se espante
Se lá já tiver alguém igual a você.
Pois de tanto querer-te ao meu lado
Não me acho, porque sei que não sou, a unica coisa que me preocupo em ser é aquilo que Deus espera que eu seja.
Não importa o que aconteça, eu sei o que eu fiz! E, isso basta. E os outros? Eles? Que falem o que quizerem... se eu perdesse o dom de ouvir, para assim poder não ouvir o que não me agrada... perderia também as sinfônias dos pardais, o som das águas e não conheceria nem mesmo a felicidade do som do silêncio... para que eu aprenda dar valor a mim, será preciso antes, perceber o quanto o silêncio pode falar.
Claudia H.Saraiva
TRÊS COISAS SEI QUE NÃO SÃO:
=> Emprego não é dinheiro;
=> Dinheiro não é riqueza;
=> Riqueza não é o bem estar.
E se eu for, não importa eu sei o caminho para voltar, mais sempre seguirei enfrente. Essa é a diferença entre o ontem e o hoje, a visão do amanhã.
Não Foi Amor
Não foi amor, eu bem sei,
Foi enganosa desdita
Andor de astuto cinismo.
Sé Deus sabe o que passei
Nesta amargura maldita,
Escrava do teu egoísmo.
Não foi justo o clima funesto
Em que minh'ama quedou,
Esquecida na saudade...
Sentimento tão honesto
Você feriu, desprezou,
No apogeu da maldade.
Não há perdão compassivo
Nem brados de alegria,
Despertai de vis tormentos...
De torpes carinhos não vivo!
És contraluz dos meus dias,
És fagulha contra o vento.
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- Não Vivo Sem Você
