Nao sei o que fazer tenho dois Amores
Um tabuleiro de xadrez é composto por:
oito peões, duas torres, dois cavalos, dois bispos, uma rainha e um rei...no final da partida todos são guardados numa mesma caixinha.
Então,
Todos no final são iguais, pense e reflita!
Urias
Gostaria de falar de duas pessoas da Bíblia: David e Urias ( O Heteo ). São dois homens diferentes em tudo. Assim temos David Rei de Israel, um homem de Deus Santo, um homem escolhido por Deus para substituir Saul, que foi rejeitado por Deus, por ter desobedecido ao Senhor. David era um homem segundo o coração de Deus! Era um homem, que poderíamos dizer, a quem Deus muito amava.
No entanto este homem que Deus amava, era um homem num sentido geral, como qualquer outro homem. Sobretudo era um homem pecador, sujeito a pecar. Então como qualquer homem, ele também pecou! Certa vez adulterou com uma mulher chamada Bateseba e depois cometeu um um homicídio, matando o marido desta mulher ( Urias o Heteo ). David foi no entanto perdoado por Deus, mas Deus não perdoou as consequências do pecado de David. Deus perdoou a David porque David tinha a justiça de Deus, por isso Deus lhe perdoou! Deus tinha um plano para David, por isso, Deus vai cumprir o seu plano! Depois David era um homem, que apesar daquele pecado, era um homem que tinha a graça de Deus e fazia a vontade de Deus noutras áreas. Mas Deus vai repreender David e chamando- o à atenção! Aqui podemos ver o carácter de Deus também. O senhor é um Deus de amor, que nós não entendemos como é que Deus vai perdoar a David! Mas a maravilha de Deus é essa precisamente ( ser Deus de perdão ).
Urias era um homem íntegro, que amava ao Senhor; Amava a David, seu senhor; amava as guerras do Senhor. Amava tanto as coisas do Senhor, que de modo algum foi dormir para sua casa com a sua mulher, enquanto os outros guerreiros estavam fazendo as guerras do Senhor. No entanto foi este que David mandou matar. Urias o Heteo!
Sim!... Amália... Iremos, a Viana, os dois!
Claro... Sim, que iremos, então pois...
Cantarei, contigo, em Monção...
Também em Tui , cataremos, uma canção.
Irei a Sevilha, cantar, e também dançar...
Irei a Monchique e a Rouças da Peneda, amar.
Cantaremos, Portugal e Dom Sebastião, o seu voltar.
E assim nunca vamos parar. De cantar, sem chorar.
Sim! Não pararei. Nunca, nunca... Nunca!... Não.
Mas meu alegre fado, entoarei. E me alegrarei.
Entoaremos, também, cânticos de Sião...
Cantarei, o cântico, das do céu aves!...
Voaremos, com o rouxinol, da vida, nos céus.
A cantar, meus, teus, fados, suaves... Suaves!...
Sorrisos bobos
Olhos brilhando
Os desejos a todo vapor
São os dois corpos mostrando
A força do querer
Enfim serei eu só
E você só
Dois conhecidos
Que queriam ser um só em desejos
Mas a vida disse que não
A delícia
Seria eu está em você
E você em mim
Os dois agarrados
Desenvolvendo
O que chamamos de amor
E involuntariamente
Deixar
Os desejos das almas
Cuidar das ações
Que os nossos corpos
Preferirem no ato
A vida é para isto:
Dentro de você mora dois animais, um dócil e o outro raivoso, quando você conseguir torna-los obediente e fiel a você, você se tornou mestre de si mesmo e dominou a vida.
O Lugar Onde Ficou
Estou exatamente aqui,
no mesmo lugar de dois anos atrás,
onde nossos lábios se tocaram
pela primeira vez.
Sento no mesmo gramado,
tiro a mesma foto,
mas não há ninguém para conversar,
ninguém para rir comigo.
Só o silêncio no teu lugar.
Demorei para voltar.
Foi preciso tempo,
foi preciso coragem.
Mas tudo aqui parece um eco,
um reflexo no lago, sem resposta.
Se eu pudesse avisar
aquele eu do passado,
diria que esse instante não voltaria,
e que o gosto daquele primeiro beijo, tão doce,
hoje tem o sabor da saudade.
O que os dois tinham precisava acabar. Era ruim para ambos, e Ilya sabia que deviam colocar um ponto-final naquela história.
O que o assustava era seu desespero por continuar.
Canto assombrado
Certo dia dois amigos, saindo de um bar a caminho de casa lá pelas altas da madruga.
E começaram a falar de assombração.
Um deles pergunta ao outro?
Genivaldo, você acredita em assombração?
Ele olhou para o amigo e disse: Porque está pergunta agora Astrubal?
Estamos num caminho que nem luz tem e você vem com uma pergunta sem pé e nem cabeça sô!
Disse Genivaldo.
Sei lá porque disse Astrubal. Estár aqui andando com cê e me veio isto na cabeça como se tivesse me soprando nos ouvido uma voz.
Genivaldo foi logo falando, para com esta conversa que não acredito em nada disto! Estás coisa só existe na cabeça da gente, assombração e uma imaginação do nosso subconsciente.
E Astrubal, começou a falar: sabe eu ouvi minha mãe e meu pai contar cada história e que era uma verdade verdadeira so!
Eles me contaram que morava em uma casa muito antiga no interior de minas, e eles tinha um restaurante que fazia comida para as pessoas que trabalhavam nas estradas. E era muita coisa pra fazer depois do espidiente, que era muitos pratos e copos pra lavar. Mas como o consaço falava mais forte, eles dormiam e de manhã eles lavavam toda prataria e os copos. Mas uma certa noite, minha mãe acordou com um certo barulho lá na cozinha e uma falazada que parecia que estava em uma festa. Minha mãe que tem um sono leve, abriu os olhos e passou a mão pra ver se meu pai estava deitado ainda. E não era mesmo que meu estava estava lá juntinho dela. Ela se levantou e foi olhar que estava lá embaixo lavando as louças, abriu a porta de vagarim e não viu e nem ouviu as vozes mais!
E Ginivaldo com olhos arregalados disse: para com está bobagem, fantasmas não existe. Vai vê que sua mãe e seu pai contava estas histórias só pra deixar você com medo so!
Mas Astrubal disse,não pra que eles ia dizer isto pra mim?
E aí continua história:
Aí minha mãe chamou o pai e disse que tem gente lavando as louças pra nois!
Como meu pai não ouviu nada e disse pra mãe: volta a dormir que isto é o cansaço que subiu na sua cabeça e fez que você ouvisse coisas.
Aí ela se acomodou na cama e voltou a dormir.
Mas tarde, foi o meu pai que acordou com a barulheira lá na cozinha, e ele fez a mesma coisa e passou a mão na cama pra ver se era minha mãe que estava lá em baixo lavando as louças.
Aí ele viu que minha mãe está deitada ainda e foi na porta do quarto e abriu uma cretazinha pra ver se via alguém… e não viu não nada!! Trancou a porta e chamou minha mãe e disse que ouviu e viu um homem grande lá embaixo na cozinha. Se abraçaram e ficaram ali mesmo quietos até o amanhecer.
Genivaldo já com um pouco de medo, pergunta. Porque contar uma história sem sentido desta! Assombração e só na nossa cabeça homem, quem morrer nunca volta. E já andando nas estrada de roça e escura, Genivaldo, disse vamos falar de outra coisa que desvia nosso pensamento desta história, vamos contar piada sô!
De repente um barulho assustador perto dele e Genivaldo saiu correndo feito um louco e gritava que não foi ele que começou a mexe com o demo e que não tinha nada a ver com a história!
E Astrubal, correu atrás dele e disse: Mas você disse que assombração e nossa imaginação e que vem de nossa cabeça. porque você saiu correndo feito louco?
Respondeu Genivaldo; nem sempre a gente espera pra saber se realmente existe ou se está em nossa cabeça.
Mas o meu subconsciente pediu pra mim correr !!!!
A vida a dois nem sempre é ensolarada, mas se duas pessoas dividirem o mesmo guarda-chuva, elas podem resistir juntas.
Mulher casada deve satisfazer seu marido e o marido satisfazer sua mulher. Os dois unidos formarão um só corpo e carne.
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