Nao quero Viver na Ilusao
Construir um castelo para uma pessoa e ela simplesmente destruir para viver na ilusão é uma cicatriz para sempre.
Vida é ilusão e só a bondade salva
A causa da existência
É parte de nossa vida
Dentro da referência
De certa meta escolhida
Vida tem começo e fim
A existência também
Pois, o mundo é assim
Na ilusão de viver bem.
Inicia pela infância
Com a ligação familiar
De cuidado e elegância
Como modo de nos criar
Um mundo de fantasia
De sonho, de amizade
Brincadeira e alegria
Confiança e lealdade.
Vem a bela adolescência
Com pendor independente
Ignorância da vivência
De algo mais consequente.
Às vezes cheia de valores
Daqueles da vida mundana
Submissos a exploradores
Que sempre ao tolo engana.
Logo vem a maturidade
Também a união conjugal
Filhos de tenra idade
Pensamento desigual
Precisa estar convicto
Se for mãe parece linda
Pai já não é tão bonito
Quando a mocidade finda.
São vários os tropeços
Na vida de cada um
Às vezes sem endereços
Nem rumo a lugar algum.
Começo e fim da vida
Independem de virtude
Com a duração vencida
Vem a morte ou finitude
A finitude ao chegar
Não traz cartão de visita!
Vem só para exterminar
Aquele de quem necessita.
Não marca hora nem dia
Nem pede licença a ninguém
Chega de mão vazia
Executa o que lhe convém.
Aí, não tem mais escolha
Diz a Sagrada Escritura
O cristão vira uma bolha
Desce a lúgubre sepultura! ...
Assim, a vida é uma ilusão
Difere apenas se houve nela bondade!
O que abre caminho a salvação
Volta a alma ao Pai na Eternidade!
● A Ilusão da Permanência e o Chamado à Essência
Quantas vezes confundimos o brilho do ouro com o valor da vida? Nos prendemos ao tangível, ao material, como se isso pudesse definir quem somos ou quanto valemos. Mas será que os muros das nossas conquistas físicas não escondem o vazio de uma existência sem propósito?
O que são os títulos, as posses, as honrarias, diante da brevidade de nossa passagem por este mundo? Cada diploma, cada bem acumulado, é apenas um lembrete do que o tempo pode consumir e do que ele não poupa. O homem que busca sentido no poder e no status encontra, ao final, a solidão de uma narrativa incompleta.
A sabedoria não é medida por linhas em um currículo, mas pela profundidade com que tocamos as vidas ao nosso redor. A verdadeira inteligência não está na acumulação de conhecimento, mas na capacidade de utilizá-lo para criar pontes, aliviar dores e semear esperança, mesmo entre aqueles que nunca saberão nosso nome. O que é mais nobre: ostentar aquilo que o tempo destrói ou viver de forma que o legado de amor, respeito e transformação desafie a própria mortalidade?
A vida é agora. Não é uma promessa, não é uma espera. É o pulsar de cada segundo, o som silencioso do coração que bate e o instante que escorre como água por entre os dedos. E quando olharmos para trás, o que queremos encontrar? Um inventário de bens perecíveis ou uma história de significado e impacto?
Tudo aquilo que acumulas - carros, casas, títulos; tornar-se-á poeira. Mas aquilo que semeias em gestos de compaixão, sabedoria e amor, isso, sim, atravessará gerações. Acorda! O agora que tens em mãos é tudo o que te foi dado. Não o desperdice com o ilusório, com o passageiro. Respeita o próximo, ama-te a ti mesmo e faz da tua existência um reflexo de tudo o que é eterno.
Porque, no final, a única coisa que deixamos neste mundo não é o que possuímos, mas o que somos para os outros.
Tu és efêmero, mas tua essência pode ser imortal. A escolha é tua: viver pela aparência ou viver pelo impacto. Que farás com o instante que tens agora?
#Viva Direitinho
Aniz
A vida é uma ilusão, que dela ficamos apenas com as consequências do modo como a entendemos. Sendo assim, cada um vive um modelo de vida que acredita ser correta, mas dentro de uma realidade divesificada de interpretações do ato de viver, há uma diversidade de vidas que se correlacionam criando os inúmeros sentimentos aos quais somos acometidos, logo, é preciso saber viver, para que tenhamos uma vida menos ilusória possível, mas esse é o maior desafio da mente racional diante da falsa ideia de que somos os únicos responsáveis por nossas decisões.
Nossa vida social é como à água, quando em ilusão todos estamos lá embaixo na sujeira, porém quando no autoconhecimento você se limpa e sobe de nível, o que te impossibilita conviver no padrão antigo.
Viver a essência é praticar o verbo existir a cada momento em detrimento da ilusão e da cultura do "eu tenho, eu sou".
São os extremos que apavoram. O medo do fracasso pode ser apenas uma ilusão.
A solidão é o espelho do amor próprio e o desespero pode não ser a retratação da face que tanto espera ter.
Com fé e determinação podemos alcançar o ápice do sucesso pessoal que nada mais é do que um extremo.
Quem não desafia a busca do real conhecimento jamais apreciará a razão verdadeira de viver.
A fantasia comedida, a luxuria da novidade, o inesperado e a ilusão consentida são atmosferas imprescindíveis para iniciar a chama incandescente no vulcão do prazer.
A melhor forma de você esquecer um amor do passado é deixar ele no passado mesmo e viver o presente apenas para você mesmo.
John, se você pudesse viver sua vida de novo, o que faria diferente? Tudo. Tentaria fazer tudo melhor.
Algumas pessoas nunca enlouquecem.
Elas devem viver uma vida verdadeiramente horrível.
Solidão e relacionamentos
Quando você se acostuma a viver só, quando você se acostuma a viver em companhia do próprio silencio, a dormir e acordar sozinho, não é qualquer companhia que lhe faz bem, que lhe faz feliz.
Quando você amadurece e se torna emocionalmente independente, quando você entende que, por mais que alguém lhe ame, o seu destino só pode ser regido por você, a sua visão acerca do mundo e do amor muda: não é “qualquer pessoa” que fará você sair da sua “zona de conforto” intima.
Você sabe que consegue passar por seus piores momentos sem que ninguém lhe estenda a mão, você sabe quantas vezes chorou a noite sem ter ninguém para lhe consolar, você sabe quantas decepções enfrentou sem receber apoio algum.
Então você vê que a vida não é cruel, mas a sua realidade é prática: você nasce sozinho e morre sozinho, é preciso se acostumar a ser só. Não digo que não existam pessoas boas ao seu redor, do nascimento à morte, eu falo da sua alma, daqueles segredos e anseios íntimos que apenas você conhece e não compartilha com ninguém. Falo da solidão da essência do ser humano.
Pois bem, então você compreende-se e não se contenta com qualquer companhia, você se habitua à sua rotina e pessoas diferentes de você podem lhe irritar, enfim, você não se apaixona fácil, se torna mais duro, mais frio, mais decidido e ciente do que deseja.
Ter uma companhia e um relacionamento simplesmente para “ter” é algo demasiado tosco para quem amadureceu e aprendeu a viver sozinho. Você quer completude, afinidades, o máximo e não o mediano ou o mínimo. E, veja que redundância: quanto maior a sua maturidade, mais difícil fica de você entabular um relacionamento, afinal, a maioria é medíocre demais.
Viver é nos desviarmos incessantemente. E nos desviamos de tal maneira que a confusão nos impede de saber do que estamos nos desviando.
Tem dias que dá preguiça mesmo de viver. A gente olha pra própria vidinha mais ou menos e se pergunta: o que, diabos, eu estou fazendo aqui? A resposta, a gente não consegue dar. Mas tem dias que simplesmente não dá. Não dá pra acreditar no futuro, no presente e desconfiamos até mesmo do passado. Tem horas que a gente parece estar no meio de um pesadelo (ou no meio de um sonho bom que nunca vai se realizar). Tem dias que não dá pra acreditar que a Xuxa usa hidratante Monange, que a Gisele Bündchen usa Pantene e que a Carolina Dieckmann tem dentes sensíveis. Chega uma hora que a realidade te espreme num canto, te dá um tapa na cara e te pergunta: o que é que você está fazendo aqui?
