Nao quero Viver na Ilusao
Há muito tempo, uma forma alienada de viver domina nossa sociedade globalmente, tornando-se evidente nas diferentes manifestações do corporativismo ao fascismo, à destruição da arte e do meio ambiente, forçando-nos a nos auto enclausurar numa forma íntima, para nos protegermos do convívio.
A mera condição de estarmos condicionados a viver em sociedade, exige que busquemos a aprovação e a validação externa desde pequenos, afastando-nos da experiência verdadeiramente imaginativa do mundo como uma criança, consciência que deveríamos manter enquanto crescemos, para despertar o gênio adormecido em cada um de nós quando adultos. É óbvio que precisamos aprender a ser adulto e ser funcional no mundo. Mas, quando amadurecemos, temos que nos individualizar para atingir nosso potencial além de tudo que aprendemos e encontrar o caminho de volta. Jesus, em sua eterna sabedoria, disse: “ Para entrar no reino dos céus, você tem que ser como as criancinhas ”.
Amar sempre...
Viver é aprender a cada dia uma coisa nova.
Sempre aprendemos de tudo um pouco, às vezes não estamos preparados para as feridas que o mundo nos causa.
Independentemente da forma em que vivemos, devemos sempre levar no coração algo assim:
Amarei sempre meu próximo e serei feliz, pois a recompensa do amor que você dá, não vem dos homens, mas sim de Deus.
Então ame todos e espere de Deus a sua maior Vitória!
Ser dependente, seja do que for, ou de quem for, é viver tendo que se submeter à humilhações, manupulações, aceitações e desprezo dentro de um contexto de ausência total ou parcial de dignidade para consigo mesmo, porém somos, como um todo, uma sociedade, de alguma forma, dependente e por esta razão nos incomodamos pouco ou quase nada com esta condição, porque não nos sentimos diferentes ou rejeitados como deveríamos sendo tratados como medíocres, consequentemente, somos pouco estimulados à encontrar o caminho da liberdade definitiva, e a acomodação no conceito do menor esforço é bem providencial.
O que te abate? O que aflige?
O que entristece? O que mata?
O que faz viver intensamente?
O que faz você perder o juízo?
O que faz você preferir a morte
Ou jogar tudo pra cima e tentar a sorte?
O que você acredita que possa ou que não possa acontecer?
O que é bom, o que é ruim?
Quem constrói, quem destrói?
É um sentimento.
E que sentimento é esse,
Que se torna desde o primeiro instante indescritível?
Filho do ódio, sobrinho da alegria, neto da dor
Dor de paixão, dor de doer, ah que dor
Me sinto preso, mas posso pedir socorro
Então: Socorro!
Ninguém me ouve. Ninguém escuta.
Desesperadora e tentadora sensação
Então diga-me de uma vez: O que quer comigo você?
Não tenho absolutamente mais coisa alguma a lhe oferecer
Só o amor, a dor e o ódio
O amor por odiar,
O ódio por doer
E a dor por amar
Então vem
Vem e me abate, me aflige, me entristece
Me mata.
O milagre acontece mais no cotidiano do que no extraordinário. Quando sei viver meu cotidiano com Deus descubro que o extraordinário é muito mais comum do que imagino e creio.
Há muito tempo, uma forma alienada de viver domina nossa sociedade globalmente, tornando-se evidente nas diferentes manifestações do corporativismo ao fascismo, à destruição da arte e do meio ambiente, forçando-nos a nos auto enclausurar numa forma íntima, para nos protegermos do convívio.
A sociedade é constituída sobre como verificar e fazer as coisas objetivamente e colher informações. E nossa cultura valoriza as informações e a ciência permitindo-nos fazer diversas coisas com a tecnologia que nós jamais seríamos capazes de outra maneira.
Crescemos e frequentamos escolas, onde aprendemos informações sobre matemática, ciência e história, mas não recebemos a sabedoria sobre como viver a vida. Nossos pais, professores e amigos interagem conosco e nos dão o que podem, mas ensinar como estarmos presentes em nosso viver, com envolvimento e receptivos, e com capacidade de resposta para a verdade, não é foco da nossa cultura.
Quando respondemos à vida de uma forma livre do nosso condicionamento, o nosso conteúdo criativo gerador de essência, a nossa alma, o gênio dentro de nós, torna-se disponível e emerge.
Jesus estou largando tudo neste mundo, e vou correndo para os teus braços viver verdadeiramente para o Senhor.
Chega de viver de outonos é hora de viver algumas primaveras. Soterrar algumas dores e, cultivar, cativar e viver alguns amores.
Dez horas. Hora de viver.
Duas horas. Hora de viver.
É hora de parar de ser mais um no mundo e começar a viver.
Se eu pudesse
Se eu pudesse
Viveria acordado para viver um sonho que sempre sonhei
Te amar lentamente, na intensidade de uma chama
E na eternidade do meu amar
Porque para sempre assim será
O verdadeiro amor que tenho para te dar
Escrever é foda. Trabalhar é foda. Enfim, viver é foda e mais um pouco. Você senta, imagina e começa a colocar tudo o que vem na mente em prática. É bom também para quem gosta de cuidar da vida dos outros. Quanto mais personagens você cria, de mais "vidas" você cuida. E mesmo que um dia dê na telha e você resolva vender alguma ideia, sempre a gente fica orgulhoso por ver essa ideia sendo produzida, mesmo seu nome nem sendo citado. Como muitos dizem, escrever não é coisa a toa nem tampouco isso. Exige paciência, concentração, memória forte e princialmente criatividade. Desde criança fazer isso é um modo de me sentir bem, mesmo quando dá aquela tristeza, enfim... Deus é escritor, diretor, roteirista nessa novela que é a nossa vida: Ele dá desfecho para cada coisa que a gente faz, dá segunda chance aos seus personagens, que no caso, somos nós, escreve as mais lindas cenas e deixa a gente viver cada um de todos os momentos únicos. E como se não bastasse, é ele quem decide como e quando será o último capítulo dessa novela. Se é que a vida tem um fim. E boa noite!
