Nao quero Viver na Ilusao

Cerca de 658551 frases e pensamentos: Nao quero Viver na Ilusao

⁠Não
fique querendo dar conta de tudo, a ponto de não dar conta de você.


Há uma hora em que a gente precisa entender que ser forte também é saber parar.


Que responsabilidade não pode significar abandono de si mesmo.


E que não existe vitória em conseguir sustentar o mundo inteiro enquanto, por dentro, você desaba em silêncio.


A gente se acostuma a dizer “eu dou conta”, mesmo quando o corpo pede descanso, a mente pede silêncio e o coração pede colo.


Vai acumulando tarefas, problemas, expectativas e responsabilidades, como se admitir cansaço fosse sinal de fraqueza.


Mas definitivamente não é.


Você não precisa estar disponível o tempo todo.


Não precisa resolver tudo.


Nem precisa carregar sozinho aquilo que poderia ser dividido.


E, principalmente, não precisa se colocar sempre por último para provar que se importa com os outros.


Porque também é preciso cuidar de quem cuida.


Escutar quem sempre escuta.


Abraçar quem vive abraçando.


Perguntar “como você está?” para aquela pessoa que costuma responder “está tudo bem” antes mesmo de alguém perguntar.


Às vezes, a vida não está pedindo que você faça mais…


Está pedindo que você respire, desacelere e perceba que, enquanto tentava dar conta de tudo, talvez estivesse deixando de dar conta justamente daquilo que mais importa: você.


Então, se hoje estiver pesado demais, permita-se diminuir o ritmo.


Peça ajuda.


Diga não.


Descanse sem culpa.


Recomece quando puder.


Porque você não nasceu para ser uma máquina de resolver problemas.


Você também merece ser cuidado.


Se cuida!

⁠Certamente
o Papa Leão XIV não é o que todos queriam, mas pode ser o que a Igreja precisava.

Uma parcela assustadora de pessoas que se rotulam cristãs, em vez de se adequarem à igreja, insiste em querer adequá-la a elas.

São os seletivos defensores da liberdade de expressão e religiosa, pois só defendem a liberdade dos que pensam, endossam ou replicam o que eles pensam.

Querem um Papa, mas que atenda aos seus caprichos, não ao propósito da igreja.

Se rotulam conservadores, quando, na verdade, não passam de intolerantes.

Já era esperado que o produto mais extremista da polarização assim reagisse…

Não à toa rascunharam e ensaiaram narrativas e teorias conspiratórias.

Na primeira oportunidade, acusarão a igreja de racismo por não escolher o tão desejado e favorito cardeal conservador negro…

Depois tumultuarão o Vaticano…

Tentarão desacreditar a chaminé da Capela Sistina…

Irão para as portas das paróquias, santuários e basílicas pedir revisão da fumaça, código-fonte e voto impresso…

Vão orar para castiçais…

Depois vão depredar a Basílica de São Pedro.

Sem se esquecerem de passar batom no Sacrário…

Feito isso, criarão narrativas para pedir indulgências plenárias para os supostos inocentes, a pretexto velado de salvarem a própria pele.

E por aí vai…

E viva o “conservadorismo”!


Não faço a mais vaga ideia de onde surgiu a romantização da Desculpa e do Perdão.

E, sim, nessa ordem!

Na Bíblia, não foi!?!

Lá não se romantiza absolutamente quase nada, embora haja — aos borbotões — os que insistem em fazê-lo.

Desculpa e Perdão, embora tão caprichosamente confundidos, diferem um do outro pela razoabilidade e profundidade.

O primeiro, muitas vezes, tenta se legitimar na justificativa, enquanto o segundo se alicerça no reconhecimento da culpa e no arrependimento.

O primeiro alimenta a falsa ideia da amenização dos conflitos; o segundo requer o real desprendimento da podridão do lixo da alma.

Ambos coexistem e muito caprichosamente se confundem!

Nem todos que pedem desculpa pedem perdão, e nem todos que desculpam, de fato, perdoam.

Quer seja por opção ou conveniência, a moda do momento é ofender, já com o pedido de desculpas ao alcance das mãos.

É um olho no pecado e o outro no perdão!

Num dia, fala-se um monte de asneiras; noutro, diz-se mal interpretado…

Num dia, agride; noutro, pede desculpas.

Tomara que dois tapas na cara e um soco no estômago não virem moda.

Não somos nada do que juntamos, senão um pouquinho de tudo que consumimos e espalhamos.

Passamos boa parte da vida acumulando coisas: dinheiro, objetos, títulos, fotografias, propriedades, conquistas e até certezas.

Como se, ao juntar mais, pudéssemos construir uma versão mais sólida de nós mesmos.

Mas chega um momento em que percebemos que quase tudo aquilo que chamamos de patrimônio é apenas matéria esperando pelo tempo.

No fim, não somos a casa que construímos, mas as histórias que nela vivemos.

Não somos o veículo que conduzimos, mas os caminhos que percorremos.

Não somos os livros que compramos, mas aquilo que eles transformaram dentro de nós.

Não somos sequer aquilo que conseguimos guardar, mas aquilo que, de alguma maneira, fomos capazes de oferecer.

Somos um pouco de tudo que consumimos — das palavras que ouvimos, dos livros que lemos, das músicas que nos atravessaram, das conversas que nos fizeram pensar, das dores que nos ensinaram, dos afetos que nos deram abrigo.

Somos também um pouco das pessoas que encontramos pelo caminho, porque ninguém passa pela nossa vida sem deixar alguma coisa, ainda que seja uma ausência.

E somos, sobretudo, aquilo que espalhamos.

Um gesto de gentileza pode sobreviver à memória de quem o praticou.

Uma palavra pode acompanhar alguém durante muitos anos.

Um ensinamento pode continuar sendo repetido por quem um dia o recebeu de nós.

Até mesmo uma ferida pode ser uma herança quando não aprendemos a interromper o ciclo e continuamos espalhando aquilo que um dia nos machucou.

Talvez a verdadeira riqueza não esteja naquilo que conseguimos acumular, mas naquilo que conseguimos multiplicar.

Porque as coisas que guardamos terminam ficando para trás.

As coisas que compartilhamos continuam circulando.

O dinheiro pode mudar de mãos, os objetos podem mudar de dono, os títulos podem perder o brilho.

Mas aquilo que despertamos nas pessoas — um pensamento, uma coragem, um sorriso, uma esperança — pode continuar existindo muito depois de nossa passagem.

No final das contas, talvez viver seja exatamente isso: consumir o mundo com mais consciência e devolvê-lo um pouco melhor do que o encontramos.

Somos feitos do que recebemos, mas também do que devolvemos.

E, quando tudo o que juntamos deixar de nos pertencer, talvez reste apenas aquilo que fomos capazes de espalhar.

"A verdadeira liberdade não está em fazer tudo o que se quer, mas em ser liberto do vício e viver sob a proteção de Deus."

"Lembre-se do seu valor: você foi feito para grandes conquistas, não para ser escravo de impulsos e hábitos vazios.

"Homens e mulheres de valor não usam as pessoas como objetos; eles agem com honra, caráter e integridade."

"A força de um jovem não é medida pelo impulso que ele segue, mas pelo vício que ele decide vencer."

“Quem é você? Se não for se levantar por aquilo em que acredita, então quem será?”

A Voz que Restou


Aprendi a não temer
as palavras que o mundo lança sobre mim;
há feridas que o tempo leva
antes mesmo que encontrem morada.


Mas você sempre foi diferente.
Há algo em sua voz
que atravessa minhas defesas
sem sequer pedir passagem.


Talvez porque amar seja isso:
entregar a alguém
a única parte de nós
que ainda pode ser ferida.


E você feriu.
Não pela distância,
nem pelo silêncio que ficou,
mas por aquelas palavras
que continuam em mim
muito depois de terem deixado seus lábios.


Eu poderia esquecer
quase tudo o que o mundo me disse,
mas não consigo esquecer
aquilo que ouvi de você:


que já não havia em seu coração
senão desprezo por mim.

Silêncios que pesam no peito


Transformar sentimentos em palavras,
coisa mais difícil não há.
Há silêncios que pesam no peito,
há verdades que ninguém quer escutar.


O ódio que você sente
é capaz de lhe engasgar;
fica preso na garganta,
feito espinho a machucar.


Você diz que não se importa,
sai depressa, bate a porta,
grita, ignora, finge não ver —
mas por dentro começa a chover.


E se eu choro, você vai embora,
como se a dor tivesse hora,
como se lágrimas fossem fraqueza,
como se amar não trouxesse tristeza.


Mas cada palavra calada
é uma ferida disfarçada;
cada distância, um pedido,
cada adeus, um grito contido.


Talvez um dia você entenda
que o coração também se arrebenta,
e que ninguém parte ileso
quando transforma amor em desprezo.


Então, se ainda houver coragem,
retorne antes da tempestade;
fale, mesmo que doa,
antes que o silêncio nos destrua.

Do fanatismo à barbárie, às vezes, existe apenas um argumento não questionado.

As leis devem nascer das circunstâncias reais da sociedade, não de abstrações impostas a ela.

O poder que não aceita freios começa a confundir sua vontade com a própria lei.

Toda ordem jurídica precisa de limites para não transformar autoridade em tirania.

Uma lei não se torna justa apenas porque foi promulgada.

“Só por hoje, não permita que as quedas da vida roubem sua paz, sua essência e seu valor.”

A lei deve proteger a liberdade, não apenas regulamentar sua aparência.

“EU VIVO EM UM MUNDO QUE NÃO EXISTE” Dom Veiga

A força pode impor obediência, mas não transforma força em direito.