Nao quero Viver na Ilusao
A gente não nasce mãe, a gente nasce filha e morre filha, mas um dia uma mãe nasce na gente!
Mãe não tem manual!
Conforme a vida vai exigindo, vem o instinto, garra, força e zelo pela cria... quase visceral.
Mãe não vem com manual de instrução, um dia você vira mãe e pah... Sua vida muda completamente!
E em meio à tantas questionamentos, cobranças, auto questionamento, (fiz o melhor?!
Onde eu eu errei?! )
Você vê os acertos e é neles que você tem que focar!!!
Eu sou a melhor mãe que eu posso ser.
No filho você planta as sementes , mas é ele quem vai germina-las, fazê-las florir ou não...
Quando quem amamos parte para além do pôr do sol, a dor não passa, mas (as vezes) a gente se acostuma com ela.
Ouço dizer que o tempo ameniza a dor...
Tem horas que a dor não conhece o tempo e ela grita, ela berra dentro do peito e parece que não vai se calar...
Naquela mesa você não estava,
Naquele restaurante seu cheiro eu não sentia,
Mas meu peito, mesmo assim, palpitava,
Por alguém que eu ainda nem via.
Na minha mente você não sai,
Ocupou cada canto, cada lugar,
No coração nem preciso dizer mais,
Só cabe você, e é só você que cabe amar.
Fico a pensar no tempo perdido,
Nos dias que vivi sem te conhecer,
E no tanto que ainda terei de sentido,
Pra aprender o que faz seu sangue ferver.
Já sonhei com amores de cinema,
Roteiro perfeito, cena decorada a rir,
Mas a nossa história foge do esquema,
Porque com você é melhor que nos filmes, é melhor que existir.
Beijos vazios
Corações ausentes.
E quem, quem é que sente??
O menino que não quer demonstrar nada
Ou a guria que não quer ser a emocionada.
É muita preocupação,
Pra uma vida que vai em vão.
O tempo não nos falta; nós é que o desperdiçamos com aquilo que julgávamos eterno. Dedicamos horas ao que pouco importava e negamos minutos a quem talvez só precisasse de um gesto. Um dia, o silêncio nos ensina a diferença — mas, nessa altura, o tempo já não aceita devoluções.:::
Minha Rainha;
Sonho por sua presença
Ouvir tua voz aos ouvidos
Te obedecer
Não desviar meu olhar
te pertencer
Doar a Minha Rainha
minha Alma
e todo meu ser.
Desejar silenciosamente
Sua presença sobre mim
Ser seu brinquedo
seu desejo
Satisfaze-la sem fim.
Quero poder te cuidar
me ajoelhar aos seus pés...
e beijar,
estar juntinho de ti
mimar, agradar...
e a cada minuto e segundo
me embriagar com teu cheiro
sem nunca ficar alheio
viver para ti nesse mundo
Sua vontade é a minha
o teu prazer é o meu
Amar como nunca na vida
ter o amor que é seu
Minha Rainha, Minha Deusa
tão bom descobrir sua existência
minha vida se completa
agora fazendo parte da sua
sem nenhuma resistência
te pertenço
sou seu
sempre fui seu.
O futebol não está doente pela obsessão do torcedor pelo primeiro lugar do seu time; o futebol agoniza pela quantidade de jogadores medíocres que não acertam um passe, simulam em campo e tentam ganhar o jogo no grito, peitando o juiz.
Benê Morais
O amor não aprisiona
Como pode alguém achar natural usar a força e a manipulação para destituir o corpo e a psique de quem um dia disse amar?
Como pode tratar um ser humano como se fosse uma posse?
O amor não é domínio. Não é controle. Não é violência disfarçada de cuidado.
Quem ama não destrói a liberdade do outro, não apaga sua identidade, não invade seu corpo, nem aprisiona sua mente.
O amor não causa dor como método, não alimenta a dependência, não humilha, não ameaça e não conduz à morte.
Quando há manipulação, medo, controle e violência, já não estamos falando de amor, mas da tentativa de transformar uma pessoa em propriedade.
Amar é reconhecer a humanidade do outro. É respeitar seus limites, sua autonomia e sua dignidade, mesmo quando isso exige abrir mão do próprio desejo.
Porque ninguém pertence a ninguém.
Escrito por Caio Vinicius dos Santos Costa.
O amor é fluido; o caráter, não.
O amor muda de forma. Às vezes cresce, às vezes diminui, às vezes até chega ao fim. Ele acompanha os movimentos da vida, das escolhas e do tempo.
O caráter, porém, permanece. É ele que revela quem somos quando o amor já não basta, quando surgem os conflitos, as frustrações e as despedidas.
Porque deixar de amar pode acontecer. Mas humilhar, manipular, ferir ou desrespeitar alguém nunca é consequência do fim do amor é reflexo da ausência de caráter.
O amor é fluido. O caráter não.
"Eu te odeio, mas não por ter me deixado, mas por ter feito ser tão difícil largar.
Te odeio, não pelo ódio em si, mas por ter me feito amar.
Odiá-la é como odiar o ar.
E dia após dia, viver sabendo que posso odiar, mas não posso parar de vivê-la, parar de lhe adorar.
Eu te odeio, pois em cada beijo, em cada abraço, até mesmo no castanho do outono, seus olhos estão lá.
Quando o Sol se põe e a noite vem me abraçar.
Você está lá.
Quando rogo para a escuridão me abandonar e a Lua vem me iluminar.
Eu te odeio, pois até mesmo no brilho dela e na pálida tez, você está lá.
Pela ida eu relevo, posso lhe desculpar, mas essa insistência na permanência, isso não posso perdoar.
Até quando me prostro e me ponho a orar.
Te odeio, e por sobre os céus, odeio ao Deus, por outra de ti, para meu eu egoísta, não criar.
Odeio ele por me fazer amar.
E eu te odeio, não por ter me deixado, mas por ter feito ser tão difícil largar..."
Ei!, Eu não tenho muito, Mas tenho um abraço apertado. Não tenho rios de dinheiro... Mas tenho paz... Na verdade eu não tenho nada, só tenho amor.
Vencer ou perder não faz diferença em uma guerra.
De que adianta a um rei conquistar a vitória, se ele próprio não sabe organizar a paz?
Amo, odeio e me perco.
O amor é transitório e não tem força para mudar o destino.
Só é amor quando alguém decide permanecer; contudo, tal decisão é ilusão, pois o coração humano oscila como vento que não se captura.
O riso torna-se ódio, e a palavra doce converte-se em dor.
Amar é obra difícil. Aquele que hoje entrega tudo e é honrado poderá, ao menor erro, esquecer quem amou.
O homem é movido por impulso, escravo de suas emoções.
O prazer é senda mais fácil que o amor; mas quem muito bebe do vinho, cedo se enjoa, e quando o vinho finda, resta-lhe arrependimento e solidão.
Mentir a si próprio é acorrentar-se a uma realidade que não se merece.
Olhos belos podem amar-te, e tu a eles; mas recorda: nada te pertence, pois o outro sempre pode desistir.
Tua vontade não altera o destino; preocupar-te com o que foi ou desejar o que não tens é tentar segurar o vento.
Nada é sólido. Lágrimas desperdiçadas não foram feitas para cair, sofres porque idealizas demasiadamente.
Os fardos que carregas são teus, pois tu mesmo os criastes ao acreditar no que imaginaste.
Pais são teus porque assim creste; mas podes viver sem eles?
Talvez fora melhor viver como se nada existisse.
De que vale ao homem crer no inferno?
Nascer é condenar-se.
O mundo oferece apenas o que é aleatório e ainda assim exige de ti responsabilidade sobre aquilo que não escolheste.
Reagir às provocações é fortalecer o ego do outro.
Entrar em guerra é buscar a própria ruína, pois abandonar a paz para defendê-la com conflito é desatino.
Falar de tua vida não alivia o fardo; nunca estarás pleno, pois envelheces.
Alguns amam riquezas, outros desejam liberdade, mas nenhum é livre de si mesmo.
Vivem dentro de uma caixa escura — não há luz, nem sabem onde está a saída, pois quem nasce nas sombras não pode reconhecer o brilho.
Tua aparência é fruto de teu orgulho; quanto mais belo te adornas, maior o ego.
Experimenta ser o ponto neutro: onde o amor nada altera e a frustração é apenas fruto de tuas próprias ilusões.
Os erros que cometeste provêm da falta de entendimento.
Mentiste a ti mesmo, prometeste e não cumpriste; tais sombras caminarão contigo.
O que foi, foi. Não podes alterar quem te odiou — isso já te condena, mas não te aflijas.
A escuridão é sempre escuridão, e caminhas só, sem luz, por sendas incertas.
Sabes que morrerás, não desejas viver, mas tampouco anseias pela morte.
Se há algo antes ou depois, pouco importa — tua existência não foi escolhida.
És fruto de ato carnal desprovido de propósito.
E assim reclamas o direito de negar o que te condena, pois não escolheste nascer, nem habitar a oscilação eterna da incerteza.
Quem uma vez conheceu o amor não tolera o peso da solidão;
e quem longamente habitou a solidão já não alcança o sentido do amor.
O amor afasta o homem da solidão,
mas a solidão, quando profunda, obscurece o entendimento do amor.
Talvez eu não seja sábio,
nem chegue eu aos pés dos escritos antigos,
pois sou apenas pó que caminha,
errante em um mundo que não compreendo por inteiro,
obra de uma consciência maior do que a minha.
Sou transitório,
passageiro entre o nascer e o desaparecer,
e habito uma anomalia que chamo de vida,
sem conhecer-lhe a origem nem o fim.
Pois a sabedoria
é o nome que damos
àquilo que pensamos ter entendido,
ainda que o entendimento nos escape como vento entre os dedos.
E se aquele que fez todas as coisas
viesse a corrigir o que julguei correto,
não se revelaria, então,
a limitação da minha própria razão?
Não seríamos tolos
mesmo quando nos julgamos inteligentes?
A vida, portanto,
é um desdém ao entendimento humano,
pois quanto mais cremos saber,
mais nos é revelado o quão pouco alcançamos.
Somente chamo de sábio
aquele que está além da morte e da vida,
além do tempo e da matéria,
o próprio que não compreendemos
e que, ainda assim, sustenta todas as coisas.
Miserável é o homem que não questiona.
Habita a própria casa e não indaga quem caminha ao seu redor;
convive com seus atos e não os examina,
sejam eles tidos por bons ou por maus.
Aceita como certo aquilo que lhe foi ensinado,
sem jamais provar se o certo é justo
ou se o que julga errado o é de fato.
Vive preso à fé que recebeu pronta,
não porque a compreende,
mas porque lhe disseram que assim deveria crer.
Tal homem anda em círculos,
como o animal preso ao curral:
vê apenas o chão que pisa,
não contempla o campo distante,
e ainda assim chama isso de liberdade.
Bendito, porém, é o homem que não se curva a palavras vagas,
ainda que venham vestidas de verdade.
Ele pesa a prova, examina o fato,
e questiona até aquilo que lhe parece sólido.
Nisso consiste a sabedoria.
Pois loucura é crer em toda palavra que sai da boca alheia.
Qualquer um pode lançar uma semente à terra,
mas poucos sabem de onde ela veio.
Todos desejam plantar,
mas quase ninguém se recorda da colheita.
