Não quero
Já errei demais
Não quero voltar atrás
Quero só um pouco de paz
Sei que sou capaz
Separar o joio do trigo
O meu melhor amigo
Me protege dos inimigos
Nada vai acontecer comigo.
Não quero só dizer
o que por ti eu sinto.
Vou fazê-lo, para haver
sentido em sua vida.
Porque o que tenho
é mais que o vento.
Igual ao Sol, não de melodia.
Mas de uma frequência radiante.
Vidão
não tenho preocupação
Deito na rede
admiro a constelação
Se não quero inverno
tenho verão
Se tem discussão
eu sempre com razão
Falta dinheiro hoje
logo ali, arranjo muito tostão
Para cara sisuda
abro um sorrisão
Se alguém está perdido
eu considero ilusão
Viver de sonhos?
Não vivo, não
Se tem lagosta, eu como
senão, cai bem uma porção de berbigão
Compro um cajado pra pagar promessas
e, vou mesmo é de carrão
se mais distante, navio ou avião
No lombo do burro
visito o sertão
Se tem swell
entro no tubão
senão, pego jacarezão
e vou levado um vidão
fazendo mochilão
por esse mundão
Se chateia comigo, não
Tchau, tiozão.
Licença poética
Escrever
É a essência da liberdade
Ousadia de pensamento sutil.
Não quero valores de gêneros e estilos
O barroco, o trovadorismo,
O lirismo, o narrativo ou dramático,
Nem mesmo o romantismo,
Nada contesto destes e outros,
São escritas de cada época no seu tempo
Que escondem com sutiliza os sentimentos
Associado a uma ética social.
Não quero a função poética
As rimas e emoção para encantar
Não me importa se vem em prosa ou versos,
Metafóricos para imaginar.
Quero os momentos de criatividade
Com os sentimentos em devaneios
Dar-me licença à poesia
Que nasce da autenticidade.
Bem-te-vi
Bem-te-vi, bem-te-vi...
Bem me viu e eu não te vejo?
Não quero este bem, não o desejo,
Que me vês e eu não o vejo.
Abra as tuas asas
Pouse na minha arcada
Saia do anonimato.
Não sou assim tão tolerante
Para que fiques de longe
Fustigado a minha alma.
Se assim continuares
Vou armar o meu arco
E a esmo, disparo,
Levando na ponta da flecha de aço
O que será o seu último abraço.
"Não quero riqueza, não quero fama, quero ser reconhecia.
Reconhecida por quem sou e pelo que faço"
D.moretti
UMA DOCE ILUSÃO
Foi lindo demais o amor da gente
não quero deixar pra trás o nosso amor permanente
foi namoro foi paixão
agente fez amor escondido
eu fui teu abrigo
passei ate perigo
eu sair com minha vida
mais meu coração estar destruído
te quero outra vez comigo.
Se for pra sofrer
tem que ser agora
não vou te esquecer
porque, meu coração te adora,
toda noite eu te chamo
porque eu te amo.
Poeta Antônio Luís
EDILMA
Meu ciúme bobo
Me afastou de você
Não quero outra mulher
Sei que não vou te esquecer
Estou agora pensando em nois
Como foi lindo o dia em que te beijei
Vou ser diferente
Quando estivermos a sóis
Edilma, Volta,pode voltar
Esses dias longe de você
Eu aprendi
Que eu só sei te amar
Edilma, Volta.pode voltar
Estou aqui te esperando
Pra Pode te beijar.Edilmar
Poeta Antônio Luis
NÃO QUERO GUERRA
Não quero guerra
Eu quero é paz
Viver brigando
É ruim demais
Se você não mudar
Vai ficar sozinha
Vai ficar pra trás
O teu ciúme doentio
Me sufoca a alma
TO criando raiva
Até da sua fala
Não dar pra entender
Porque você mudou
Era tão real esse nosso amor
Mais com as brigas
Estar se acabando
São tantas mentiras
Você inventado
Não quero guerra
Eu quero é paz
Viver brigando
É ruim demais
Se você não mudar
Vai ficar sozinha
Vai ficar pra trás.
A moça que eu quero casar
Já falei pra lua declarei pro mar
Que sem você não quero ficar
Você faz parte do meu respirar
É a moça que eu quero casar
Todo mundo ver todo mundo nota
Que você é a panela e eu sou a pipoca
Feito pra se misturar
Eu sou café e você é açúcar Ta na hora de se entregar Não deixe o amor passar Vem ficar juntinho de mim
Agente vai passear no jardim Porque amar é bom
E te querer é o meu dom
Não consigo te dizer não Porque meu coração
Te quer pra sempre
Eu te quero eternamente
Já falei pra lua declarei pro mar
Que sem você não quero ficar
Você faz parte do meu respirar
É a moça que eu quero casar
Poeta Antônio Luis
Ser
Não quero ser importante para todo mundo.
Quero ser pedaço de manhã nos olhos de alguém.
Ser uma palavra descalça
que germina no quintal da alma alheia.
Tenho gosto de ir buscar o irmão
nas margens onde Deus esqueceu de fazer asfalto.
Levo uma enxada de escuta
e um naco de luz escondido no bolso da camisa.
Quando eu cair,
que seja pra virar raiz.
Pra florir em silêncio.
Ser espantalho.
Pra espantar a tristeza dos passarinhos,
me travestindo de abraço.
Devolver todo conhecimento emprestado.
Não quero ser grande.
Quero ser coisa pequena,
mas que saiba iluminar.
Porque vale a pena ser
quando a gente descobre
que Deus também gosta
de brincar de ser simples.
"Eu não quero viver pela fé! Mesmo sendo ela um atributo divino.
A fé é o último estágio... é quando tudo deu errado, e não se tem mais expectativas em nada.
A fé começa 'somente' quando se esgotam todas as esperanças.
Isso não é vida pra mim, não é vida pra ninguém!
Eu não quero contar sempre com Deus.
Quero sim, agradecê-lo por ter conseguido sozinho, quero ser grato por não me sentir só, enquanto eu conquistava.
Quero que ele me dê esperanças, para sempre acreditar que tem jeito, que com um pouquinho mais de esforço é possível!
A esperança é melhor que a fé!
Uma vida norteada tão 'somente' pela fé é uma vida muito triste."
Arrebatamento
Não quero, irmãos que sejais ignorantes,
acerca dos que já dormem, no Senhor...
Pois estes são também triunfantes!
Como nós em grande a Deus amor!
Não deveis vos entristecer como os demais,
que vivem sem esperança nenhuma...
Como os do mundo que não têm alegria mais.
Vivem sem salvação alguma!
Pois assim como Jesus morreu e ressuscitou,
os crentes vão também ressuscitar...
Na vinda daquele, que os salvou!
Isto é, os mortos vão ao Senhor vivos se juntar,
conosco, que ele também já salvou!
Assim ele ambos, vem ao céu arrebatar!
Eu não quero desistir! O diabo é que me lança tropeços para eu cair! Mas se eu Caio, o Senhor me levanta novamente!
